quinta-feira, 5 de junho de 2014

Papa critica casais que decidem não ter filhos por causa da cultura do bem-estar

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Vaticano, 03 Jun. 14 / 12:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Durante a Missa desta segunda-feira, celebrada na Casa Santa Marta, o Papa Francisco chamou os casais cristãos a amar-se como Cristo ama a sua Igreja, com fidelidade, perseverança e fecundidade; entretanto, advertiu que “há coisas que não agradam o Senhor”, como aqueles casais que cederam à cultura do bem-estar e por escolha não desejam ter filhos.
“Esta cultura do bem-estar, de dez anos atrás, nos convenceu: ‘É melhor não ter filhos! Assim você pode conhecer o mundo, quando estiver de férias, pode ter uma casa no campo, ficar tranquilo’. Talvez seja melhor – mais cômodo – ter um cãozinho, dois gatos, e o amor vai para dois gatos e para o cãozinho. É verdade ou não? Ao fim, esse matrimônio chega à velhice com a amargura da má solidão. Não é fecundo, não faz o que Jesus fez com a Sua Igreja: tornando-a fecunda”, expressou o Papa.
Na Missa participaram uns quinze casais de 25 a 60 anos de casado, e o Papa lhes recordou que o amor de Jesus “faz fecunda à Igreja com novos filhos, Batismos, e a Igreja cresce com esta fecundidade nupcial”.
Segundo a Rádio Vaticano, o Papa disse que em um casamento esta fecundidade pode ser às vezes colocada à prova, quando os filhos não chegam ou se ficam doentes. Nesses casos “há casais que olham para Jesus e tomam a força da fecundidade que Ele tem para com a sua Igreja”. Por outro lado, “há coisas que não agradam o Senhor”, como os matrimônios estéreis por escolha.
Jesus, indicou o Santo Padre, tem três grandes amores, pelo Pai, pela sua Mãe e pela Igreja. Por esta última tem um amor “grande”. É “sua esposa: bela, santa, pecadora, mas a ama igualmente”. E este amor se caracteriza, além de pela fecundidade, também pela fidelidade e a perseverança.
“É um amor fiel e perseverante; Ele não se cansa nunca de amar a Sua Igreja. É um amor fecundo e fiel. Jesus é fiel! São Paulo, em uma de suas Cartas diz: ‘Se tu confessares Cristo, Ele te confessará, a ti, diante do Pai; se tu renegares Cristo, Ele te renegará, a ti; se tu não for fiel a Cristo, Ele permanecerá fiel, porque não pode renegar a si mesmo!’”.
“A fidelidade é justamente o ser do amor de Cristo, ela é como uma luz sobre o matrimônio. A fidelidade do amor. Sempre”, expressou o Papa.
E assim como é fiel e fecundo, o amor de Jesus pela Igreja também é incansável, perseverantes.
“A vida matrimonial deve ser perseverante, deve ser perseverante. Porque do contrário o amor não pode seguir adiante. A perseverança no amor, nos momentos belos e nos momentos difíceis, quando há problemas: problemas com os filhos, problemas econômicos, problemas aqui, problemas lá”.
“O amor persevera, vai adiante, sempre procurando resolver as coisas para salvar a família. Perseverantes: homem e mulher se levantam, todos os dias, e levam a família adiante”, afirmou o Papa Francisco.
Fonte: Autor: Bíblia Católica

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Íntegra da homilia do Papa Francisco na canonização de São João Paulo II e São João XXIII

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VATICANO, 27 Abr. 14 / 09:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma cerimônia sem precedentes na história da Igreja, o Papa Francisco declarou santos a São João Paulo II e São João XXIII durante uma missa concelebrada por mais de mil pastores entre cardeaisbispos e sacerdotes, incluindo o Pontífice Emérito Bento XVI.
Esta é a íntegra da homilia que pronunciou o Papa Francisco:
No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Divina Misericórdia, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.
Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).
Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: ‘pelas suas chagas, fostes curados’ (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).
São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado transpassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.
Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.
Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.
Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que nos falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47). É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.
E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito.
Neste serviço ao Povo de Deus, João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.
Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

TRÍDUO PASCAL

Vejam no vídeo as imagens da Celebração da Santa Missa  - Lava Pés e Ceia do Senhor, Celebração da Cruz e Celebração da Luz e Vigília Pascal - Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Londrina.


sábado, 19 de abril de 2014

Encenação da Paixão e Morte de Jesus Cristo

Jovens da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, jardim Igapó apresentando a Encenação da Paixão e Morte de Jesus Cristo...vejam algumas fotos:








Caminhada Penitencial 2014

A comunidade da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, jardim Igapó de Londrina, participou no dia 18 de Abril de 2014 da Caminhada Penitencial às margens do Lago Igapó.
Veja no vídeo abaixo as imagens desta caminhada, onde rezamos a Via Sacra.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

Missa dos Santos Óleos

Foi realizado no dia 15 de abril de 2014 a Santa Missa dos Santos Óleos, no Ginásio de Esportes Moringão, Missa Celebrada pelo Arcebispo de Londrina, Dom Orlando Brandes.


Vejam abaixo as fotos da Benção dos Óleos e os seus significados:

BENÇÃO DO ÓLEO DOS ENFERMOS - COR ROXA
O Bispo apresenta o Óleo: Eis o óleo dos enfermos! E prossegue a benção.
Ó Deus, Pai de toda consolação, que pelo vosso Filho quisestes curar os males dos enfermos, atendei à oração de nossa fé: enviai do céu p vosso Espírito Santo Paráclito sobre este óleo generoso, que por vossa bondade a oliveira nos fornece para alívio do corpo, benção + a fim de que pela vossa santa seja para todos que com ele forem ungidos proteção do corpo, da alma e do espírito, libertando-os de toda dor, toda fraqueza e enfermidade. Dignai-vos abençoar para nós, ó Pai, o vosso óleo santo, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém!

BENÇÃO DO ÓLEO DOS CATECÚMENOS - COR BRANCA
O Bispo apresenta o Óleo: Eis o óleo dos Catecúmenos! E prossegue a benção.
Ó Deus, forca e proteção do Vosso povo, que fizestes do óleo, Vossa criatura, sinal de fortaleza: dignai-Vos abençoar + este óleo, e concedei o dom da força, aos catecúmenos que com ele forem ungidos; para que, recebendo a sabedoria e virtudes divinas, compreendam mais profundamente o Evangelho do Vosso Cristo, sejam generosos no cumprimento dos deveres cristãos e, dignos da adoção filial, alegrem-se por terem renascido e viverem em Vossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor. Amém!

CONSAGRAÇÃO DO CRISMA - COR VERMELHA
Bispo apresenta o Óleo: Eis o óleo do Crisma! Em seguida o Bispo derrama os perfumes no óleo e confecciona o crisma em silêncio. Após a confecção, o Bispo convida a assembléia a orar, dizendo:
Meus irmãos e minha irmãs, roguemos a Deus Pai todo-poderoso que abençoe e santifique este crisma para que recebam uma unção interior e tornem-se dignos da divina redenção os forem ungidos em suas frontes.

BISPO DERRAMA O PERFUME NO ÓLEO.

O Bispo sopra sobre o vaso do Crisma em forma de Cruz.
Ó Deus, autor dos sacramentos e dispensador da vida, damos graças à vossa inefável bondade, pois prefigurastes na antiga aliança o mistério do óleo santificador e, ao chegar a plenitude dos tempos, quisestes manifestá-lo de modo especial em vosso filho amado. Pois, quando o vosso Filho, senhor nosso, salvou os homens pelo mistério pascal, encheu do Espírito Santo a vossa Igreja e enriqueceu-se maravilhosamente de dons celestes para que por dela se completasse no mundo a obra da salvação.
Por este sagrado mistério do crisma, distribuis aos homens as riquezas da vossa graça, a fim de que vossos filhos, renascidos da água do batismo, sejam confirmados pela unção do Espirito e, semelhantes estão ao vosso Cristo, participem de sua missão de profeta, sacerdote e rei.

sábado, 12 de abril de 2014

"Não à manipulação educativa da infância", afirma o Papa

2014-04-11 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu em audiência esta manhã, no Vaticano, os membros do Escritório Católico Internacional para a Infância (BICE), com sede em Bruxelas (Bélgica).
Em seu discurso, o Papa recordou as origens desta associação, que nasceu depois do pronunciamento do Papa Pio XII em defesa da infância feito após a II Guerra Mundial. Desde então, o BICE sempre se empenhou em promover a tutela dos direitos dos menores, contribuindo inclusive para a Convenção da ONU de 1989, que este ano, portanto, completa 25 anos.
Para Francisco, nos nossos dias é importante levar avante projetos contra o trabalho-escravo, contra o recrutamento de crianças-soldado e todo tipo de violência contra menores.
O Pontífice reiterou o direito das crianças de crescerem em uma família, com um pai e uma mãe capazes de criar um ambiente idôneo ao seu desenvolvimento e ao seu amadurecimento afetivo.
Ao mesmo tempo, notou, isso comporta amparar o direito dos pais à educação moral e religiosa dos próprios filhos. Nesta questão, o Papa foi categórico, afirmando ser contrário a todo tipo de experimentação educativa com os menores: “Com as crianças e os jovens não se pode experimentar. Os horrores da manipulação educativa que vivemos nas grandes ditaduras genocidas do século XX não despareceram; mantêm sua atualidade sob formas diferentes e propostas que, com pretensão de modernidade, levam as crianças e os jovens a caminharem na estrada ditatorial do ‘pensamento único’”.
O Papa ressaltou que trabalhar em prol dos direitos humanos pressupõe manter sempre viva a formação antropológica, estar bem preparado sobre a realidade da pessoa humana e saber responder aos problemas e aos desafios que a cultura contemporânea e a mentalidade difundida através dos meios de comunicação de massa apresentam.
Francisco concluiu seu discurso pedindo uma formação permanente quanto à antropologia infantil, porque é ali que os direitos e os deveres têm o seu fundamento e dela dependem o desenvolvimento de projetos educativos.
O BICE é a uma organização católica internacional comprometida com a defesa da dignidade e dos direitos da infância. Foi fundado em 1948 e atualmente está presente em 4 continentes, com projetos em 25 países, inclusive o Brasil. O BICE tem um estatuto consultivo junto às Nações Unidas.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

O Papa Francisco pede perdão pelos abusos feitos por alguns sacerdotes Da parte das crianças

2014-04-11 L’Osservatore Romano
O Papa Francisco pediu perdão pelos abusos contra menores perpetrados por alguns sacerdotes. Fê-lo diante dos membros do Departamento internacional católico para a infância (Bice), recebidos em audiência esta manhã, 11 de Abril, na Biblioteca privada. Num trecho longo do discurso improvisado disse que se sente chamado a assumir «todo o mal» praticado por alguns sacerdotes e «a pedir perdão pelo dano que causaram e pelos abusos sexuais contra as crianças».
A Igreja – acrescentou – está ciente deste dano. É um dano pessoal e moral, mas de homens de Igreja. E não queremos dar um passo atrás no que se refere ao tratamento deste problema e às sanções que devem ser cominadas. Ao contrário, creio que devemos ser muito fortes. Com a vida das crianças não se brinca!»
Depois o Santo Padre dirigiu a sua atenção às muitas formas de violência que sofrem as crianças – do trabalho escravo ao recrutamento como soldados e a todos os tipos de malvadez – reivindicando com decisão o seu direito a crescer numa família, com um pai e uma mãe capazes de criar um ambiente idóneo ao seu desenvolvimento. Mas sobretudo condenou sem meias-palavras todas as tentativas de submeter as crianças aos «horrores da manipulação educativa» e da experimentação no campo da formação: «não são cobaias de laboratório», frisou.
Na sucessiva audiência ao Movimento italiano pela vida o Papa Francisco confirmou a sua condenação ao aborto e à «cultura do descartável». O ser humano, disse, não é um produto «descartável». A vida humana «é sagrada e inviolável» e «todos os direitos civis – evidenciou – se apoiam no reconhecimento do primeiro e fundamental direito, à vida, que não está subordinado a condição alguma, qualitativa, económica e ideológica». Hoje, insistiu o Pontífice, «devemos dizer “não” a uma economia da exclusão e da iniquidade» porque «esta economia mata». E entre as suas vítimas recordou em particular «as crianças e os avós», que são «a esperança de um povo». 
Fonte: http://www.news.va/pt/news/o-papa-francisco-pede-perdao-pelos-abusos-feitos-p

Estrela do Céu – Oração de libertação


Estrela do Céu
Estrela do Céu, que a seu peito alimentou o Senhor, libertando os homens do pecado que começou já desde Adão e os primeiros homens. Digne-se agora a mesma Estrela dominar as forças do mal, que por suas disposições malignas costumam ferir o povo com doenças e miséria. Atendei-nos, Senhora, porque o vosso Filho que vos honra, nada vos nega. E Vós, Senhor Jesus, salvai-nos, atendendo os pedidos de vossa Mãe Virgem. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Oremos: Deus de misericórdia, Deus de piedade e amor, Deus de perdão, que sempre vos compadeceis da aflição de vosso povo, dissestes ao anjo castigador: “suspende tua mão.” Por amor daquela Estrela Gloriosa, Mãe puríssima de Jesus, nosso irmão, grande salvador e libertador do mundo inteiro, que nos livra de todo mal, concedei-nos o auxílio da vossa graça para sermos, com certeza, livres e misericordiosamente salvos de toda peste, miséria, morte repentina e de todo perigo de condenação eterna, por Jesus Cristo, Rei da Glória, que vive ressuscitado e reina por todo sempre. Amém. Ó doce Mãe, terna Maria, dai-nos de Jesus doce companhia.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Papa Francisco: Não há cristianismo sem cruz!

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VATICANO, 08 Abr. 14 / 12:34 pm (ACI).- Nesta terça-feira, 8, na homilia de sua missa diária na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco afirmou que “a Cruz não é só um ornamento para nossas igrejas, nem um mero símbolo que nos distingue dos outros; é o mistério do Amor de Deus”. O Papa enfatizou que não pode haver vida cristã sem a presença da Cruz.
Comentando o Evangelho de hoje, Francisco frisou que Jesus alerta os fariseus dizendo-lhes: ‘Morrereis no vosso pecado’. “Não há possibilidade de sair sozinhos do nosso pecado –prosseguiu- estes doutores da lei, estas pessoas que ensinavam a lei não tinham uma ideia clara sobre isto. Acreditavam, sim, no perdão de Deus, mas sentiam-se fortes, auto-suficientes, sabiam tudo.”
“O cristianismo não é uma doutrina filosófica, não é um programa de vida para sobreviver, para ser educados, para fazer a paz. Estas são consequências. O cristianismo é uma pessoa, uma pessoa erguida, na Cruz, uma pessoa que se aniquilou a sí própria para nos salvar; fez-se pecado. E assim como no deserto foi erguido o pecado, aqui foi erguido Deus, feito homem e feito pecado por nós. E todos os nossos pecados estavam ali. Não se percebe o cristianismo sem se perceber esta humilhação profunda do Filho de Deus, que humilhou-se a si próprio fazendo-se servo até à morte de Cruz, para servir.”
“Assim, O coração da salvação de Deus, é seu filho que assumiu sobre si todo os nossos, a nossa soberba, as nossas seguranças, a nossa vaidade, nossa vontade de ser como Deus. Um cristão que sabe gloriar-se em Cristo Crucificado, não entendeu o que significa ser cristão”.
Falando sobre a Cruz e a redenção, Francisco afirmou: “A cruz não é um ornamento, que nós devemos meter sempre nas igrejas sobre o altar. Não é um símbolo que se distingue dos outros. A Cruz é o mistério, o mistério do amor de Deus, que se humilha a si próprio, faz-se um nada, faz-se pecado.”
“O perdão que nos dá Deus são as chagas do seu Filho na Cruz, erguido na Cruz. Que Ele nos atraia para Si e que nós nos deixemos curar”, concluiu o Santo Padre.

domingo, 6 de abril de 2014

VÍDEO DA FORMAÇÃO LITÚRGICA - parte 2

Este vídeo é mais um pouco da formação litúrgica...


VÍDEO DA FORMAÇÃO LITÚRGICA

Paz & Bem!

Quero apresentar aqui uma pequena parte da formação litúrgica que o Frei Forcato deu à Comunidade da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no dia 05 de abril de 2014.


FORMAÇÃO LITÚRGICA

A comunidade da Paróquia Nossa Senhora Aparecida foi presenteada com uma FORMAÇÃO LITÚRGICA, o Frei Forcato nos explicou os significados e ritos de uma Celebração litúrgica, agradecemos pela oportunidade, foi um momento muito rico, perdeu quem não foi.
Vejam abaixo algumas imagens desta formação.



Clic em mais informações para ver as outras fotos.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

São José de Anchieta, o novo santo do Brasil

São José de Anchieta
VATICANO, 03 Abr. 14 / 03:01 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco inscreveu hoje o Beato José de Anchieta no catálogo dos santos e estendeu o seu culto à Igreja universal. Ele foi chamado de “Apóstolo do Brasil”, pois foi quem trabalhou as bases da evangelização nessa nação sul-americana.
O Santo Padre assinou o decreto de canonização do jesuíta nesta quinta-feira, 3 de abril, ao receber em audiência o Cardeal Ângelo Amato, Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos.
Para comemorar a canonização de Anchieta, a cidade de São Paulo contou com diversas atividades, entre elas, os sinos repicaram nas igrejas às 14 horas e o cardeal-arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, manteve o canto do Te Deum na Catedral da Sé e no Pátio do Colégio, na região central da capital.
A Rádio Vaticana assinala que o processo feito pelo Santo Padre para canonizar o beato “se trata de uma canonização chamada ‘equivalente’ segundo a qual o Papa, pela autoridade que lhe compete, estende à Igreja universal o culto e a celebração litúrgica de um santo, uma vez que se comprovam certas condições precisadas pelo Papa Bento XIV (1675-1758)”.
Esta praxe, assinala a emissora, já foi utilizada pelo Papa Francisco para a canonização da Beata Ángela di Foligno em 9 de outubro de 2013, e para São Pedro Fabro, em 17 de dezembro do mesmo ano, assim como por seus predecessores , Bento XVI, João Paulo II, João XXIII e outros.
Em 22 de junho de 1980, dia da beatificação do jesuíta José de Anchieta, o Beato João Paulo II disse que o sacerdote foi um “incansável e genial missionário” que “aos 17 anos, diante da imagem da Santíssima Virgem Maria, na catedral de Coimbra, fez voto de virgindade perpétua e decidiu dedicar-se ao serviço de Deus. Tendo ingressado na Companhia de Jesus, parte, em 1553, para o Brasil, onde, na missão de Piratininga, empreende múltiplas atividades pastorais com o fim de aproximar e ganhar para Cristo aos índios das selvas virgens”.
“Ama com imenso afeto os seus irmãos ‘brasís’, compartilha com eles a suavida, estuda profundamente seus costumes e compreende que sua conversão à fé cristã deve ser preparada, ajudada e consolidada por um apropriado trabalho de civilização, para sua promoção humana. Seu zelo ardente lhe move a realizar inumeráveis viagens, percorrendo enormes distâncias, em meio de grandes perigos”.
“Mas a oração contínua, a mortificação constante, a caridade fervente, a bondade paternal, a união íntima com Deus, a devoção filial à Virgem Santíssima — a quem dedica um longo poema de elegantes versos latinos— dão a este grande filho de Santo Inácio uma força sobre-humana, especialmente quando deve defender contra as injustiças dos colonizadores os seus irmãos os indígenas. Para eles compõe um catecismo, adaptado a sua mentalidade, que contribui grandemente a sua cristianização. Por tudo isso, bem merece o título de ‘Apóstolo do Brasil’”.
Biografia
José de Anchieta nasceu no dia 19 de março de 1534 em São Cristóvão da Laguna (Tenerife). Aos 14 anos ingressou no Colégio de Artes, anexo à Universidade em Coimbra, destacando-se como um dos melhores alunos e como um grande poeta. Compunha versos latinos com extrema facilidade e era chamado o “Canário de Coimbra”.
No dia 1º de maio de 1551 ingressou na Companhia de Jesus e começou seus estudos de Filosofia. Devido a uma doença em 1553 partiu de Disco (Lisboa) ao Brasil, onde iniciou seu primeiro trabalho de catequese com os índios tupis. Na festividade de São Paulo de 1555 inaugurou o colégio que fez construir. Foi a origem da atual cidade de São Paulo.
Em 1565 foi enviado ao Rio de Janeiro, onde colaborou na construção de um colégio e do primeiro hospital da cidade chamado a Casa da Misericórdia. Este mesmo ano foi ordenado sacerdote.
Logo regressou a São Paulo, onde por seis anos colaborou no colégio além de realizar um importante trabalho apostólico e literário. Entre 1577 e 1587 foi designado superior dos jesuítas no Brasil, incentivando ainda mais o trabalho nas escolas e a catequese com as crianças.
Faleceu em 9 de junho de 1597, à idade de 63 anos. Em 10 de agosto de 1736 o Papa Clemente XII declarou o Padre Anchieta como Venerável. João Paulo II o beatificou em 22 de junho de 1980.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Canonização de João Paulo II e João XXIII será transmitida em HD e em 3D

Canonização de João Paulo II e João XXIII será transmitida em HD e em 3D
VATICANO, 01 Abr. 14 / 06:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Centro Televisivo Vaticano (CTV), em um projeto conjunto com a Sony e a companhia Sky, transmitirá a canonização de João XXIII e João Paulo II, no dia 27 de abril às 10:00 a.m. (hora local), em alta definição e em 3D para cerca de 20 países.
Conforme informou a Rádio Vaticano, este 27 de abril, milhões de pessoas, desde suas casas ou em uma das 500 salas de cinema preparadas em todo mundo pela Nexco Digital gratuitamente para o evento, poderão “entrar” na Praça de São Pedro para rezar junto ao Papa Francisco neste histórico evento eclesial.
O Presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, destacou a importância de “envolver em todo o mundo os homens e mulheres de hoje que querem estar presentes neste evento de grande fé”.
“As novas tecnologias são um desafio, mas sobre tudo são uma grande oportunidade para a relação, o conhecimento, a participação, a oportunidade de viver a história”, assinalou.
Andrea Zappia, o diretor geral da plataforma italiana de televisão via satélite digital Sky indicou que o uso do 3D “permite compreender como as tecnologias atuais, frequentemente usadas por motivos comerciais, podem na verdade ter um valor informativo, social, espiritual, particularmente elevado”.
David Bush, diretor de marketing da Sony para a Europa, assinalou por sua parte: “espero que isto ajude a difundir a emoção do evento a todas essas milhares de pessoas em todo o mundo, que querem estar ali fisicamente. E este é o objetivo da tecnologia, acredito eu, buscar replicar a experiência real de estar aqui, na Praça de São Pedro”.
Por último, o diretor do Centro Televisivo Vaticano assinalou que “queremos oferecer, por um lado, uma grande difusão de tipo imersivo às pessoas que não podem vir”. Para nós, todo o mundo está envolvido. Em segundo lugar, sentimos a responsabilidade de preservar a história, e por isso usamos a tecnologia 4K (de altíssima resolução de vídeo).

sábado, 29 de março de 2014

ALEGRIA DO EVANGELHO, SETE EIXOS


O  Papa Francisco enfocou sete eixos na Exortação Apostólica sobre a alegria do Evangelho. São sete diretrizes, balizas, rotas para a Igreja hoje.
1.    A Igreja em “saída missionária”. A palavra de ordem é sair de si, sair para a estrada, sem demora, sem medo e sem repugnância. Sair para estar próximo da realidade do povo e contrair o “cheiro das ovelhas”. Sair é uma absoluta prioridade. O papa quer uma Igreja em êxodo.
2.    As tentações dos agentes da pastoral. São várias e sérias tentações, a saber: o desafeto e desencanto pela Igreja, a projeção de si buscando a gloria pessoal e descartando os outros pela inveja, ciúme, mexerico. Outra tentação é o cansaço que vem do ativismo e da falta de oração. O pessimismo, a mesmice, a lamentação dos evangelizadores.
3.    Todo povo de Deus é evangelizador. Deus convoca todos os fiéis batizados a evangelizar com sua diversidade cultural, espiritual, pastoral. Um dos pontos mais significativos é a religiosidade popular que é obra do Espírito Santo, fruto da fé e da espiritualidade dos simples e pequeninos. Na religiosidade popular temos o Evangelho inculturado.
4.    A importância da homilia. Este assunto requer uma séria avaliação, porque na homilia Deus alcança o coração do povo. Na homilia o povo faz uma experiência intensa do Espírito Santo, recebe a consolação que vem da Palavra e dialoga com Deus. Homilia não é catequese, nem espetáculo, não é exegese nem uma conferencia. É diálogo com Deus.
5.    A inclusão social dos pobres. A fé tem uma dimensão social e o reino de Deus é a prática da justiça, da liberdade, da paz e do respeito à vida. Quem toca num pobre toca na carne de Cristo sofredor. A religião se manifesta no amor fraterno e no compromisso social. É necessário conhecer e aplicar a doutrina social da Igreja.
6.    A paz e o diálogo social. A justiça, o bem comum, a fraternidade são os alicerces e pilares da paz, mas, a condição para a paz é o diálogo. São muitas as formas de diálogo: entre a fé e a razão, ou seja, o diálogo com o mundo da ciência. Indispensável e obrigatório é o diálogo ecumênico e interreligioso, de modo especial com o judaísmo, o islamismo num contexto de liberdade religiosa, sem esquecer o diálogo com o mundo.
7.    A espiritualidade missionária. Sem mística e interioridade não há missão. Quem faz a experiência do amor de Deus e do encontro com Cristo Ressuscitado, sente a necessidade de transmitir as coisas contempladas e experimentadas. Saborear a amizade com Jesus nos torna seus discípulos, renovando nosso encantamento por Ele e pelo reino de Deus. Discipulado é caminhar com Jesus, falar com ele, adquirir seus pensamentos, atitudes e critérios. Espiritualidade missionária é fazer tudo para a glória do Pai e o bem da humanidade, com alegria, ardor e ternura. Maria, os santos, os mártires são paradigmas da espiritualidade missionária.

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Metropolitano de Londrina

sexta-feira, 28 de março de 2014

Quarta caminhada penitencial

Paz & Bem!

Aconteceu hoje a 4 caminhada penitencial da Comunidade do Jardim Igapó - Paróquia Nossa Senhora Aparecida, com o inicio na Rua Finlândia com Rua Bélgica, estiveram participando aproximadamente 105 pessoas, venha você também participar da próxima caminhada, que será no dia 04/04/2014 e sairá da Av. Inglaterra com Rua Alemanha (na academia), às 05h30min.













quinta-feira, 27 de março de 2014

Trocar carne por peixe não é jejum, é ‘safadeza’, diz padre



MANTER-SE PURO – Para sacerdote, o importante na quaresma para o cristão é jejuar do pecado

Quaresma. Período de penitência e jejum, quando muitos católicos trocam a carne vermelha pelo peixe. Um sinal de fé, correto? Que nada!  “Substituir a carne por peixe é safadeza!”, dispara o padre Audinei Carreira da Silva. “Onde está a penitência, se na  Sexta-Feira Santa o cristão farta-se com uma bacalhoada?”, questiona o padre. Para ele, mais que jejuar da carne, o importante é jejuar do pecado. “De que adianta fazer jejuns e depois continuarmos tratando mal as pessoas, os empregados ou não colaborar com a comunidade? O jejum é um exercício para praticar a virtude”, define.
A celebração da quaresma tem indícios no Antigo Testamento e o numeral 40  registra marcos importantes, como os 40 anos que os hebreus exilados no Egito foram em busca da Terra Prometida; os 40 dias que Moisés passou no Monte Sinai, jejuando para o encontro com Deus para receber os Dez Mandamentos e os 40 dias que Jesus permaneceu no deserto, resistindo às tentações. ,
Nos primórdio, essa preparação para o batismo ocorria de quinta a sábado. Porém, a partir de um certo momento os catecúmenos preparavam-se por três a quatro anos, intensificando o ritual 40 dias antes da Páscoa, quando recebiam as cinzas. “Uma tradição do Antigo Testamento, um sinal dado como penitência, além do vestir-se, tanto pessoas como animais, com roupas de saco”, conta Padre Audinei referindo-se à penitência que a cidade de Nínive tomou para si, para aplacar a “ira” de Deus. A partir de então, a Quaresma surge como tempo de intensa preparação para o batismo, crisma e eucaristia. “Para abrir esse tempo de estado intensivo de oração e penitência, do crescimento em fraternidade”.
Segundo padre Audinei, a cinza lembra a efemeridade humana, pois é o resto do que se queimou. “Somos eternos para outro mundo, na presença de Deus. As cinzas são para perceber essa provisoriedade nesse mundo”.
A quaresma é um período de conversão, explica padre Audinei. “Como uma placa de trânsito, quando você converte volta à origem”, exemplifica ao citar a importância do Evangelho. Para Audinei, uma vida com orações permite uma maior intimidade com Deus. O jejum é um exercício de preparo do corpo e do espírito em busca do auto-domínio, no confronto com o mal.

SANGUE
De acordo com o padre o hábito de não comer carne durante a quaresma tem raízes na tradição judaica, pois antigamente os judeus tinham muito preconceito com a carne manchada de sangue. “Não aceitavam matar animais sufocados, mas cortados e dependurados pelo pescoço para escorrer todo o sangue”, lembra, ao citar o motivo pelo qual as Testemunhas de Jeová  rejeitam a transfusão sanguínea. 
Mas a substituição da carne vermelha pelo peixe, não tem nada a ver com os ensinamentos bíblicos, ensina o padre. “Somos bagres ensaboados. Tem muito padre que faz essa barganha, faz essa troca. Se abstém da carne vermelha e põe outra no lugar”, critica o padre. Para ele tal substituição foi um bom negócio que a mentalidade humana tratou de arranjar. “O verdadeiro jejum é algo que deixo de fazer em meu benefício em detrimento do bem do próximo”, sintetiza o padre. Por essa perspectiva, na Semana Santa, quem paga o pato é o peixe! 
Fonte: http://www.tribunadecianorte.com.br/cidades/trocar-carne-por-peixe-nao-e-jejum-e-safadeza-diz-padre-23388/

quarta-feira, 26 de março de 2014

Papa: o padre deve amar a sua comunidade com todo coração

Na audiência geral desta quarta-feira com os peregrinos no Vaticano, o Papa explicou o sacramento da Ordem

A catequese de hoje do Papa Francisco foi sobre o Sacramento da Ordem.

Segundo o Papa, a Ordem, compreendida nos três graus de episcopado, presbiterado e diaconado, é o Sacramento que habilita ao exercício do ministério, confiado pelo Senhor Jesus aos Apóstolos de apascentar as suas ovelhas, no poder do seu Espírito e segundo o seu coração.

“O sacerdote deve apascentar com amor, se não o faz com amor não serve.”

O Santo Padre apresentou três aspectos importantes sobre o Sacramento da Ordem:

“Um primeiro aspecto. Aqueles que são ordenados são postos à cabeça da comunidade. À cabeça, para Jesus, significa pôr a própria autoridade ao serviço, como Ele próprio mostrou e ensinou aos discípulos com estas palavras: ‘Vós sabeis que os governantes das nações dominam e os chefes oprimem-nas. Entre vós não será assim; mas quem quiser tornar-se grande entre vós, será vosso servidor e quem quer ser o primeiro entre vós será escravo. Como o Filho do Homem que não veio para ser servido mas para servir e dar a própria vida por resgate de muitos.”

A Ordem – disse o Papa – torna capaz de apascentar o rebanho de Jesus, com a força do seu Espírito e segundo o seu coração. Na verdade, o ministro ordenado é posto à cabeça da comunidade, mas devemos entender este ato de presidir como serviço: «Quem no meio de vós quiser ser o primeiro – ensinou Jesus – seja vosso servo».

“Uma outra caraterística que deriva sempre da questão sacramental com Cristo é o amor apaixonado pela Igreja.”

Em virtude da Ordem – continuou o Santo Padre – o ministro dedica-se inteiramente à própria comunidade e ama-a com todo o seu coração: é ela a sua família, que deve amar com amor apaixonado. Isto, porém, sem ceder à tentação de a considerar como sua propriedade.

“Um último aspecto, o apóstolo Paulo recomenda ao seu discípulo Timóteo que não se canse de reavivar o dom que está nele, recebido pela imposição das mãos.”

O Papa Francisco reforçou a ideia de que o ministro ordenado precisa de contínua conversão e assídua entrega à misericórdia de Deus; e esta entrega é a sua força e também um válido exemplo que pode oferecer aos irmãos da sua comunidade.

No final da catequese o Papa Francisco pediu ao Senhor que nunca faltem nas nossas comunidades pastores autênticos e exortou os jovens a discernirem no seu coração o chamamento de Deus para uma vida de serviço total aos outros como sacerdotes.

domingo, 23 de março de 2014

A receita do Papa Francisco para fazer o amor durar

O segredo está em entender de que amor estamos falando e em usar três palavras mágicas na vida cotidiana do casal


Hoje em dia existe muito medo de tomar decisões definitivas, como a descasar-se, pois as pessoas consideram impossível manter o amor vivo ao longo dos anos. O Papa Francisco fala deste tema e nos convida a não nos deixarmos vencer pela "cultura do provisório", pois o amor que fundamenta uma família é um amor para sempre.

O que entendemos por "amor"?

Com a sabedoria e a simplicidade que o caracterizam, o Papa Francisco começa com um importante esclarecimento sobre o verdadeiro significado do amor, já que, diante do medo do "para sempre", muitos dizem: "Ficaremos juntos enquanto o amor durar".

Então, ele pergunta: "O que entendemos por 'amor'? Só um sentimento, uma condição psicofísica? Certamente, se é assim, não se pode construir nada sólido. Mas se o amor é uma relação, então é uma realidade que cresce, e também podemos dizer, por exemplo, que se constrói como uma casa. E a casa é construída em companhia do outro, não sozinhos! Não queiram construí-la sobre a areia dos sentimentos, que vão e vêm, mas sim sobre a rocha do amor verdadeiro, o amor que vem de Deus."

"O matrimônio é um trabalho de ourivesaria que se constrói todos os dias ao longo da vida. O marido ajuda a esposa a amadurecer como mulher, e a esposa ajuda o marido a amadurecer como homem. Os dois crescem em humanidade e esta é a principal herança que deixam aos filhos", acrescenta.

Três palavras mágicas para fazer o casamento durar

Papa esclarece que o "para sempre" não é só questão de duração. "Um casamento não se realiza somente se ele dura, sua qualidade também é importante. Estar juntos e saber amar-se para sempre é o desafio dos esposos."

E fala sobre a convivência matrimonial: "Viver juntos é uma arte, um caminho paciente, bonito e fascinante (...) que tem regras que se podem resumir exatamente naquelas três palavras: 'posso?', 'obrigado' e 'desculpe'".

"'Posso?' é o pedido amável de entrar na vida de alguém com respeito e atenção. O verdadeiro amor não se impõe com dureza e agressividade. São Francisco dizia: 'A cortesia é a irmã da caridade, que apaga o ódio e mantém o amor'. E hoje, nas nossas famílias, no nosso mundo amiúde violento e arrogante, faz falta muita cortesia."

"Obrigado': a gratidão é um sentimento importante. Sabemos agradecer? (...) É importante manter viva a consciência de que a outra pessoa é um dom de Deus, e aos dons de Deus diz-se 'obrigado'. Não é uma palavra amável para usar com os estranhos, para ser educados. É preciso saber dizer 'obrigado' para caminhar juntos."

"'Desculpe': na vida cometemos muitos erros, enganamo-nos tantas vezes. Todos. Daí a necessidade de utilizar esta palavra tão simples: 'desculpe'. Em geral, cada um de nós está disposto a acusar o outro para se desculpar. É um instinto que está na origem de tantos desastres. Aprendamos a reconhecer os nossos erros e a pedir desculpa. Também assim cresce uma família cristã."

Finalmente, o Papa acrescenta, com bom humor: "Todos sabemos que não existe uma família perfeita, nem o marido ou a mulher perfeitos. Isso sem falar da sogra perfeita...".

E conclui: "Existimos nós, os pecadores. Jesus, que nos conhece bem, ensina-nos um segredo: que um dia não termine nunca sem pedir perdão, sem que a paz volte à casa. Se aprendemos a pedir perdão e a perdoar aos outros, o matrimônio durará, seguirá em frente."

Governo federal lança campanha " Coração Azul" contra o tráfico de pessoas

NBR ENTREVISTA - 22.05.13:O Ministério da Justiça e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançaram a campanha "Coração Azul", que tem como objetivo mobilizar a opinião pública para combater o tráfico de pessoas. O símbolo representa a tristeza das vítimas deste tipo de crime e lembra a insensibilidade daqueles que compram e vendem outros seres humanos. O uso da cor azul também demonstra o compromisso da ONU em combater o tráfico de pessoas. O evento dá início a uma nova parceria entre a UNODC e o governo brasileiro. Dados oficiais mostram que há mais de 2 milhões de vítimas traficadas no mundo. Para falar sobre a campanha, o NBR Entrevista conversa com a diretora do Departamento de Justiça do MJ, Fernanda dos Anjos.


sábado, 22 de março de 2014

Tráfico de Pessoas - uma lenda urbana real

Paz & Bem!

A partir de hoje estarei postando aqui matérias para CAMPANHA DA FRATERNIDADE, vale muito a pena ler e assistir, vamos diminuir o tráfego humano em nosso País e no mundo. DENUNCIE!
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sexta-feira, 21 de março de 2014

DIZIMO






DIZIMO

Ser dizimista é converter-se; e a conversão implica em deixar de lado nosso egoísmo, o nosso "eu", renunciar a si mesmo. Somente pela conversão é que conseguimos enxergar as necessidades de nossa Igreja, de nossos irmãos carentes dos bens materiais e espirituais.

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