sábado, 29 de março de 2014

ALEGRIA DO EVANGELHO, SETE EIXOS


O  Papa Francisco enfocou sete eixos na Exortação Apostólica sobre a alegria do Evangelho. São sete diretrizes, balizas, rotas para a Igreja hoje.
1.    A Igreja em “saída missionária”. A palavra de ordem é sair de si, sair para a estrada, sem demora, sem medo e sem repugnância. Sair para estar próximo da realidade do povo e contrair o “cheiro das ovelhas”. Sair é uma absoluta prioridade. O papa quer uma Igreja em êxodo.
2.    As tentações dos agentes da pastoral. São várias e sérias tentações, a saber: o desafeto e desencanto pela Igreja, a projeção de si buscando a gloria pessoal e descartando os outros pela inveja, ciúme, mexerico. Outra tentação é o cansaço que vem do ativismo e da falta de oração. O pessimismo, a mesmice, a lamentação dos evangelizadores.
3.    Todo povo de Deus é evangelizador. Deus convoca todos os fiéis batizados a evangelizar com sua diversidade cultural, espiritual, pastoral. Um dos pontos mais significativos é a religiosidade popular que é obra do Espírito Santo, fruto da fé e da espiritualidade dos simples e pequeninos. Na religiosidade popular temos o Evangelho inculturado.
4.    A importância da homilia. Este assunto requer uma séria avaliação, porque na homilia Deus alcança o coração do povo. Na homilia o povo faz uma experiência intensa do Espírito Santo, recebe a consolação que vem da Palavra e dialoga com Deus. Homilia não é catequese, nem espetáculo, não é exegese nem uma conferencia. É diálogo com Deus.
5.    A inclusão social dos pobres. A fé tem uma dimensão social e o reino de Deus é a prática da justiça, da liberdade, da paz e do respeito à vida. Quem toca num pobre toca na carne de Cristo sofredor. A religião se manifesta no amor fraterno e no compromisso social. É necessário conhecer e aplicar a doutrina social da Igreja.
6.    A paz e o diálogo social. A justiça, o bem comum, a fraternidade são os alicerces e pilares da paz, mas, a condição para a paz é o diálogo. São muitas as formas de diálogo: entre a fé e a razão, ou seja, o diálogo com o mundo da ciência. Indispensável e obrigatório é o diálogo ecumênico e interreligioso, de modo especial com o judaísmo, o islamismo num contexto de liberdade religiosa, sem esquecer o diálogo com o mundo.
7.    A espiritualidade missionária. Sem mística e interioridade não há missão. Quem faz a experiência do amor de Deus e do encontro com Cristo Ressuscitado, sente a necessidade de transmitir as coisas contempladas e experimentadas. Saborear a amizade com Jesus nos torna seus discípulos, renovando nosso encantamento por Ele e pelo reino de Deus. Discipulado é caminhar com Jesus, falar com ele, adquirir seus pensamentos, atitudes e critérios. Espiritualidade missionária é fazer tudo para a glória do Pai e o bem da humanidade, com alegria, ardor e ternura. Maria, os santos, os mártires são paradigmas da espiritualidade missionária.

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Metropolitano de Londrina

sexta-feira, 28 de março de 2014

Quarta caminhada penitencial

Paz & Bem!

Aconteceu hoje a 4 caminhada penitencial da Comunidade do Jardim Igapó - Paróquia Nossa Senhora Aparecida, com o inicio na Rua Finlândia com Rua Bélgica, estiveram participando aproximadamente 105 pessoas, venha você também participar da próxima caminhada, que será no dia 04/04/2014 e sairá da Av. Inglaterra com Rua Alemanha (na academia), às 05h30min.













quinta-feira, 27 de março de 2014

Trocar carne por peixe não é jejum, é ‘safadeza’, diz padre



MANTER-SE PURO – Para sacerdote, o importante na quaresma para o cristão é jejuar do pecado

Quaresma. Período de penitência e jejum, quando muitos católicos trocam a carne vermelha pelo peixe. Um sinal de fé, correto? Que nada!  “Substituir a carne por peixe é safadeza!”, dispara o padre Audinei Carreira da Silva. “Onde está a penitência, se na  Sexta-Feira Santa o cristão farta-se com uma bacalhoada?”, questiona o padre. Para ele, mais que jejuar da carne, o importante é jejuar do pecado. “De que adianta fazer jejuns e depois continuarmos tratando mal as pessoas, os empregados ou não colaborar com a comunidade? O jejum é um exercício para praticar a virtude”, define.
A celebração da quaresma tem indícios no Antigo Testamento e o numeral 40  registra marcos importantes, como os 40 anos que os hebreus exilados no Egito foram em busca da Terra Prometida; os 40 dias que Moisés passou no Monte Sinai, jejuando para o encontro com Deus para receber os Dez Mandamentos e os 40 dias que Jesus permaneceu no deserto, resistindo às tentações. ,
Nos primórdio, essa preparação para o batismo ocorria de quinta a sábado. Porém, a partir de um certo momento os catecúmenos preparavam-se por três a quatro anos, intensificando o ritual 40 dias antes da Páscoa, quando recebiam as cinzas. “Uma tradição do Antigo Testamento, um sinal dado como penitência, além do vestir-se, tanto pessoas como animais, com roupas de saco”, conta Padre Audinei referindo-se à penitência que a cidade de Nínive tomou para si, para aplacar a “ira” de Deus. A partir de então, a Quaresma surge como tempo de intensa preparação para o batismo, crisma e eucaristia. “Para abrir esse tempo de estado intensivo de oração e penitência, do crescimento em fraternidade”.
Segundo padre Audinei, a cinza lembra a efemeridade humana, pois é o resto do que se queimou. “Somos eternos para outro mundo, na presença de Deus. As cinzas são para perceber essa provisoriedade nesse mundo”.
A quaresma é um período de conversão, explica padre Audinei. “Como uma placa de trânsito, quando você converte volta à origem”, exemplifica ao citar a importância do Evangelho. Para Audinei, uma vida com orações permite uma maior intimidade com Deus. O jejum é um exercício de preparo do corpo e do espírito em busca do auto-domínio, no confronto com o mal.

SANGUE
De acordo com o padre o hábito de não comer carne durante a quaresma tem raízes na tradição judaica, pois antigamente os judeus tinham muito preconceito com a carne manchada de sangue. “Não aceitavam matar animais sufocados, mas cortados e dependurados pelo pescoço para escorrer todo o sangue”, lembra, ao citar o motivo pelo qual as Testemunhas de Jeová  rejeitam a transfusão sanguínea. 
Mas a substituição da carne vermelha pelo peixe, não tem nada a ver com os ensinamentos bíblicos, ensina o padre. “Somos bagres ensaboados. Tem muito padre que faz essa barganha, faz essa troca. Se abstém da carne vermelha e põe outra no lugar”, critica o padre. Para ele tal substituição foi um bom negócio que a mentalidade humana tratou de arranjar. “O verdadeiro jejum é algo que deixo de fazer em meu benefício em detrimento do bem do próximo”, sintetiza o padre. Por essa perspectiva, na Semana Santa, quem paga o pato é o peixe! 
Fonte: http://www.tribunadecianorte.com.br/cidades/trocar-carne-por-peixe-nao-e-jejum-e-safadeza-diz-padre-23388/

quarta-feira, 26 de março de 2014

Papa: o padre deve amar a sua comunidade com todo coração

Na audiência geral desta quarta-feira com os peregrinos no Vaticano, o Papa explicou o sacramento da Ordem

A catequese de hoje do Papa Francisco foi sobre o Sacramento da Ordem.

Segundo o Papa, a Ordem, compreendida nos três graus de episcopado, presbiterado e diaconado, é o Sacramento que habilita ao exercício do ministério, confiado pelo Senhor Jesus aos Apóstolos de apascentar as suas ovelhas, no poder do seu Espírito e segundo o seu coração.

“O sacerdote deve apascentar com amor, se não o faz com amor não serve.”

O Santo Padre apresentou três aspectos importantes sobre o Sacramento da Ordem:

“Um primeiro aspecto. Aqueles que são ordenados são postos à cabeça da comunidade. À cabeça, para Jesus, significa pôr a própria autoridade ao serviço, como Ele próprio mostrou e ensinou aos discípulos com estas palavras: ‘Vós sabeis que os governantes das nações dominam e os chefes oprimem-nas. Entre vós não será assim; mas quem quiser tornar-se grande entre vós, será vosso servidor e quem quer ser o primeiro entre vós será escravo. Como o Filho do Homem que não veio para ser servido mas para servir e dar a própria vida por resgate de muitos.”

A Ordem – disse o Papa – torna capaz de apascentar o rebanho de Jesus, com a força do seu Espírito e segundo o seu coração. Na verdade, o ministro ordenado é posto à cabeça da comunidade, mas devemos entender este ato de presidir como serviço: «Quem no meio de vós quiser ser o primeiro – ensinou Jesus – seja vosso servo».

“Uma outra caraterística que deriva sempre da questão sacramental com Cristo é o amor apaixonado pela Igreja.”

Em virtude da Ordem – continuou o Santo Padre – o ministro dedica-se inteiramente à própria comunidade e ama-a com todo o seu coração: é ela a sua família, que deve amar com amor apaixonado. Isto, porém, sem ceder à tentação de a considerar como sua propriedade.

“Um último aspecto, o apóstolo Paulo recomenda ao seu discípulo Timóteo que não se canse de reavivar o dom que está nele, recebido pela imposição das mãos.”

O Papa Francisco reforçou a ideia de que o ministro ordenado precisa de contínua conversão e assídua entrega à misericórdia de Deus; e esta entrega é a sua força e também um válido exemplo que pode oferecer aos irmãos da sua comunidade.

No final da catequese o Papa Francisco pediu ao Senhor que nunca faltem nas nossas comunidades pastores autênticos e exortou os jovens a discernirem no seu coração o chamamento de Deus para uma vida de serviço total aos outros como sacerdotes.

domingo, 23 de março de 2014

A receita do Papa Francisco para fazer o amor durar

O segredo está em entender de que amor estamos falando e em usar três palavras mágicas na vida cotidiana do casal


Hoje em dia existe muito medo de tomar decisões definitivas, como a descasar-se, pois as pessoas consideram impossível manter o amor vivo ao longo dos anos. O Papa Francisco fala deste tema e nos convida a não nos deixarmos vencer pela "cultura do provisório", pois o amor que fundamenta uma família é um amor para sempre.

O que entendemos por "amor"?

Com a sabedoria e a simplicidade que o caracterizam, o Papa Francisco começa com um importante esclarecimento sobre o verdadeiro significado do amor, já que, diante do medo do "para sempre", muitos dizem: "Ficaremos juntos enquanto o amor durar".

Então, ele pergunta: "O que entendemos por 'amor'? Só um sentimento, uma condição psicofísica? Certamente, se é assim, não se pode construir nada sólido. Mas se o amor é uma relação, então é uma realidade que cresce, e também podemos dizer, por exemplo, que se constrói como uma casa. E a casa é construída em companhia do outro, não sozinhos! Não queiram construí-la sobre a areia dos sentimentos, que vão e vêm, mas sim sobre a rocha do amor verdadeiro, o amor que vem de Deus."

"O matrimônio é um trabalho de ourivesaria que se constrói todos os dias ao longo da vida. O marido ajuda a esposa a amadurecer como mulher, e a esposa ajuda o marido a amadurecer como homem. Os dois crescem em humanidade e esta é a principal herança que deixam aos filhos", acrescenta.

Três palavras mágicas para fazer o casamento durar

Papa esclarece que o "para sempre" não é só questão de duração. "Um casamento não se realiza somente se ele dura, sua qualidade também é importante. Estar juntos e saber amar-se para sempre é o desafio dos esposos."

E fala sobre a convivência matrimonial: "Viver juntos é uma arte, um caminho paciente, bonito e fascinante (...) que tem regras que se podem resumir exatamente naquelas três palavras: 'posso?', 'obrigado' e 'desculpe'".

"'Posso?' é o pedido amável de entrar na vida de alguém com respeito e atenção. O verdadeiro amor não se impõe com dureza e agressividade. São Francisco dizia: 'A cortesia é a irmã da caridade, que apaga o ódio e mantém o amor'. E hoje, nas nossas famílias, no nosso mundo amiúde violento e arrogante, faz falta muita cortesia."

"Obrigado': a gratidão é um sentimento importante. Sabemos agradecer? (...) É importante manter viva a consciência de que a outra pessoa é um dom de Deus, e aos dons de Deus diz-se 'obrigado'. Não é uma palavra amável para usar com os estranhos, para ser educados. É preciso saber dizer 'obrigado' para caminhar juntos."

"'Desculpe': na vida cometemos muitos erros, enganamo-nos tantas vezes. Todos. Daí a necessidade de utilizar esta palavra tão simples: 'desculpe'. Em geral, cada um de nós está disposto a acusar o outro para se desculpar. É um instinto que está na origem de tantos desastres. Aprendamos a reconhecer os nossos erros e a pedir desculpa. Também assim cresce uma família cristã."

Finalmente, o Papa acrescenta, com bom humor: "Todos sabemos que não existe uma família perfeita, nem o marido ou a mulher perfeitos. Isso sem falar da sogra perfeita...".

E conclui: "Existimos nós, os pecadores. Jesus, que nos conhece bem, ensina-nos um segredo: que um dia não termine nunca sem pedir perdão, sem que a paz volte à casa. Se aprendemos a pedir perdão e a perdoar aos outros, o matrimônio durará, seguirá em frente."

Governo federal lança campanha " Coração Azul" contra o tráfico de pessoas

NBR ENTREVISTA - 22.05.13:O Ministério da Justiça e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançaram a campanha "Coração Azul", que tem como objetivo mobilizar a opinião pública para combater o tráfico de pessoas. O símbolo representa a tristeza das vítimas deste tipo de crime e lembra a insensibilidade daqueles que compram e vendem outros seres humanos. O uso da cor azul também demonstra o compromisso da ONU em combater o tráfico de pessoas. O evento dá início a uma nova parceria entre a UNODC e o governo brasileiro. Dados oficiais mostram que há mais de 2 milhões de vítimas traficadas no mundo. Para falar sobre a campanha, o NBR Entrevista conversa com a diretora do Departamento de Justiça do MJ, Fernanda dos Anjos.


sábado, 22 de março de 2014

Tráfico de Pessoas - uma lenda urbana real

Paz & Bem!

A partir de hoje estarei postando aqui matérias para CAMPANHA DA FRATERNIDADE, vale muito a pena ler e assistir, vamos diminuir o tráfego humano em nosso País e no mundo. DENUNCIE!
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sexta-feira, 21 de março de 2014

DIZIMO






DIZIMO

Ser dizimista é converter-se; e a conversão implica em deixar de lado nosso egoísmo, o nosso "eu", renunciar a si mesmo. Somente pela conversão é que conseguimos enxergar as necessidades de nossa Igreja, de nossos irmãos carentes dos bens materiais e espirituais.

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Terceira Caminha Penitencial

Paz & Bem!

Hoje tivemos em nossa comunidade a TERCEIRA CAMINHADA PENITENCIAL, com saída da Rua Alemanha x Av. Portugal (praça), o Diácono Dule fez a espiritualidade durante o percurso e o Frei Marcio celebrou a Santa Missa, estavam presentes mais de 100 pessoas, mesmo com um tempo instável.
A próxima saíra da Rua Bélgica com a Rua Finlândia, perto da Escola Instituto, venha participar...


















Papa: “Quem confia em si mesmo, e não em Deus, está fadado à infelicidade”

Papa Francisco
Cidade do Vaticano (RV) – O homem que confia em si mesmo, nas próprias riquezas ou nas ideologias, está fadado à infelicidade: palavras do Papa na manhã desta quinta-feira, durante a Missa na Casa Santa Marta.
Em sua homilia, o Papa comentou a primeira leitura do dia, extraída do Livro de Jeremias, que declara “bendito o homem que se fia no Senhor”: “é como uma árvore plantada junto da água”, que não para de produzir frutos no ano da seca.
A nossa confiança está somente no Senhor, disse Francisco. Não precisamos de outras coisas, de outras ideologias. Do contrário, o homem se fecha em si mesmo, “sem horizontes, sem portas abertas e sem salvação”. É o que acontece ao rico do Evangelho, eu não percebeu que ao lado de sua casa havia um pobre. O pobre sabemos que se chamava Lázaro, mas o rico “não tem nome”:
E esta é a maldição mais forte de quem confia em si mesmo ou em suas forças, nas possibilidades dos homens e não em Deus: perder o nome. Qual seu nome? Conta número tal, no banco tal. Qual seu nome? Muitas propriedades, muitas casas… Qual seu nome? As coisas que temos, os ídolos. É amaldiçoado o homem que confia nisso.
“Todos nós temos esta fraqueza – afirmou o Papa –, esta fragilidade de depositar as nossas esperanças em nós mesmos ou nos amigos, ou somente nas possibilidades humanas e nos esquecemos do Senhor. E isso nos leva ao caminho da infelicidade”:
Hoje, neste dia de Quaresma, nos fará bem questionar: onde está a minha confiança? No Senhor, ou sou um pagão que confio nas coisas, nos ídolos que fiz? Ainda tenho um nome ou comecei a perder o nome e me chamo ‘Eu? Eu, mim, comigo, para mim, somente eu? Para mim, para mim… sempre aquele egoísmo: ‘Eu’. Isso não nos dá a salvação.
Todavia, observou Francisco, “no final há uma porta de esperança” para os que confiam em si mesmos e “perderam o nome”:
No final, no final sempre existe uma possibilidade. E este homem, quando percebeu que tinha perdido o nome, tinha perdido tudo, tudo, levanta os olhos e diz um só palavra: ‘Pai’. E a resposta de Deus é uma só palavra: ‘Filho!’. Se alguns de nós na vida, de tanto confiar no homem e em nós mesmos, acabamos por perder o nome, por perder esta dignidade, ainda existe a possibilidade de dizer esta palavra que é mais do que mágica, é mais forte: ‘Pai’. Ele sempre nos espera para abrir uma porta que nós não vemos, e nos dirá: ‘Filho’. Peçamos ao Senhor a graça que a todos nós dê a sabedoria de confiar somente Nele, não nas coisas, nas forças humanas, somente Nele”.
Fonte: Postado em: Santa Sé

quarta-feira, 19 de março de 2014

Fundador de igreja protestante se torna católico. E a “culpa” é do Papa Francisco!

papa_video
Hoje, faz um ano que Jorge Mario Bergoglio, o argentino mais amado do Brasil (talvez o único argentino amado pelo Brasil), calçou as sandálias de Pedro e tornou-se o nosso Bispo de Branco. Nesses 365 dias de pontificado, uma coisa é marcante: a distorção de sua figura pela mídia e pelos católicos-jujuba, que esperam dele mudanças na doutrina; e, por outro lado, a desconfiança de alguns católicos tradicionalistas, que veem traição e modernismo em cada um de seus gestos.
Mas quem é, de verdade, o Papa Francisco? Como diz Jesus, pelos frutos podemos conhecer alguém. E o que vemos é o Papa reafirmar a cada dia a Tradição da Igreja, cativando, ao mesmo tempo, o coração dos não-católicos. Afinal, o médico veio para os doentes! Porém, muita gente vê essa aproximação do Papa com os não-católicos com maus olhos. Querem que o pastor fique alisando e escovando o pêlo das ovelhas que já estão dentro do redil, e se enciumam quando ele se volta para as ovelhas perdidas!
Foi isso que aconteceu quando, recentemente, o papitcho gravou um vídeo (veja aquisaudando os líderes de igrejas protestantes pentecostais que participavam de um encontro no Texas (EUA). No vídeo, que foi gravado de improviso via iphone, o Papa reafirma o desejo de que as divisões entre católicos e protestantes sejam superadas. Em vez de se alegrarem com mais essa ponte de diálogo erguida pelo Papa, muitos católicos ficaram desgostosos, dizendo que o Papa não fez vídeo para apoiar os católicos perseguidos nos países socialistas, mimimimi…
Em primeiro lugar, o Papa não planejou fazer esse vídeo. Está evidente que atendeu com solicitude ao pedido que alguém lhe fez ali, no momento. Segundo: a saudação não incluía qualquer aprovação da doutrina protestante. Terceiro: o vídeo foi o empurrãozinho que faltava para que o fundador da igreja pentecostal mais influente da Suécia se convertesse ao catolicismo. Mandou bem, papitcho! Olhaí o salve do beato JP II…joao_paulo_iiDurante o culto dominical, Ulf Ekman anunciou aos três mil seguidores de sua igreja que ele e sua esposa se converteram ao catolicismo, dizendo: “nos demos conta de que nossos preceitos protestantes, em muitos casos, não têm nenhum fundamento” (Fonte: ACI).O pastor Ekman explicou que havia se dedicado cerca de dez anos ao estudo da doutrina católica, e seu viu atraído pelo Catecismo, pela Doutrina Social da Igreja e pelo exemplo de vida dos católicos carismáticos. Mas a sua decisão de ingressar na Igreja Católica foi mesmo tomada após ver o vídeo do Papa.Ekman, que é um dos líderes cristãos mais influentes da Suécia, afirmou algo muito politicamente incorreto: a unidade dos cristãos “tem consequências práticas”, ou seja, não é suficiente que católicos e protestantes tenham um bom relacionamento… É preciso que todos se reúnam em uma só Igreja! Diante dessa declaração, em uma entrevista, ele foi questionado: “Não é suficiente que nos amemos uns aos outros?”. Ekman respondeu: “Isso é o mesmo que dizem as pessoas que vivem juntas e não se casam! Mas Jesus não tem 20 mil esposas [aqui ele se refere às milhares de seitas protestantes], e sim uma relação interna e externa específica com uma Esposa”, disse, referindo-se à Igreja Católica.“A Igreja é o Corpo de Cristo, uma entidade estruturada. É concreta, não é uma nuvem de gás. O Corpo é visível. O modelo é Jesus, que teve um Corpo visível durante 30 anos. Além do mais, como era no princípio? (…) Havia somente uma Igreja!”, enfatizou Ekman. E concluiu: “Nós precisamos do que Jesus colocou na Igreja Católica. Eu preciso dos sacramentos, eu preciso do Magistério, preciso do Papa, preciso da tradição que gerenciam. Eu preciso da Igreja para minha própria salvação”                                                                                                                  De fato, a espontaneidade e disponibilidade desse papa para gravar vídeos e dar entrevistas dá frio na barriga e às vezes gera algumas confusões, como no caso do infeliz vídeo gravado para a Via Campesina (que foi cretinamente divulgado pelo MST como uma prova de que o papa apoia suas ações). Mas o Espírito Santo tem feito grandes coisas por meio desse grande pastor! Viva o Papa Francisco!                                                                                           Fonte: O Catequista

terça-feira, 18 de março de 2014

Papa Francisco: Escutem Jesus lendo o Evangelho todos os dias

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Vaticano, 17 Mar. 14 / 09:09 am (ACI/EWTN Noticias).- Ao presidir ontem a oração do Ângelus ante a multidão de fiéis congregada na Praça de São Pedro, o Papa Francisco alentou a escutar Jesus todos os dias no Evangelho.
“É uma coisa boa; é uma coisa boa ter um pequeno Evangelho, pequeno, e levá-lo conosco, no bolso, na bolsa, e ler um pequeno trecho em qualquer momento do dia. Em qualquer momento do dia, eu pego do bolso o Evangelho e leio alguma coisinha, um pequeno trecho. Ali é Jesus que nos fala, no Evangelho!”.
A seguir, a íntegra das palavras do Papa pronunciadas antes da oração do Ângelus:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje o Evangelho nos apresenta o evento da Transfiguração. É a segunda etapa do caminho quaresmal: a primeira, as tentações no deserto, domingo passado; a segunda: a Transfiguração. Jesus “tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha” (Mt 17, 1).
A montanha na Bíblia representa o lugar da proximidade com Deus e do encontro íntimo com Ele; o lugar da oração, onde estar na presença do Senhor. Lá no alto da montanha, Jesus se mostra aos três discípulos transfigurado, luminoso, belíssimo; e depois aparecem Moisés e Elias, que conversam com Ele.
A sua face é tão brilhante e as suas vestes tão brancas que Pedro permanece deslumbrado, tanto que queria permanecer ali, quase parar aquele momento. De repente, ressoa do alto a voz do Pai que proclama Jesus como seu Filho amado, dizendo: “Escutai-o” (v. 5).
Esta palavra é importante! O nosso Pai que disse a estes apóstolos, e diz também a nós: “Escutai Jesus, porque é o meu Filho amado”. Tenhamos, esta semana, esta palavra na cabeça e no coração: “Escutai Jesus!”. E isto não o diz o Papa, diz Deus Pai, a todos: a mim, a vocês, a todos, todos!
É como uma ajuda para seguir adiante no caminho da Quaresma. “Escutai Jesus!”. Não esquecer.
É muito importante este convite do Pai. Nós, discípulos de Jesus, somos chamados a ser pessoas que escutam a sua voz e levam a sério suas palavras. Para escutar Jesus, é preciso ser próximo a Ele, segui-Lo, como faziam as multidões do Evangelho que o seguiam pelos caminhos da Palestina.
Jesus não tinha uma cátedra, ou um púlpito fixo, mas era um mestre itinerante, que propunha os seus ensinamentos, que eram os ensinamentos que o Pai lhe havia dado, ao longo dos caminhos, percorrendo trajetos nem sempre previsíveis e às vezes pouco fácil. Seguir Jesus para escutá-Lo.
Mas também escutamos Jesus na sua Palavra escrita, no Evangelho. Faço uma pergunta a vocês: vocês leem, todos os dias, um trecho do Evangelho? Sim, não…sim, não…Meio a meio… Alguns sim e alguns não. Mas é importante! Vocês leem o Evangelho?
É uma coisa boa; é uma coisa boa ter um pequeno Evangelho, pequeno, e levá-lo conosco, no bolso, na bolsa, e ler um pequeno trecho em qualquer momento do dia. Em qualquer momento do dia, eu pego do bolso o Evangelho e leio alguma coisinha, um pequeno trecho. Ali é Jesus que nos fala, no Evangelho!
Pensem nisto. Não é difícil, nem necessário que sejam os quatro: um dos Evangelhos, pequenino, conosco. Sempre o Evangelho conosco, porque é a Palavra de Jesus para poder escutá-Lo.
Deste episódio da Transfiguração, gostaria de colher dois elementos significativos, que sintetizo em duas palavras: subida e descida. Nós temos necessidade de ir além, de subir a montanha em um espaço de silêncio, para encontrar nós mesmos e perceber melhor a voz do Senhor.
Isto fazemos na oração. Mas não podemos permanecer ali! O encontro com Deus na oração nos impele novamente a “descer da montanha” e retornar para baixo, à planície, onde encontramos tantos irmãos sob o peso do cansaço, das doenças, injustiças, ignorâncias, pobreza material e espiritual.
A estes nossos irmãos que estão em dificuldade, somos chamados a levar os frutos da experiência que fizemos com Deus, partilhando com eles a graça recebida. E isto é curioso. Quando nós ouvimos a Palavra de Jesus, escutamos a Palavra de Jesus e a temos no coração, aquela Palavra cresce. E vocês sabem como cresce? Dando-a ao outro!
A Palavra de Cristo em nós cresce quando nós a proclamamos, quando nós a damos aos outros! E este é o caminho cristão. É uma missão para toda a Igreja, para todos os batizados, para todos nós: escutar Jesus e oferecê-Lo aos outros. Não esquecer: esta semana, escutem Jesus!
E pensem nesta questão do Evangelho: vocês o farão? Farão isto? Depois, no próximo domingo, vocês me dirão se fizeram isto: ter um pequeno Evangelho no bolso ou na bolsa para ler um pequeno trecho no dia.
E agora dirijamo-nos à nossa Mãe Maria, e confiemo-nos à sua orientação para poder seguir com fé e generosidade este itinerário da Quaresma, aprendendo um pouco mais de “subir” com a oração e escutar Jesus e “descer” com a caridade fraterna, anunciando Jesus.
fonte:  Postado em: Santa Sé

sexta-feira, 14 de março de 2014

Segunda caminhada penitencial

Hoje tivemos a segunda caminhada penitencial de nossa Paróquia, começou na Av. Inglaterra x Rua China, onde tivemos 116 pessoas participando da caminhada, com encerramento com a Santa Missa.
Venha participar da próxima caminha, que será na Rua Escócia x Rua Alemanha (na praça).

Vejam as imagens:










quarta-feira, 12 de março de 2014

36 fotografias para recordar o 1º ano do Papa Francisco

Que imagem do Papa foi mais marcante para você neste primeiro ano de pontificado?


© LUCA ZENNARO / AFP POOL / AFP
O Vaticano comemora o primeiro aniversário de pontificado do Papa Francisco com um álbum especial: 36 fotografias acompanhadas de frases marcantes do Santo Padre, encabeçadas pelo título: "Queremos tornar-nos santos? Sim ou não?".

Vale a pena ver o álbum com calma, recordar alguns momentos do Papaao longo do ano e refletir sobre suas frases.

Algumas das frases do álbum são:

"Nunca sejais homens e mulheres tristes: um cristão não o pode ser jamais!"

"Mas é precisamente por ti que Deus espera! Só te pede a coragem de ires ter com Ele."

"Sim, jovens; ouvistes bem: ir contra a corrente. Isto fortalece o coração, já que ir contra a corrente requer coragem e Ele dá-nos esta coragem."

"Devemos falar menos, mas falar com a vida toda: a coerência de vida."

"O nosso Deus não é um Deus 'spray', é concreto, não é abstrato, mas tem um nome: Deus é amor."

"Não tenhais medo dos fracassos, não tenhais medo das quedas. Na arte de caminhar, o que importa não é tanto não cair, como sobretudo não 'ficar caído': levantar-se depressa, logo, e continuar a caminhar."

E para você, qual foi a frase mais marcante do Papa Francisco até agora? Compartilhe-a conosco!

Para ver o álbum completo, clique aqui. E para ler os discursos completos em que o Papa disse cada frase, basta clicar no símbolo (>>>) que aparece no final de cada página do álbum.

O Papa Francisco não apoia as uniões homossexuais, esclarece o Vaticano

ppthomasrosica100314
VATICANO, 11 Mar. 14 / 11:27 am (ACI).- O Padre Thomas Rosica da Sala de Imprensa da Santa Sé explicou que o Papa Francisco não apoia as uniões homossexuais como informaram certos meios que distorceram suas declarações em alusão às uniões civis na entrevista que concedeu aos jornais La Nación (Argentina) e Corriere della Sera (Itália).
O sacerdote assinalou que “alguns jornalistas interpretaram as palavras do Papa para refletir uma abertura de parte da Igreja às uniões civis. Outros interpretaram suas palavras como se estivesse falando do assunto das uniões do mesmo sexo”.
No diálogo reproduzido por estes jornais, o entrevistador fez ao Papa esta pergunta: “Muitos países regularam a união civil. É um caminho que a Igreja pode compreender, mas até que ponto?”.
A resposta do Papa foi: “O matrimônio é entre um homem e uma mulher. Os Estados laicos querem justificar as uniões civis para regular diversas situações de convivência, impulsionados pela exigência de regular aspectos econômicos entre as pessoas, como por exemplo assegurar a assistência de saúde. É preciso ver os diversos casos e avaliá-los na sua variedade”.
Conforme explicou o Pe. Rosica, “em sua resposta ao entrevistador, (o Papa Francisco) enfatizou a característica natural do matrimônio entre um homem e uma mulher, e por outro lado, também falou sobre a obrigação do Estado para cumprir suas responsabilidades para com os cidadãos”.
A pergunta original não menciona o caso das uniões homossexuais. O Pe. Rosica precisou que a “’união civil’ na Itália se refere às pessoas que estão casadas pela lei, fora de um contexto religioso”. Na Itália e em vários países do mundo, o matrimônio religioso constitui um casamento diferente ao que se tramita no registro civil.
Quanto às perguntas sobre se estas palavras se referiam às uniões homossexuais, o sacerdote disse que “o Papa optou por não entrar em debates sobre o delicado assunto das uniões gay civis”.
Com esta resposta, adicionou, o Santo Padre “falou em termos muito gerais e não se referiu especificamente ao ‘matrimônio’ de pessoas do mesmo sexo como uma união civil”.
“O Papa Francisco simplesmente se referiu ao tema e não opinou contra as posições das conferências episcopais em vários países onde se deve enfrentar o assunto das uniões civis e do matrimônio de pessoas do mesmo sexo”.
Para concluir, disse o Pe. Rosica, “não devemos tratar de ler mais nas palavras do Papa que o que disse em termos muito gerais”.

sábado, 8 de março de 2014

Evangelho - Mt 4,1-11 (Jesus jejuou durante quarenta dias e foi tentado)

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 4,1-11
Naquele tempo:1o Espírito conduziu Jesus ao deserto,para ser tentado pelo diabo.2Jesus jejuou durante quarenta dias e quarenta noites,e, depois disso, teve fome.3Então, o tentador aproximou-se e disse a Jesus:'Se és Filho de Deus,manda que estas pedras se transformem em pães!'4Mas Jesus respondeu: 'Está escrito:'Não só de pão vive o homem,mas de toda palavra que sai da boca de Deus'.'5Então o diabo levou Jesus à Cidade Santa,colocou-o sobre a parte mais alta do Templo,6e lhe disse: 'Se és Filho de Deus,lança-te daqui abaixo!Porque está escrito:'Deus dará ordens aos seus anjos a teu respeito,e eles te levarão nas mãos,para que não tropeces em alguma pedra'.'7Jesus lhe respondeu: 'Também está escrito:'Não tentarás o Senhor teu Deus!''8Novamente, o diabo levou Jesus para um montemuito alto.Mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glória,9e lhe disse: 'Eu te darei tudo isso,se te ajoelhares diante de mim, para me adorar.'10Jesus lhe disse: 'Vai-te embora, Satanás,porque está escrito:'Adorarás ao Senhor teu Deuse somente a ele prestarás culto.'11Então o diabo o deixou.E os anjos se aproximaram e serviram a Jesus.Palavra da Salvação.