sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

TRÁFICO HUMANO - CF 2014

O consentimento é importante para considerar alguém em situação de tráfico humano?

Há casos em que a pessoa vítima de tráfico sabe da exploração que sofrerá e consente com ela. Mesmo nessa situação, existe o crime, e a vítima é protegida pela lei. Considera-se que, nessa situação, o consentimento não é legítimo, porque fere a autonomia e a dignidade inerentes a todo ser humano.

O tráfico de pessoas retira da vítima a própria condição humana, ao tratá-la como um objeto, um produto, uma simples mercadoria que pode ser vendida, trocada, transportada e explorada. Portanto, o consentimento da pessoa, em uma situação de tráfico humano, não atenua a caracterização do crime.

Quais são os elementos do tráfico de pessoas?

O ATO Ação de captar, transportar, deslocar, acolher ou receber pessoas, as quais serão usadas para exploração econômica como objetos/recursos.

OS MEIOS

Ameaça ou uso da força, coação, rapto, fraude, ardil, abuso de poder ou de uma situação de vulnerabilidade, ou a concessão de benefícios pagos em troca do controle da vida da vítima.

OBJETIVO

Para fins de exploração, que inclui prostituição, exploração sexual, trabalhos forçados, escravidão, retirada de órgãos e práticas semelhantes.

Exploração Sexual

O aliciamento para a exploração sexual por meio do tráfico de pessoas tem como padrão a falsa oferta de emprego e as promessas de melhoria na qualidade de vida para as vítimas, que acreditam que terão melhor escolaridade, oportunidade de conhecimento de língua estrangeira, bom salário etc.

No Brasil, a captação de vítimas ocorre tanto em ambientes rurais como em áreas urbanas e em todas as classes sociais. Os principais alvos são as mulheres e as meninas. Mesmo sem dados referentes ao tráfico e à exploração sexual de homens e meninos, sabe-se que estes também são aliciados.

Exploração do Trabalho

O tráfico de pessoas para a exploração do trabalho está relacionado, em especial, às práticas análogas à escravidão, como a servidão e o trabalho forçado.

Nem todas as vítimas de trabalhados forçados são vítimas traficadas. Caracteriza-se o tráfico quando o trabalhador é retirado de seu local de origem, fica sem liberdade ou sem mobilidade, tendo retidos os documentos; ou quando ocorre limitação da vítima pela supressão de recursos financeiros ou atribuição de altas dívidas, que se revelam, na prática, impossíveis de pagar com o trabalho que prestam.

Além do tráfico interno de trabalhadores, o Brasil também é “importador” nessa modalidade de tráfico de pessoas. Os aliciados, em sua maioria, são vizinhos sul-americanos (vindos principalmente da Bolívia, do Peru, do Paraguai e da Colômbia), e as atividades para as quais essas pessoas mais frequentemente são traficadas são a confecção de vestuário e a construção civil.

É bom ressaltar que não existe possibilidade de utilizar a conciliação para os casos envolvendo crimes contra a vida (homicídios, por exemplo). E também nas situações previstas na Lei Maria da Penha. (Ex.: denúncia de agressões entre marido e mulher).

Remoção de Órgãos

O tráfico de pessoas para remoção de órgãos começa com a venda dos próprios órgãos pela vítima. Trata-se de um mercado cruel, que explora o desespero de ambos os lados: doentes que podem pagar por um órgão imprescindível para viver e pessoas que ponderam entre o órgão sadio que têm – e que avaliam que podem dispor sem risco de vida – e o dinheiro que receberão com a venda.

O caso mais conhecido apurado no Brasil ocorreu no início dos anos 2000, com o tráfico internacional que ligava o estado de Pernambuco e à África do Sul. As vítimas eram aliciadas, vendiam um rim na área urbana de Recife e eram levadas para Durban, na África do Sul, onde se submetiam à cirurgia para retirada desse órgão.

Em 2004, o Ministério Público Federal denunciou 28 pessoas por aquele crime. A estimativa foi de que o esquema criminoso movimentou em torno de US$ 4,5 milhões com a comercialização de cerca de 30 órgãos.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014


trafico exploracaosexual
O que é tráfico de pessoas?
A Organização das Nações Unidas (ONU), no Protocolo de Palermo (2003), define tráfico de pessoas como “o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo-se à ameaça ou ao uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração”. 
Segundo a ONU, o tráfico de pessoas movimenta anualmente 32 bilhões de dólares em todo o mundo. Desse valor, 85% provêm da exploração sexual.
Recentemente o Ministério da Justiça divulgou diagnóstico sobre o tráfico de pessoas no Brasil. Outra pesquisa publicada pelo Órgão trata do tráfico realizado entre Brasil, Itália e Portugal.
trafico criancas
Quem são as pessoas em situação de tráfico humano?
Há tráfico de pessoas quando a vítima é retirada de seu ambiente, de sua cidade e até de seu país e fica com a mobilidade reduzida, sem liberdade de sair da situação de exploração sexual ou laboral ou do confinamento para remoção de órgãos ou tecidos.
A mobilidade reduzida caracteriza-se por ameaças à pessoa ou aos familiares ou pela retenção de seus documentos, entre outras formas de violência que mantenham a vítima junto ao traficante ou à rede criminosa.
trafico papeisQuem são os aliciadores? Quem faz a captação das pessoas em situação de tráfico humano?
Os aliciadores, homens e mulheres, são, na maioria das vezes, pessoas que fazem parte do círculo de amizades da vítima ou de membros da família. São pessoas com que as vítimas têm laços afetivos. Normalmente apresentam bom nível de escolaridade, são sedutores e têm alto poder de convencimento. Alguns são empresários que trabalham ou se dizem proprietários de casas de show, bares, falsas agências de encontros, matrimônios e modelos. As propostas de emprego que fazem geram na vítima perspectivas de futuro, de melhoria da qualidade de vida.
No tráfico para trabalho escravo, os aliciadores, denominados de “gatos”, geralmente fazem propostas de trabalho para pessoas desenvolverem atividades laborais na agricultura ou pecuária, na construção civil ou em oficinas de costura. Há casos notórios de imigrantes peruanos, bolivianos e paraguaios aliciados para trabalho análogo ao de escravo em confecções de São Paulo.
trafico orgosO que posso fazer para enfrentar o tráfico de pessoas?
A prevenção é sempre a melhor iniciativa. Portanto, ao verificar que existem indícios de tráfico humano, dê as seguintes orientações:
1) Duvide sempre de propostas de emprego fácil e lucrativo.
2) Sugira que a pessoa, antes de aceitar a proposta de emprego, leia atentamente o contrato de trabalho, busque informações sobre a empresa contratante, procure auxílio da área jurídica especializada. A atenção é redobrada em caso de propostas que incluam deslocamentos, viagens nacionais e internacionais.
3) Evite tirar cópias dos documentos pessoais e deixá-las em mãos de parentes ou amigos.
4) Deixe endereço, telefone e/ou localização da cidade para onde está viajando.
5) Informe para a pessoa que está seguindo viagem endereços e contatos de consulados, ONGs e autoridades da região.
6) Oriente para que a pessoa que vai viajar nunca deixe de se comunicar com familiares e amigos.
Em caso de Tráfico de Pessoas, denuncie!
Disque denúncia: 100

Como buscar ajuda para as pessoas em situação de tráfico humano?
trafico trabalhoinfantil
Secretaria Nacional de Justiça – Ministério da Justiça
Polícia Federal
Ministério Público Federal
Consulte o da sua cidade aqui
Ministério Público Estadual
Consulte o da sua cidade aqui
Defensoria Pública da União
Consulte a da sua cidade aqui
Defensoria Pública dos Estados
Consulte a da sua cidade aqui
Fonte: http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/cidadania-direito-de-todos/trafico-de-pessoas

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Coletiva de Imprensa sobre CF 2014




imprensa d olrandoLevando em conta que no próximo dia 05 de março acontecerá a Missa de Abertura da Campanha da Fraternidade e Início da Quaresma em nossa Arquidiocese, venho por meio deste, a pedido de Dom Orlando Brandes, Arcebispo Metropolitano de Londrina convidá-los para a Coletiva de Imprensa no dia 28 de fevereiro às 10h na Mitra Arquidiocesana – Rua Dom Bosco 145 – Londrina.
A Coletiva terá início com Palavra do Arcebispo sobre o tema da Campanha da Fraternidade deste ano, “ Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema, “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1). Logo após a fala do Arcebispo todos poderão fazer suas matérias. Também estarão presentes membros da Organização da Campanha da Fraternidade da Arquidiocese e convidados.
Contamos com sua presença e desde já com sua divulgação do Evento.
EVENTOS DA CF 2014
  1. 28 de fevereiro às 10 horas, acontecerá a Coletiva de Imprensa concedida por Dom Orlando Brandes, Arcebispo Metropolitano de Londrina sobre a Campanha da Fraternidade cujo assunto será o Tráfico Humano. Local: Mitra Arquidiocesana – Rua Dom Bosco 145 – Londrina.
  2. 05 de março às 11 horas acontecerá Missa de Cinzas e Abertura da Campanha da Fraternidade na Catedral de Londrina em âmbito Arquidiocesano com a presidência de Dom Orlando Brandes.
  3. 13 a 20 de abril – Semana Santa
  4. 14 de abril as 19h30 no Ginásio de Esportes Moringão acontecerá a Missa dos Santos Óleos para toda a Arquidiocese.
ASSESSORIA DE IMPRENSA ARQUIDIOCESANA
Assessor: Pe. Claudinei Souza da Silva

Tráfico de Pessoas - uma lenda urbana real



terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

TRABALHO ESCRAVO NO PARANÁ - CF 2014

Kay Chernush / Leonardo Sakamoto, coordenador da ONG Repórter Brasil, concorre atualmente ao cargo de relator sobre o trabalho escravo na ONULeonardo Sakamoto, coordenador da ONG Repórter Brasil, concorre atualmente ao cargo de relator sobre o trabalho escravo na ONU

“Todos somos responsáveis”

Leonardo Sakamoto, jornalista e integrante da Comissão Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo
28/01/2014 | 00:09Yuri Al’ Hanati
“É tudo menos uma questão de maldade ou bondade”, diz Leonardo Sakamoto, quando perguntado sobre as causas do trabalho escravo. Para o jornalista e coordenador da ONG que divulga denúncias sobre o tema Repórter Brasil, a prática é fruto de um cálculo econômico e está ligada a um sistema de competitividade e pressão por preços baixos. Nesta entrevista, Sakamoto fala, entre outras questões, da necessidade de aprovar a PEC do Trabalho Escravo, empacada no Senado desde 2012.
Quais as condições que fazem surgir o trabalho escravo?

Michel Filho/ Ag. O Globo
Michel Filho/ Ag. O Globo / <b>O carvão do churrasco</b>: Há menos de uma semana, agentes da Polícia Rodoviária Federal, do Ministério Público do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, de três municípios do interior de São Paulo encontraram cinco carvoarias a 100 quilômetros da capital com trabalho análogo ao escravo – três delas tinham crianças. Ao todo, 34 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes, fabricando o carvão usado no churrasco dos paulistanosAmpliar imagem
O carvão do churrasco: Há menos de uma semana, agentes da Polícia Rodoviária Federal, do Ministério Público do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, de três municípios do interior de São Paulo encontraram cinco carvoarias a 100 quilômetros da capital com trabalho análogo ao escravo – três delas tinham crianças. Ao todo, 34 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes, fabricando o carvão usado no churrasco dos paulistanos
Balanço
Paraná tem 16 empresas na lista suja do MTE
No Paraná, 16 estabelecimentos estão na última lista suja do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), relação nacional atualizada no fim de dezembro de 2013. Todos eles são relacionados a atividades rurais, como fazendas e madeireiras, e receberam autuações sobre trabalho escravo. O procurador do trabalho Gláucio Araújo de Oliveira, do Ministério Público do Trabalho do Paraná (MPT-PR), acompanhou algumas autuações e diz que a maioria delas apresenta condições degradantes de alojamento e trabalho. “Alguns dormem em acampamentos feitos de lona, sem água e sem equipamentos de proteção”, conta. O procurador ressalta a importância da aprovação da PEC do trabalho escravo em seu texto original: “Eles querem tirar o conceito de dignidade da PEC. Se conseguirem, acaba o trabalho escravo no Brasil na mesma hora”, ironiza, e exemplifica: “Existem muitas denúncias em plantações de cana envolvendo jornada exaustiva, na qual o trabalhador pode até morrer de cansaço. Da última vez que eu conferi, eles pagavam ao cortador cerca de R$ 2,85 por cada tonelada de cana cortada. Ou seja, ele precisa cortar mais de dez toneladas por dia para ganhar R$ 900”. Em Curitiba, Oliveira aponta as denúncias envolvendo o ramo da construção civil. “Posso dizer com segurança que quase todas as construtoras têm denúncias de trabalho escravo. Mas eles alegam que o serviço é terceirizado e que os trabalhadores não são deles. Geralmente, trazem mão de obra do Nordeste e alojam vinte trabalhadores em uma casa com capacidade para cinco, quando não alojam na própria construção, em que quase sempre falta água”.
O trabalho escravo não é resquício de formas antigas de exploração que vão desaparecer quando a modernidade chegar a todos os lugares. Ele é um instrumento utilizado sistematicamente para reduzir custos. No afã de melhorar a lucratividade ou aumentar a competitividade do seu negócio, vão se reduzindo custos dos direitos trabalhistas, até que você cruza uma linha que é a linha de dignidade e liberdade das pessoas. É claro que um fazendeiro ou um empresário não busca ter escravos. Mas eles vão cortando direitos e quando veem, já estão incorrendo nesse crime. E existem condições que tornam isso possível. Por exemplo, o sentimento de impunidade, que é ainda muito grande, e a pobreza.
Em que sentido as leis avançaram no tema?
O artigo 149 do Código Penal é da década de 1940 e teve sua atualização em 2003. Ele é claro na definição de trabalho escravo, e da punição. Agora a gente tem uma série de medidas a aprovar. A mais importante delas a PEC do Trabalho Escravo, que prevê o confisco, sem indenização, de propriedades rurais e urbanas que praticam esse tipo de crime. O trabalho escravo é um cálculo econômico, então transformar o lucro em prejuízo é a melhor forma de combater esse crime.
Existe punição efetiva para a prática hoje no Brasil?
Você tem umas 40 ou 50 condenações por trabalho escravo, mas boa parte recorre em liberdade. É muito difícil um caso transitado em julgado que tenha como decisão final a cadeia para o réu. Mas eu sempre acho mais importante penalizar o caráter econômico. Não estou falando que a cadeia não é importante, até porque existem casos de trabalho análogo ao escravo com abuso de violência em que não há discussão, mas para coibir a prática são necessários elementos que causem prejuízo ao produtor.
Uma liderança ruralista me deu um depoimento interessante sobre

Após polêmica com a Adidas, Dilma ataca Turismo Sexual


A presidente Dilma Rousseff usou sua conta no Twitter para alertar sobre o perigo da exploração sexual durante o carnaval e a Copa do Mundo. O Brasil, segundo Dilma, "está feliz em receber turistas que chegarão para a Copa, mas também está pronto para combater o turismo sexual". 

Elza Fiúza/ABr


Para coibir estes casos, a presidente prometeu ações enérgicas. "O governo aumentará os esforços na prevenção da exploração sexual de crianças e adolescentes do Brasil". O pronunciamento da presidente é uma resposta à polêmica campanha lançada pela Adidas, às vésperas da Copa. 

Reprodução


Uma linha de camisetas da empresa apresenta mensagens de duplo sentido, com conotação sexual. Uma delas traz a frase "Lookin to score", que pode ser traduzida por "em busca dos gols". Mas também pode ser uma expressão que significa "pegar garotas", uma vez que a estampa é um coração amarelo no formato de nádegas femininas com fio dental verde. 

As imagens também causaram revolta na Embratur. De acordo com o presidente Flávio Dino, o fato atrapalha a organização da Copa do Mundo. "A gente luta para firmar uma imagem positiva do evento, e isso fortalece os discursos críticos à Copa. O problema é a apropriação disso e a deturpação do que pode ser a competição. Já comunicamos nossas agências espalhadas por 15 países para que façam a divulgação de que não aceitaremos isso de forma alguma", disse o dirigente. 

Ainda segundo Dino, a Embratur vai entrar em contato com a direção da Adidas no Brasil. Ele quer fazer um apelo para que a empresa reveja a campanha e tire os produtos do mercado. A reportagem procurou representantes da empresa alemã, mas ainda não obteve resposta sobre o assunto. 

DISQUE 100 - A presidente Dilma, por sua vez, citou o Ministério do Turismo e as secretarias de Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres da Presidência e disse que os órgãos estão "firmes no combate à exploração sexual". Segundo Dilma, denúncias envolvendo crianças e adolescentes devem ser feitas pelo Disque 100.

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-38--1045-20140225

PAPA FRANCISCO

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

As bençãos da fidelidade


 
Com esta mensagem desejamos agradecer a todos os nossos dizimistas pela fidelidade com que têm assumido o seu compromisso para com a nossa comunidade.
Nada melhor, ao final de cada período, que aquela gostosa sensação do dever cumprido. Se o período for diário – como é saboroso encostar a cabeça ao travesseiro e adormecer sossegadamente. Se o período for mensal, como é bom constatar que todos os compromissos foram realizados, todas as contas pagas, toda uma perspectiva de liberdade para iniciar um novo mês sem dívidas ou compromissos atrasados.
Nestas situações nos damos conta de como Deus é bom, propiciando todas as condições para vivermos uma vida de serenidade e confiança. Ele tudo nos dá e espera de nós a retribuição do amor e da fidelidade, porque Deus é amor, porque Deus é fiel.
Manifestamos nosso amor e fidelidade a Deus quando nos dispomos a amar os nossos irmãos, quando dedicamos algum tempo de nossa rotina diária para dialogar com Ele através das nossas singelas orações, quando cumprimos os nossos compromissos religiosos de participar regularmente da Santa Missa dominical, quando somos generosos com os mais necessitados, quando assumimos e cumprimos fielmente o nosso compromisso como dizimistas.
Se um dia nos sentimos chamados a nos tornar dizimistas, esforcemo-nos para ser fieis a este compromisso livremente assumido. Reflitamos sobre a importância do que devolvemos a Deus mensalmente. É o melhor que podemos oferecer? É regular a nossa retribuição, todos os meses?
Se constatamos a verdade de sermos amados por Deus que jamais deixa de manifestar a sua fidelidade para conosco – o quanto nos sentiremos impulsionados a retribuir com o nosso dízimo!
A nossa fidelidade na retribuição com o Dízimo nada acrescenta a Deus que nada precisa de nós. Mas sabemos que se Ele se alegra com um copo d´água oferecido a quem tem sede, certamente se alegrará com a fidelidade e regularidade da nossa retribuição do Dízimo mensal, porque essa importância representa a nossa gratidão e o nosso compromisso com a nossa comunidade de fé.
Através da nossa fidelidade no Dízimo a Igreja se torna mais plena, a Evangelização acontece, o dinamismo da vida comunitária floresce e o céu se abre para fazer chover a justiça e a fraternidade.
Que Deus abençoe tua fidelidade e faça prosperar a tua justiça! Continue testemunhando a tua generosidade e fidelidade, sendo um dizimista fiel em nossa comunidade paroquial!
Fonte: Fonte: http://luiztarciso

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Retiro da Pastoral Familiar da Arquidiocese de Londrina



Foi realizado no dia 22 de fevereiro o retiro de abertura oficial dos trabalhos de 2014 para Pastoral Familiar que teve como tema: "Família: torna-te aquilo que és!" (Familiaris Consortio, n 17). A história da salvação do homem passa pela família. A família é o espaço privilégiado onde Deus se manifesta, é o lugar teológico no qual se formam os corações dos homens novos.
É na família que recebemos os primeiros abraços, os primeiro carinhos e os puxões de orelha também. Somos embalados dos braços dos pais para a h=jornada da vida, aprendemos a andar com quedas e tropeços e aos poucos vamos fazendo a passagem do egoismo para a partilha. Sorrimos juntos, choramos juntos, rezamos juntos. Por tudo isso, a família é Escola do Evangelho e Igreja Doméstica.
O lema do retiro se baseia no apelo de Jesus, ao qual, todos nossos esforços se voltam nesse tempo "vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e vos darei descanso" (Mt 11,28).

















RETIRO PAROQUIAL COM DOM ALBANO

A comunidade do Jardim Igapó participou de um RETIRO PAROQUIAL que teve como assessor o Arcebispo Emérito de Londrina - DOM ALBANO CAVALIN, que foi realizado no Seminário Paulo VI. Estiveram reunidos mais de 100 lideranças da Paróquia Nossa Senhora Aparecida do jardim Igapó e da Capela São Judas Tadeu do Conjunto das Flores - Londrina.
O tema do Retiro foi sobre a Igreja Católica.

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

A família é indispensável para a vida e o futuro da humanidade, afirma o Papa Francisco

Papa Francisco
Vaticano, 20 Fev. 14 / 01:39 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco se dirigiu esta manhã aos mais de 180 cardeais que participam do Consistório extraordinária no que criará a 19 novos cardeais, e destacou que a família é indispensável para a vida do mundo e para o futuro da humanidade.
Junto às suas saudações e gratidão pela presença dos cardeais o Papa disse que “damos as boas-vindas especialmente aos irmãos que este sábado serão criados cardeais, e os acompanhamos com a oração e o afeto fraterno”.
“Hoje, a família é desprezada, é maltratada, e o que nos pede é reconhecer o belo, autêntico e bom que é formar uma família, ser família hoje; quão indispensável é isto para a vida do mundo, para o futuro da humanidade”, assinalou o Santo Padre.
“Nestes dias refletiremos de modo particular sobre a família, que é a célula básica da sociedade humana. O Criador abençoou desde o começo o homem e a mulher para que fossem fecundos e se multiplicassem sobre a terra; assim, a família representa no mundo uma espécie de reflexo de Deus, Uno e Trino”.
“Nossa reflexão terá sempre presente a beleza da família e do matrimônio, a grandeza desta realidade humana, tão singela e de uma vez tão rica, cheia de alegrias e esperanças, de fadigas e sofrimentos, como toda a vida”, afirmou.
“Buscaremos aprofundar na teologia da família, e na pastoral que devemos empreender nas condições atuais. Façamo-lo com profundidade e sem cair na casuística, porque isto faria reduzir indevidamente o nível de nosso trabalho”.
Por último o Papa disse que hoje a Igreja enfrenta a necessidade de realçar o plano luminoso de Deus sobre a família e exortou: “Ajudemos os cônjuges a vivê-lo com alegria em sua vida, lhes acompanhando em suas muitas dificuldades, com uma pastoral inteligente, corajosa e cheia de amor”.
“Obrigado a todos, e boa jornada de trabalho”, concluiu o Santo Padre.

Autor: Bíblia Católica

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Papa diz que uma fé sem obras não é fé

Em sua homilia de hoje, o Papa Francisco recordou que o mundo é repleto de cristãos que recitam as palavras do Credo, mas não as colocam em prática
Atualizado em 21/02/2014 às 09h15

Foto: Rádio Vaticano
“Uma fé que não dá fruto nas obras não é fé”: esta foi a afirmação com a qual o Papa Francisco iniciou sua homilia na Missa presidida esta manhã na Casa Santa Marta. O Papa ofereceu a celebração pelos 90 anos do Cardeal Silvano Piovanelli, Arcebispo emérito de Florença, agradecendo-lhe “pelo seu trabalho, seu testemunho e sua bondade”.


Em sua reflexão, o Pontífice recordou que o mundo é repleto de cristãos que recitam as palavras do Credo, mas não as colocam em prática. Ou de eruditos que catalogam a teologia numa série de possibilidades, sem que esta sabedoria tenha depois reflexos concretos na vida. É um risco para o qual S. Tiago já havia acenado dois mil anos atrás e que o Papa Francisco retomou na homilia, comentando o trecho da carta do Apóstolo. “A sua afirmação – observou – é clara: a fé que não dá fruto nas obras não é fé”:

Também nós erramos muitas vezes quanto a isto. Ouvimos pessoas que dizem: ‘Mas eu tenho tanta fé’, ‘eu acredito em tudo …’. E talvez esta pessoa que diz isso tenha uma vida morna, frágil. A sua fé é como uma teoria, mas não está viva em sua vida. O Apóstolo Tiago, quando fala de fé, fala justamente da doutrina, daquilo que é o conteúdo da fé. É possível conhecer todos os mandamentos, todas as profecias, todas as verdades de fé, mas se isso não é colocado em prática, não acaba em obras, não serve. Podemos recitar o Credo teoricamente, inclusive sem fé, e têm muitas pessoas que fazem assim. Também os demônios! Eles conhecem muito bem o que se diz no Credo e sabem que é Verdade.

No Evangelho – prosseguiu Francisco –, se encontram dois sinais reveladores de quem “sabe no que deve acreditar, mas não tem fé”. O primeiro sinal é a “casuística”, representado por aqueles que perguntavam a Jesus se era lícito pagar as taxas ou qual dos sete irmãos do marido deveria se casar com a mulher que ficou viúva. O segundo sinal é a “ideologia”:

(São) os cristãos que pensam a fé como um sistema de ideias, ideológico: existiam também no tempo de Jesus. O Apóstolo João os chama de anticristo, os ideólogos da fé, independente de sua proveniência. Naquele tempo havia os gnósticos, mas existirão muitos… E assim, esses que caem na casuística ou na ideologia são cristãos que conhecem a doutrina, mas sem fé, como os demônios. Com a diferença de que estes tremem, aqueles não: vivem tranquilos.

Pelo contrário, recordou o Papa, no Evangelho existem também exemplos de “pessoas que não conhecem a doutrina, mas têm muita fé”. O Pontífice citou três episódios, sendo um deles o da Samaritana, que abre o seu coração porque encontrou Jesus Cristo, e não verdades abstratas:

A fé é um encontro com Jesus Cristo, com Deus, e dali nasce e leva ao testemunho. É isso que o Apóstolo quer dizer: uma fé sem obras, que não envolva, que não leve ao testemunho, não é fé. São palavras e nada mais que palavras.

Fonte: Rádio Vaticano

Sorria

                          

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

PR registrou 61 denúncias sobre trabalho escravo em 2013

Há 52 processos ativos sobre o tema e 16 empresas paranaenses estão com o “nome sujo” no Ministério do Trabalho

28/01/2014 | 18:26Taiana Bubniak


No dia 28 de janeiro é comemorado em todo o mundo o dia de combate ao trabalho escravo. Embora a escravidão tenha sido abolida em 1888, ainda hoje é possível encontrar trabalhadores em situações degradantes, jornada exaustiva e servidão por dívida. Esses elementos configuram o trabalho análogo ao escravo.
No Paraná, há 52 procedimentos ou ações ativos contra trabalho escravo. Em 2013, foram 61 denúncias de trabalho análogo ao escravo e 27 delas se transformaram em Termos de Ajustamento de Conduta (TAC). Em levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) feito em dezembro que cadastrou 579 empregadoras de trabalho escravo, figuram 16 empresas paranaenses.
Temos ações específicas de fiscalização, em caso de denúncia ou em parceria com outras entidades, como pastorais, polícia e sindicatos. Além disso, nós fomentamos a discussão sobre o tema com os empresários e orientamos os trabalhadores para que não se sujeitem mais a essas condições”, explica Oliveira.De acordo com o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR), Glaucio Araújo de Oliveira, no Paraná, os ramos empresariais que tem maior incidência de trabalho análogo ao escravo são a silvicultura e a extração de erva-mate, nas áreas rurais e a construção civil, no meio urbano. Ele explica que o órgão tem duas formas de atuação: fiscalizar e conscientizar.
A penalização para os empresários flagrados nessas condições vão da esfera administrativa à penal. Em geral, os empresários assumem não repetir esse tipo de conduta e pagam multas de indenização.

Casos em 2013
Em 25 de fevereiro de 2013, o Ministério Público do Trabalho em Guarapuava, encontrou, na filial da empresa Agroflorestal Justus no município de Inácio Martins, 28 pessoas vivendo em regime de escravidão no corte de erva-mate, inclusive crianças. A denúncia foi feita por um dos trabalhadores, que conseguiu fugir do local. Eles viviam no meio da mata, sem condições de higiene ou alimentação adequada, e não tinham condições de deixar o local.
Uma força-tarefa realizada pelo Ministério Público do Trabalho em Pato Branco, Ministério do Trabalho e Emprego e Polícia Federal entre os dias 24 e 28 de junho de 2013, no município de Palmas, encontrou vários trabalhadores em situação irregular, após denúncia de trabalho escravo na região. Foram inspecionadas quatro fazendas. A situação mais grave foi encontrada na Fazenda Flor da Mata. O alojamento utilizado pelos trabalhadores ficava em local isolado, e para cozinhar e se aquecer era necessário fazer uma fogueira no interior de um barraco de lona. Não havia água potável e não atendia às condições mínimas de higiene, conforto e segurança.
No dia 10 de outubro de 2013, o Ministério Público do Trabalho em Londrina e Ministério do Trabalho e Emprego encontraram, em Jandaia do Sul, três trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma pedreira. Eles executavam trabalho de corte de pedras manualmente, sem equipamentos de proteção. No restante do tempo, ficavam alojados em local que também era usada como chiqueiro de porcos, com conservação e higiene precárias, em que entrava chuva e friagem e tinha piso de terra batida. Não havia iluminação em todos os cômodos e a fiação elétrica era precária, favorecendo a ocorrência de acidentes e incêndios.
Fonte: http://www.jornaldelondrina.com.br/brasil/conteudo.phtml?id=1443100

Brasil intensifica combate ao tráfico humano

Sexo e trabalhos forçados são principais formas de exploração das vítimas. Políticas migratórias severas demais podem criar ambiente propício ao tráfico humano global, alerta secretário brasileiro da Justiça.

Muitos são sujeitados ao trabalho forçado
Em âmbito global, o comércio de pessoas já é apontado como a segunda maior economia paralela. "Se fosse para fazer um ranking no mundo do crime, o tráfico de pessoas estaria na segunda posição", afirmou Romeu Tuma Júnior, secretário nacional de Justiça do Brasil.
Para Tuma, este tipo de crime já supera o tráfico de armas em termos de volume financeiro, ficando apenas um pouco atrás do comércio de drogas. "Justamente por ser um crime silencioso, e as pessoas aparentemente não verem, ele vai crescendo", advertiu o secretário.
Com base no Relatório Global de Tráfico de Pessoas do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC), a maior demanda de pessoas traficadas é para a exploração sexual (79%), seguida pelo trabalho forçado (18%).
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), pelo menos 12,3 milhões de adultos e crianças são explorados em trabalhos forçados e no sexo em todo mundo– 56% são mulheres e garotas.
Tráfico internacional
Muitos deixam seus

TRAFICO HUMANO

                             

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Oração do Credo

Oração do Credo, é a oração do católico religioso praticante, o termo oração do credo significa: “oração do resumo da fé católica”. Então essa oração tem uma grande importância para os católicos praticantes. Relatos dizem que São Cirilo fez um comentário positivo referentes a essas rezas pois, ela tem um significado muito grande para quem defende a Fé católica.
O catolicismo se firma nesta oração a muito tempo, desde o início da vida apostólica, e todo o católico deve conhece-la, pois se diz que é católico e não conhece essa oração, na verdade não conhece nada sobre o catolicismo. Essa fé foi apoiada pelo Papa Paulo VI que acho importante fazer dessa oração alicerce para a igreja, devido ao crescimento protestante, onde muitos estavam se revoltando e questionando os ensinamentos da igreja católica na época. A tradição católica crê que através desta oração os fiéis se firmam cada vez mais em sua doutrina não permitindo que seus fieis deem atenção para doutrinas que julgam estranhas.


Oração do Credo | Imagem para Facebook

Síntese do Texto Base da CF/2014

A CNBB nos apresenta a Campanha da Fraternidade como itinerário de libertação pessoal, comunitária e social. Tráfico Humano e Fraternidade é o tema da Campanha para a quaresma em 2014. O lema é inspirado na carta aos Gálatas: “É para a Liberdade que Cristo nos libertou” (5,1).
O Tráfico Humano viola a grandeza de filhos, é cerceamento da liberdade e o desprezo da dignidade dos filhos e filhas de Deus. Resgatar essa dignidade, identificar as práticas de tráfico humano e denunciá-lo são objetivos dessa Campanha da Fraternidade. Mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar o mal do Tráfico Humano, a Campanha propõe-se a reivindicar dos poderes públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas e sensibilizar para a solidariedade com ações preventivas.
As principais modalidades do Tráfico Humano são: Trafico para exploração no trabalho, para exploração sexual, para extração de órgãos, para adoção de crianças, para exploração da força de trabalho, para atividade ilícita. O Tráfico Humano caracteriza-se pela ampla estrutura do crime organizado, em rotas nacionais e internacionais e internacionais, pela invisibilidade ajudada pela falta de denúncia e pelo aliciamento e a coação.

A globalização com a competição econômica tem provocado migrações de pessoas em busca de melhores condições de trabalho e de vida. Essas pessoas tornam-se vulneráveis perante a ação de tráfico humano. Temos que distinguir na migração atual, tráfico de pessoas do contrabando de migrantes, pois nesse último, existe o consentimento do trabalhador sujeitando-se a uma condição de ilegalidade. Visando o lucro acima de tudo, a globalização econômica gera uma massa de excluídos sujeitados à terceirização á informalidade e as formas precárias de trabalho. Dessa condição aproveita-se o tráfico humano para aliciar pessoas, com propostas de trabalho enganosas.

O enfrentamento do crime do Tráfico Humano exige a cooperação entre os países, em áreas como a criminal, jurídica, tecnológica, econômica e de meios de comunicação. O Brasil adotou a “Convenção de Palermo” das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional onde foi assinado um Protocolo Adicional conhecido como” Protocolo de Palermo”. Esse instrumento legal internacional, o principal para prevenção, repressão e punição do tráfico humano, define o crime e aponta os elementos que caracterizam:
Os atos mais comuns o recrutamento; o transporte; a transferência; o alojamento; o acolhimento de pessoas.

Os meios que configura o tráfico- ameaça; uso da força; outras formas de coação; rapto; engano; abuso de autoridade; situação de vulnerabilidade; aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre a outra.

A principal finalidade- A exploração da pessoa sob várias formas: prostituição e outras formas de exploração sexual; a servidão; a remoção de órgãos. É importante frisar que, para a configuração do crime de tráfico humano, o consentimento da vítima é irrelevante. Os traficados devem ser vistos como vítima e são protegidos pela lei brasileira, mas ainda faltam leis mais abrangentes quanto ao crime de tráfico de pessoas.

O II Plano Nacional de Enfrentamento ai Tráfico de Pessoas ( 2013-1016) pretende: a Integração e fortalecimento das políticas públicas, redes de atendimento e organizações para a prestação de serviços; capacitação para o enfrentamento ; produção, gestão e disseminação de informação; campanhas e mobilização.
Há necessidade de conscientizar a sociedade da importância de informar, de denunciar ao Poder Público para que se possa investigar e punir os que praticam o crime do tráfico humano, através dos canais oficiais de denúncia disponíveis em todo o Brasil.

A Igreja é solidária com as pessoas traficadas e comprometidas com a evolução da consciência sobre o valor da dignidade humana, fundamentada na Sagrada Escritura. Essa dignidade é assumida na medida em que o ser humano vive seus relacionamentos: consigo, com a natureza com o outro e com Deus em seu plano de Amor.
A ruptura dessas relações leva ao pecado da violência, da exploração do outro, agressões à dignidade humana como o tráfico de pessoas. A Boa Nova de Jesus como vemos em Gálatas “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (5,1) é uma liberdade para o serviço (Rm 6,22) e para o compromisso com a justiça do Reino
( Rm 6,16) . “Fostes chamados para a liberdade” (Gl 5,13) nos impele a vencer a idolatria do dinheiro, da ideologia e a tecnologia que se encontra na origem do pecado do Trafico Humano, onde o TER sobrepõe-se ao SER. Todo cristão é ungido no Batismo para ser um libertador como Jesus, por isso o Tráfico Humano não é somente uma questão social, mas também, eclesial e desafio pastoral. A Igreja é desafiada a ser advogada da justiça e a defensora dos pobres, cabe a ela emprestar sua voz para quem não consegue gritar, denunciar. Os três caminhos de ação que desponta são: prevenção, cuidado pastoral das vítimas e a sua proteção e reintegração na sociedade.

O Tráfico Humano beneficiado por preconceitos sociais, raciais e sexuais, agride a dignidade e liberdade de todos, por isso sua erradicação deve ser assumida por todos. Uma conversão dos corações para a solidariedade e cuidado com aponta para um caminho de menos opulência, menos concentração de riqueza e esbanjamento. Variam pastorais e organismos envolvidos com o tema foram reunidas pela CNBB ( 2011) no Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Tráfico Humano. Sem essas articulações da Igreja e também com a sociedade civil, não se transformará em realidade os três ps ( prevenção, punição e proteção) planejados pelo II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (213-216).

Fortalecer a defesa da dignidade do ser humano e esclarecer sobre a grave violação que o Trafico Humano representa, exige que sejamos como o bom samaritano. É preciso resistir “a cultura do bem estar que leva á globalização da indiferença” denunciada pelo Papa Francisco em Lampedusa-Italia.
Resumo do Texto Base da CF/2014
Helena Maria Okano
Fonte: site da Arquidiocese de Londrina

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Formação Campanha da Fraternidade 2014

A Comunidade da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, participou no dia 17/02/2014 de um estudo sobre a CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014, com o tema: Tráfico Humano e FraternidadeO lema é inspirado na carta aos Gálatas: “É para a Liberdade que Cristo nos libertou” (5,1). O estudo foi ministrado pela Sra Marcia Ponce que membro da CARITAS da Arquidiocese de Londrina e tivemos a presença do Frei Forcato.








CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014



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Tema: Fraternidade e Tráfico Humano
Lema: É para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1)
O objetivo geral da Campanha da Fraternidade de 2014 é “identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-las como violação da dignidade e da liberdade humanas, mobilizando cristãos e pessoas de boa vontade para erradicar este mal com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus”.
Objetivos específicos:
  • Identificar as causas e modalidades do tráfico humano e os rostos sofridos por esta exploração;
  • Celebrar o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo, sensibilizando para a solidariedade e o cuidado às vitimas dessas práticas;
  • Suscitar, à luz da Palavra de Deus, a conversão que conduza ao empenho transformador desta realidade aviltante da pessoa humana;
  • Denunciar as estruturas e situações causadoras do tráfico humano;
  • Promover ações de prevenção e de resgate da cidadania dos atingidos;
  • Reivindicar, aos poderes públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas pelo tráfico humano na vida familiar, eclesial e social;

EXPLICAÇÃO DO CARTAZ
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