quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

PRIMEIRA MISSA DO FREI EVERTON S. JIUPATO

Paz & Bem!

Vejam abaixo as imagens da Primeira Celebração Eucarística do Frei Everton S. Jiupato, celebrada na Paróquia Santo Antonio de Pádua, em Santo Antonio da Platina, no dia 09 de fevereiro de 2014.

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

ORDENAÇÃO PRESBITERAL DO FREI EVERTON

No dia 08 de Fevereiro de 2014, aconteceu a Ordenação Presbiteral do Frei Everton H. S. Jiupato, na Paróquia Santo Antonio de Pádua, na cidade de Santo Antonio da Platina - Paraná.

Vejam abaixo as fotos da Ordenação:










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Papa Francisco pede aos batizados que levem a luz de Deus e não sejam cristãos somente de nome

Papa  Francisco
VATICANO, 10 Fev. 14 / 09:03 am (ACI/EWTN Noticias).- Na reflexão sobre o Evangelho que compartilhou na oração do Ângelus dominical, o Papa Francisco pediu aos fiéis crentes serem portadores da luz de Deus e não serem somente cristãos de nome.
“O cristão deveria ser uma pessoa luminosa, que traz a luz, que sempre dá luz. Uma luz que não é sua, mas é um presente de Deus, o presente de Jesus. E nós levamos em frente esta luz. Se o cristão apaga esta luz, a sua vida não tem sentido: é um cristão somente de nome, que não leva a luz, uma vida sem sentido”, afirmou o Pontífice diante de milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.
O Papa recordou que os discípulos “eram pescadores, pessoas simples… mas Jesus os vê com os olhos de Deus, e sua afirmação se entende justamente como uma consequência das Bem-aventuranças. Ele quer dizer: se fordes pobres de espírito, humildes, puros de coração, misericordioso, vós sereis o sal da terra e a luz do mundo”
Explicou que os cristãos recebem “uma missão em relação a todos os homens: com a fé e com a caridade podem orientar, consagrar, fazer fecunda a humanidade. Todos nós os batizados somos discípulos missionários e somos chamados a nos tornarmos no mundo um Evangelho vivo: com uma vida santa daremos ‘sabor’ aos diferentes ambientes e os defenderemos da corrupção, como faz o sal; e levaremos a luz de Cristo com o testemunho de uma caridade genuína”.
“Mas se os cristãos perdem o sabor e se apagam, a sua presença perde a eficácia. Mas que bonita é esta missão de dar luz ao mundo! Mas, que bonita é esta missão que temos. Como é bonita! É também muito bonito conservar a luz que recebemos de Jesus. Guardá-la. Conservá-la”, adicionou.
O Papa questionou os peregrinos sobre como querem viver. “Como lâmpadas apagadas ou como lâmpadas acesas? Apagada ou acesa? Como querem viver? Mas não escuto bem daqui! Como? Lâmpada acesa, né? É justamente Deus que nos dá esta luz e nós a damos aos outros. Lâmpada acesa. Esta é a vocação cristã”.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Casal entrega único filho para o sacerdócio

Uma emocionante e muito prestigiada cerimônia religiosa aconteceu entre 19h30 e 22h15 deste sábado,dia oito, na Igreja Matriz da Paróquia Santo Antônio de Pádua em Santo Antônio da Platina – que ficou literalmente tomada por fiéis – por ocasião da Ordenação Presbiteral do jovem Frei Everton Henrique Sicogna Jiupato, natural do bairro rural platinense São Joaquim de Cima e único filho do casal Lenir e Valdecir Jiupato.
O ato religioso foi presidido pelo simpático bispo Diocesano de Patos de Minas Gerais, Dom Frei Cláudio Nori Sturm OFMCap e concelebrado por alguns freis e padres. Aliás, ao todo, foram 36 sacerdotes presentes no altar – além de diáconos e seminaristas – para participar da Celebração Eucarística que foi preparada pela Pastoral Litúrgica, Freis Capuchinhos, equipe do Serviço de Animação Vocacional (SAV) e membros do Serra Clube.
Frei Everton faz parte da Província São Lourenço de Brindes dos Freis Capuchinhos do Paraná e Santa Catarina. Sua missão, agora como sacerdote, não será o trabalho paroquial, ao contrário, estará integrando a Equipe Missionária Capuchinha, que está com 70 anos de serviços prestados na evangelização, permanecendo períodos de semanas em diversas Paróquias com o intuito de orientar, evangelizar, cuidar do

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Papa diz que grandes pecadores podem ser grandes santos

Na homilia de segunda (03), na Casa Santa Marta, Francisco comentou o comportamento do Rei Davi diante da traição do filho Absalão
Atualizada em 03/02/214 às 10h35

Em sua homilia na missa celebrada na na Casa Santa Marta, onde reside, o Papa disse que “não se deve usar Deus e o povo como uma defesa, nos momentos difíceis”. Comentando o comportamento do Rei Davi diante da traição do filho Absalão, Francisco apontou que é sempre melhor escolher o caminho da entrega a Deus.

O Rei Davi fugiu porque seu filho Absalão o traiu. O Livro de Samuel narra esta grade traição e suas consequências: Davi ficou triste, sentia como se seu filho tivesse morrido, mas como homem de governo, decidiu que seu povo não devia morrer. “Ele – observou o Papa – podia lutar contra as forças de seu filho em Jerusalém, mas decretou que a cidade não fosse destruída”. Francisco descreveu os três comportamentos de Davi:

“Para se defender, ele não usou Deus e nem o seu povo. Era apegado a eles. Em momentos difíceis de nossas vidas, pode acontecer que em meio ao desespero, tentamos nos defender como podemos, usando Deus e as pessoas. Ele não o fez”.

Davi optou por fugir. Esta segunda atitude foi ‘penitencial’. Ele subiu a montanha chorando, com a cabeça coberta e os pés descalços. “Quem sabe – sugeriu Francisco – ele pensou tantas coisas tristes, nos pecados que cometera; talvez achasse que não era ‘inocente’. Pensou também que não era justo que seu filho o tivesse traído, mas, reconhecendo que não era um santo, decidiu pela penitência”.

“Nós, sempre que acontece uma coisa assim em nossas vidas, tentamos, como um instinto, nos justificar. Davi não se justificou, foi realista, tentou salvar a arca de Deus e seu povo, fazendo penitência naquele caminho. Era um grande pecador e um grande santo. Como podem estar juntas estas duas coisas, só Deus sabe!”, exclamou Francisco na homilia.

O Papa continuou lembrando que em seu caminho, Davi encontrou Simei, que jogou pedras nele e em seus oficiais, amaldiçoando-os. O rei negou aos seus amigos a permissão para matá-lo, certo de que o Senhor percebia a sua aflição. “Davi se entrega a Deus, disse o Pontífice, ressaltando que este comportamento di Davi pode nos ajudar a todos, quando passamos por momentos escuros, de provação”.

Concluindo a homilia, o Papa resumiu as três atitudes de Davi, citando-as como exemplo de beleza: “um homem que amou Deus, amou seu povo e não o negociou; um homem que se reconheceu como pecador e fez penitência; um homem que era seguro de seu Deus e se entregou a Ele. Davi foi um santo e nós o veneramos como santo. Pedimos a ele que nos ensine a nos comportar assim nos momentos difíceis de nossas vidas”.

Fonte: Rádio Vaticano

Vaticano publica mensagem do Papa para a quaresma

Mensagem do Santo Padre Francisco
para a Quaresma de 2014

Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza
(cf. 2 Cor 8, 9)


Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: “Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza” (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?

A graça de Cristo

Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: sendo rico, Se fez pobre por vós. Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, esvaziou-Se, para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado (Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).

A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – para vos enriquecer com a sua pobreza. Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Baptista para O baptizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), herdeiro de todas as coisas (Heb 1, 2).

Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu jugo suave (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua rica pobreza e pobre riqueza, a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8, 29).

Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.

O nosso testemunho

Poderíamos pensar que este caminho da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d’Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.

À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.

Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.

O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.

Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.

Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, 26 de Dezembro de 2013

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A ponta do iceberg

Todos fariam um grande favor a si mesmos, às suas famílias e ao Brasil se, na hora da novela, desligassem seus televisores, acendessem uma vela e rezassem o Terço
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Recentemente, duas pesquisas científicas comprovaram a ligação direta que existe entre a audiência das novelas da Rede Globo, as crescentes taxas de divórcio e a queda da natalidade nas famílias brasileiras[1]. Aquilo de que já se suspeitava há muito tempo foi confirmado: as telenovelas globais exercem uma grande influência no comportamento das pessoas.
Na semana passada, mais uma telenovela serviu de palco para “forçar limites morais”, como escreveu um jornalista, na Folha de São Paulo[2]. Pelos comentários de vários telespectadores nas redes sociais, parece que, infelizmente, a armadilha funcionou, mais uma vez. Após o entusiasmo com a trama de uma dupla de homossexuais que, entre outras coisas, recorreu à inseminação artificial para “produzir” um filho, o pedido para ver um “beijo gay” no final da última novela das oito foi reiterado por inúmeras pessoas. E, mesmo depois de alcançado o seu intento, muitos não se contentaram com o que