domingo, 30 de junho de 2013

Compêndio do Catecismo da Igreja Católica - continuação

O SACRAMENTO DO MATRIMÓNIO

337. Qual é o desígnio de Deus acerca do homem e da mulher?
1601 – 1605
Deus, que é amor e criou o homem por amor, chamou-o a amar. Criando o homem e a mulher, chamou-os, no Matrimónio, a uma íntima comunhão de vida e de amor entre eles, «de modo que já não são dois, mas uma só carne» (Mt 19,6). Abençoando-os, Deus disse-lhes: «sede fecundos e multiplicai-vos» (Gn 1,28).

338. Para que fins instituiu Deus o Matrimónio?
1659-1660
A união matrimonial do homem e da mulher, fundada e dotada de leis próprias pelo Criador, está por sua natureza ordenada à comunhão e ao bem dos cônjuges e à geração e bem dos filhos. Segundo o desígnio originário de Deus, a união matrimonial é indissolúvel, como afirma Jesus Cristo: «O que Deus uniu não o separe o homem» (Mc 10,9).

339. Como é que o pecado ameaça o Matrimónio?
1606-1608
Por causa do primeiro pecado, que provocou também a ruptura da comunhão do homem e da mulher, dada pelo Criador, a união matrimonial é muitas vezes ameaçada pela discórdia e pela infidelidade. Todavia Deus, na sua infinita misericórdia, dá ao homem e à mulher a sua graça para que possam realizar a união das suas vidas segundo o desígnio originário de Deus.

340. O que é que o Antigo Testamento ensina sobre o Matrimónio?
1609-1611
Deus, sobretudo através da pedagogia da Lei e dos profetas, ajuda o seu povo a amadurecer progressivamente a consciência da unicidade e da

sábado, 29 de junho de 2013

Evangelho - Mt 16,13-19 = domingo

Tu és Pedro e eu te darei as
chaves do Reino dos Céus.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 16,13-19
Naquele tempo:13Jesus foi à região de Cesaréia de Filipee ali perguntou aos seus discípulos:"Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?"14Eles responderam:"Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias;Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas".15Então Jesus lhes perguntou:"E vós, quem dizeis que eu sou?"16Simão Pedro respondeu:"Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo".17Respondendo, Jesus lhe disse:"Feliz es tu, Simão, filho de Jonas,porque não foi um ser humano que te revelou isso,mas o meu Pai que está no céu.18Por isso eu te digo que tu és Pedro,e sobre esta pedra construirei a minha Igreja,e o poder do inferno nunca poderá vencê-la.19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus:tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus;tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus".Palavra da Salvação.

29 de junho = DIA DO PAPA

HOJE É O DIA DO PAPA...

Segundo a Bíblia, seu nome original não era Pedro, mas Simão. Nos livros dos Atos dos Apóstolos e na Segunda Epístola de Pedro, aparece ainda uma variante do seu nome original, Simão. Cristo mudou seu nome para כיפא, Kepha (Cefas em português, como em Gálatas 2:11), que emaramaico significa "pedra", "rocha", nome este que foi traduzido para o grego como Πέτρος, Petros, através da palavra πέτρα, petra, que também significa "pedra" ou "rocha", e posteriormente passou para o latim como Petrus, também através da palavra petra, de mesmo significado.
A mudança de seu nome por Jesus Cristo, bem como seu significado, ganham importância de acordo com a Igreja Católica em Mt 16, 18, quando Jesus diz: "E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kepha edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Jesus comparava Simão à rocha.6 Desta forma, Cristo, de acordo com a tradição católica, foi o fundador da Igreja Católica, fundada sobre Simão Pedro e sendo-lhe concedido, por este motivo, o título de Príncipe dos Apóstolos. Esse título é um tanto tardio, visto que tal designação só começaria a ser usada cerca de um século mais tarde, suplementando o de Patriarca (agora destinado a outro uso). Pedro foi o primeiro Bispo de Roma. Essa circunstância é importante, pois daí provém a primazia do Papa e da diocese de Roma sobre toda a Igreja Católica; posteriormente esse evento originaria os títulos "Apostólica" e "Romana".

Dados biográficos[editar]

Antes de se tornar um dos doze discípulos de Cristo, Simão era pescador. Teria nascido em Betsaida e morava em Cafarnaum. Era filho de um homem chamado João ou Jonas e tinha por irmão o também apóstolo André. Simão e André eram "empresários" da pesca e tinham sua própria frota de barcos, em sociedade com TiagoJoão e o pai destes, Zebedeu7 .
Possivelmente Pedro era casado e tinha pelo menos um filho 8 . Sua esposa era de uma família rica e moravam numa casa própria, cuja descrição é muito semelhante a uma vila romana9 , na cidade "romana" de Cafarnaum10 .
Segundo o relato em Lucas 5:1-11, no episódio conhecido como "Pesca milagrosa", Pedro teria conhecido Jesus quando este lhe pediu que utilizasse uma das suas barcas, de forma a poder pregar a uma multidão de gente que o queria ouvir. Pedro, que estava a lavar redes com Tiago e João, seus sócios e filhos de Zebedeu, concedeu-lhe o lugar na barca, que foi afastada um pouco da margem.
No final da pregação, Jesus disse a Simão que fosse pescar de novo com as redes em águas mais profundas. Pedro disse-lhe que tentara em vão pescar durante toda a noite e nada conseguira mas, em atenção ao seu pedido, fá-lo-ia. O resultado foi uma pescaria de tal monta que as redes iam rebentando, sendo necessária a ajuda da barca dos seus dois sócios, que também quase se afundava puxando os peixes. Numa atitude de humildade e espanto Pedro prostrou-se perante Jesus e disse para que se afastasse dele, já que é um pecador. Jesus encorajou-o, então, a segui-lo, dizendo que o tornará "pescador de homens".
Nos evangelhos sinóticos, o nome de Pedro sempre encabeça a lista dos discípulos de Jesus, o que na interpretação da Igreja Católica Romana deixa transparecer um lugar de primazia sobre o Colégio Apostólico. Não se descarta que Pedro, assim como seu irmão André, antes de seguir Jesus, tenha sido discípulo de João Batista.
Outro dado interessante era a estreita amizade entre Pedro e João Evangelista, fato atestado em todos os evangelhos, como por exemplo, na Última Ceia, quando pergunta ao Mestre, através do Discípulo amado (João), quem o haveria de trair ou quando ambos encontram o sepulcro de Cristo vazio noDomingo de Páscoa. Fato é que tal amizade perdurou até mesmo após a Ascensão de Jesus, como podemos constatar na cena da cura de um paralítico posto nas portas do Templo de Jerusalém.
Segundo a tradição defendida pela Igreja Católica Romana e pela Igreja Ortodoxa, o apóstolo Pedro, depois de ter exercido o episcopado em Antioquia, teria se tornado o primeiro Bispo de Roma. Segundo esta tradição, depois de solto da prisão em Jerusalém, o apóstolo teria viajado até Roma e ali permanecido até ser expulso com os judeus e cristãos pelo imperador Cláudio, época em que haveria voltado a Jerusalém para participar da reunião de apóstolos sobre os rituais judeus no chamado Concílio de Jerusalém. A Bíblia atesta que após esta reunião, Pedro ficou em Antioquia (como o seu companheiro de ministério, Paulo, afirma em sua carta aos gálatas). A tradição da Igreja Católica Romana afirma que depois de passar por várias cidades, Pedro haveria sido martirizado em Roma entre 64 e 67 d.C. Desde a Reformateólogos e historiadores protestantes afirmaram que Pedro não teria ido a Roma; esta tese foi defendida mais proeminentemente por Ferdinand Christian Baur, da Escola de Tübingen. Outros, como Heinrich Dressel, em 1872, declararam que Pedro teria sido enterrado em Alexandria, no Egito ou em Antioquia.4 Hoje, porém, os historiadores concordam que Pedro realmente viveu e morreu em Roma. O historiador luterano Adolf Harnack afirmou que as teses anteriores foram tendenciosas e prejudicaram o estudo sobre a vida de Pedro em Roma.4 Sua vida continua sendo objeto de investigação, mas o seu túmulo está localizado na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o qual foi descoberto em 1950 após anos de meticulosa investigação.5
Alguns pesquisadores acreditam que, assim como Judas Iscariotes, Pedro tenha sido um zelota, grupo que teria surgido dos fariseus e constituía-se de pequenos camponeses e membros das camadas mais pobres da sociedade. Este supostamente estaria comprovado em Marcos 3:18, assim como em Atos 1:13, no entanto, o certo "Simão, o Zelote" é na realidade uma pessoa distinta dentre as nomeações descritas nas referidas citações.

O primado de Pedro segundo a Igreja Católica[editar]

Cristo entrega as chaves do céu a Pedro (PeruginoCapela Sistina).
Toda a primeira parte do Evangelho gira em torno da identidade de Jesus. Quando perguntado, Simão foi o primeiro dos discípulos a responder essa pergunta: Jesus é o filho de Deus. É esse acontecimento que leva Jesus a chamá-lo de Pedro e é conhecido como Confissão de Pedro.
Encontramos o relato do evento em Mateus 16:13-19: Jesus pergunta aos seus discípulos (depois de se informar do que sobre ele corria entre o povo): "E vós, quem pensais que sou eu?".
Simão Pedro, respondendo, disse: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". Jesus respondeu-lhe: "Bem-aventurado és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi carne ou sangue que te revelaram isso, e sim Meu Pai que está nos céus. Também Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei Minha Igreja11 e as portas do Hades12 nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus e o que ligares na terra será ligado nos céus. E o que desligares na terra será desligado13 nos céus".
João 21:15-17 e Lucas 22:31 também falam a respeito do primado de Pedro dever ser exercido particularmente na ordem da Fé, e que Cristo o torna chefe:
Jesus disse a Simão (Pedro): "Simão, filho de João, tu Me amas mais do que estes?" Ele lhe respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo". Jesus lhe disse: "Apascenta Meus cordeiros". Segunda vez disse-lhe: "Simão filho de João, tu Me amas?" - "Sim, Senhor", disse ele, "tu sabes que te amo". Disse-lhe Jesus: "Apascenta Minhas ovelhas". Pela terceira vez lhe disse: "Simão filho de João, tu Me amas?" Entristeceu-se Pedro porque pela terceira vez lhe perguntara 'Tu Me amas?' e lhe disse: "Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que te amo". Jesus lhe disse: "Apascenta Minhas ovelhas." (João 21:15-17).
«Simão, Simão, eis que Satanás pediu insistentemente para vos peneirar como trigo; Eu, porém, orei por ti, a fim de que tua fé não desfaleça. Quando, porém, te converteres, confirma teus irmãos.» (Lucas 22:31-32)

Evangelho - Mt 8,5-17 = 29/06/13

Muitos virão do Oriente e do Ocidente, 
e se sentaróo à mesa junto com Abraão, Isaac e Jacó.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,5-17
Naquele tempo: 
5Quando Jesus entrou em Cafarnaum, 
um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 
6'Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, 
sofrendo terrivelmente com uma paralisia.' 
7Jesus respondeu: 'Vou curá-lo.' 
8O oficial disse: 'Senhor, 
eu não sou digno de que entres em minha casa. 
Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 
9Pois eu também sou subordinado 
e tenho soldados debaixo de minhas ordens. 
E digo a um : 'Vai!', e ele vai; 
e a outro: 'Vem!', e ele vem; 
e digo ao meu escravo: 'Faze isto!', e ele faz.' 
10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, 
e disse aos que o seguiam: 
'Em verdade, vos digo: 
nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 
11Eu vos digo: 
muitos virão do Oriente e do Ocidente, 
e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, 
junto com Abraão, Isaac e Jacó, 
12enquanto os herdeiros do Reino 
serão jogados para fora, nas trevas, 
onde haverá choro e ranger de dentes.' 
13Então, Jesus disse ao oficial: 
'Vai! e seja feito como tu creste.' 
E naquela mesma hora o empregado ficou curado. 
14Entrando Jesus na casa de Pedro, 
viu a sogra dele deitada e com febre. 
15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. 
Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 
16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus 
muitas pessoas possuídas pelo demônio. 
Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, 
e curou todos os doentes, 
17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: 
'Ele tomou as nossas dores 
e carregou as nossas enfermidades.' 
Palavra da Salvação.

Compêndio do Catecismo da Igreja Católica - continuação

CAPÍTULO TERCEIRO
OS SACRAMENTOS AO SERVIÇO
DA COMUNHÃO E DA MISSÃO

321. Quais são os sacramentos ao serviço da comunhão e da missão?
1533–1535
Dois sacramentos, a Ordem e o Matrimónio, conferem uma graça especial para uma missão particular na Igreja em ordem à edificação do povo de Deus. Eles contribuem em especial para a comunhão eclesial e para a salvação dos outros.

O SACRAMENTO DA ORDEM SACERDOTAL

322. O que é o sacramento da Ordem?
1536
É o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo aos seus Apóstolos continua a ser exercida na Igreja, até ao fim dos tempos.

323. Porque se chama sacramento da Ordem?
1537 – 1538
Ordem indica um corpo eclesial, do qual se passa a fazer parte, mediante uma especial consagração (Ordenação), a qual, por um particular dom do Espírito Santo, permite exercer umpoder sagrado em nome e com a autoridade de Cristo para o serviço do povo de Deus.

324. Qual o lugar do sacramento da Ordem no desígnio divino da salvação?
1539 – 1546
1590 - 1591
Na Antiga Aliança, este sacramento é prefigurado no serviço dos Levitas, no sacerdócio de Aarão e na instituição dos setenta «Anciãos» (Num 11,25). Estas prefigurações encontraram realização em Cristo Jesus, o qual, com o sacrifício da sua cruz, é o «único (...) mediador entre Deus e os homens» (1 Tim 2,5), o Sumo-sacerdote à maneira de Melquisedec» (Heb 5,10). O único sacerdócio de Cristo é tornado presente pelo sacerdócio ministerial.

«Só Cristo é o verdadeiro sacerdote, os outros são seus ministros» (S. Tomás de Aquino)

325. De quantos graus se compõe o sacramento da Ordem?
1554
1593
Compõe-se de três graus, que são insubstituíveis para a estrutura orgânica da Igreja: o episcopado, o presbiterado e o diaconado.

326. Qual é o efeito da Ordenação episcopal?
1557 – 1558
A Ordenação episcopal confere a plenitude do sacramento da Ordem, faz do Bispo o legítimo sucessor dos Apóstolos, insere-o no Colégio episcopal, partilhando com o Papa e os outros Bispos a solicitude por todas as Igrejas, e confere-lhe a missão de ensinar, santificar e governar.

327. Qual é a missão do Bispo na Igreja particular que lhe foi confiada?
1560 – 1561
O Bispo, ao qual é confiada uma Igreja particular, é o princípio visível e o fundamento da unidade dessa Igreja, a favor da qual exerce, como vigário de Cristo, o ministério pastoral, coadjuvado pelos presbíteros e diáconos.

328. Qual é o efeito da Ordenação presbiteral?
1562 – 1567
1595
A unção do Espírito assinala o presbítero com um carácter espiritual indelével, configura-o a Cristo sacerdote e torna-o capaz de agir em nome de Cristo Cabeça. Sendo cooperador da Ordem episcopal, ele é consagrado para pregar o Evangelho, para celebrar o culto divino, sobretudo a Eucaristia, da qual o seu ministério recebe a força, e para ser o pastor dos fiéis.

329. Como é que o presbítero exerce o seu ministério?
1568
Embora seja ordenado para uma missão universal, ele exerce-a numa Igreja particular, em fraternidade sacramental com os outros presbíteros que formam o «presbitério» e que, em comunhão com o Bispo, e, em dependência dele, têm a responsabilidade da Igreja particular.

330. Qual é o efeito da Ordenação diaconal?
1569 – 1571
1596
O diácono, configurado a Cristo servo de todos, é ordenado para o serviço da Igreja sob a autoridade do Bispo, em relação ao ministério da Palavra, do culto divino, da condução pastoral e da caridade.

331. Como se celebra o sacramento da Ordem?
1572 – 1574
1597
Para cada um dos três graus, o sacramento da Ordem é conferido pela imposição das mãos sobre a cabeça do ordinando por parte do Bispo, que pronuncia a solene oração consecratória. Com ela, o Bispo invoca de Deus, para o ordinando, a especial efusão do Espírito Santo e dos seus dons, em ordem ao ministério.

332. Quem pode conferir este sacramento?
1575 - 1576.
1600
Compete aos Bispos validamente ordenados, enquanto sucessores dos Apóstolos, conferir os três graus do sacramento da Ordem.

333. Quem pode receber este sacramento?
1577 – 1578 1598
Só o baptizado de sexo masculino o pode receber validamente: a Igreja reconhece-se vinculada a esta escolha feita pelo próprio Senhor. Ninguém pode exigir a recepção do sacramento da Ordem, antes deve ser considerado apto para o ministério pela autoridade da Igreja.

334. É requerido o celibato a quem recebe o sacramento da Ordem?
1579 – 1580
1599
Para o episcopado é sempre requerido o celibato. Na Igreja latina, para o presbiterado, são normalmente escolhidos homens crentes que vivem celibatários e têm vontade de guardar o celibato «pelo reino dos céus» (Mt 19,12). Nas Igrejas Orientais, não é consentido casar depois da Ordenação. O diaconado permanente pode ser conferido a homens já casados.

335. Quais são os efeitos do sacramento da Ordem?
1547 – 1553
Este sacramento dá uma especial efusão do Espírito Santo, que configura o ordenado a Cristo na sua tríplice função de Sacerdote, Profeta e Rei, segundo os respectivos graus do sacramento. A ordenação confere um carácter espiritual indelével: por isso não pode ser repetida nem conferida por um tempo limitado.

336. Com que autoridade é exercido o sacerdócio ministerial?
1547 – 1553
1592
Os sacerdotes ordenados, no exercício do ministério sagrado, falam e agem não por autoridade própria, e nem sequer por mandato ou delegação da comunidade, mas na Pessoa de Cristo Cabeça e em nome da Igreja. Portanto o sacerdócio ministerial difere essencialmente, e não apenas em grau, do sacerdócio comum dos fiéis, para o serviço do qual Cristo o instituiu.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

FESTA JUNINA

Paz & Bem!














Amanhã, dia 29/06 teremos a Celebração da Santa Missa Sertaneja, vai ser na matriz às 18 horas, e logo após acontece a tradicional festa junina, venham participar, convides os amigos...



Compêndio do Catecismo da Igreja Católica - continuação

O SACRAMENTO DA UNÇÃO DOS ENFERMOS

313. Como é vivida a doença no Antigo Testamento?
1499-1502
No Antigo Testamento, o homem doente experimenta os seus limites e ao mesmo tempo percebe que a doença está ligada misteriosamente ao pecado. Os profetas intuíram que a doença podia ter também um valor redentor em relação aos próprios pecados e aos dos outros. Assim, a doença era vivida perante Deus, da qual o homem implorava a cura.

314. Que sentido tem a compaixão de Jesus pelos doentes?
1503-1505
A compaixão de Jesus pelos doentes e as numerosas curas de enfermos são um claro sinal de que, com Ele, chegou o Reino de Deus e a vitória sobre o pecado, o sofrimento e a morte. Com a sua paixão e morte, Ele dá um novo sentido ao sofrimento, o qual, se unido ao seu, pode ser meio de purificação e de salvação para nós e para os outros.

315. Qual é o comportamento da Igreja em relação aos doentes?
1506-1513;
1526-1527
A Igreja, tendo recebido do Senhor a ordem de curar os enfermos, procura pô-la em prática com os cuidados para com os doentes, acompanhados da oração de intercessão. Ela possui sobretudo um sacramento específico em favor dos enfermos, instituído pelo próprio Cristo e atestado por São Tiago: «Quem está doente, chame a si os presbíteros da Igreja e rezem por ele, depois de o ter ungido com óleo no nome do Senhor» (Tg 5,14-15).

316. Quem pode receber o sacramento da Unção dos enfermos?
1514 –1515
1528- 1529
Este sacramento pode ser recebido pelo fiel que começa a encontrar-se em perigo de morte por doença ou velhice. O mesmo fiel pode recebê-lo também outras vezes se a doença se agrava ou então no caso doutra doença grave. A celebração deste sacramento, se possível, deve ser precedida pela confissão individual do doente.

317. Quem administra este sacramento?
1516. 1530
Só pode ser administrado pelos sacerdotes (Bispos ou presbíteros).

318. Como se celebra este sacramento?
1520 – 1523
1532
A celebração deste sacramento consiste essencialmente na unção com óleo benzido, se possível, pelo Bispo, na fronte e nas mãos do doente (no rito romano, ou também noutras partes do corpo segundo outros ritos), acompanhada da oração do sacerdote, que implora a graça especial deste sacramento.

319. Quais são os efeitos deste sacramento?
15120 – 1523
1532
Ele confere uma graça especial que une mais intimamente o doente à Paixão de Cristo, para o seu bem e de toda a Igreja, dando-lhe conforto, paz, coragem, e também o perdão dos pecados, se o doente não se pode confessar. Este sacramento consente por vezes, se for a vontade de Deus, também a recuperação da saúde física. Em todo o caso, esta Unção prepara o doente para a passagem à Casa do Pai.

320. O que é o Viático?
1524 – 1525
É a Eucaristia recebida por aqueles que estão para deixar esta vida terrena e se preparam para a passagem à vida eterna. Recebida no momento da passagem deste mundo ao Pai, a Comunhão do Corpo e Sangue de Cristo morto e ressuscitado é semente de vida eterna e potência de ressurreição.

Evangelho - Mt 8,1-4 = 28/06/13

Se queres, tu tens o poder de me purificar.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4
1Tendo Jesus descido do monte, 
numerosas multidões o seguiam. 
2Eis que um leproso se aproximou 
e se ajoelhou diante dele, dizendo: 
'Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar.' 
3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: 
'Eu quero, fica limpo.' 
No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 
4Então Jesus lhe disse: 
'Olha, não digas nada a ninguém, 
mas vai mostrar-te ao sacerdote, 
e faze a oferta que Moisés ordenou, 
para servir de testemunho para eles.' 
Palavra da Salvação. 

Comportamento na Santa Missa e Depois

Santo Padre Pio de Pietrelcina
Uma carta de Santo Padre Pio para Annita Rodote
Pietrelcina, 25 de julho de 1915
Amada filha de Jesus,
Que Jesus e nossa Mãe sempre sorriam em sua alma, obtendo disso, a partir de seu mais Santo Filho, todos os carismas celestiais!
Estou escrevendo para você por dois motivos: para responder mais algumas perguntas de sua última carta e, para lhe desejar um feliz dia no mais doce Jesus, cheio de todas as mais especiais graças celestiais. Oh! Se Jesus atender minhas orações por você ou, melhor ainda, se ao menos as minhas orações forem dignas de serem atendidas por Jesus! No entanto, aumentá-las-ei cem vezes para vossa consolação e salvação, suplicando a Jesus atendê-las, não para mim, mas através do coração de sua bondade paternal e infinita misericórdia.
A fim de evitar irreverências e imperfeições na casa de Deus, na igreja – que o divino Mestre chama de casa de oração -, exorto-vos no Senhor a praticar o seguinte.
Entre na igreja em silêncio e com grande respeito, considerando-se indigno de aparecer diante da Majestade do Senhor. Entre outras considerações piedosas, lembre-se que nossa alma é o templo de Deus e, como tal, devemos mantê-la pura e sem mácula diante de Deus e seus anjos. Fiquemos envergonhados por termos dado acesso ao diabo e suas armadilhas muitas vezes (com a sua sedução para o mundo, a sua pompa, seu chamado para a carne) por não sermos capazes de manter nossos corações puros e os nossos corpos castos; por termos permitido aos nossos inimigos insinuarem-se em nossos

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Evangelho - Mt 7,21-29 = 27/06/13

A casa construída sobre a rocha e
a casa construída sobre a areia.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,21-29
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 
2lNem todo aquele que me diz: 'Senhor, Senhor', 
entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática 
a vontade de meu Pai que está nos céus. 
22Naquele dia, muitos vão me dizer: 
'Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? 
Não foi em teu nome que expulsamos demônios? 
E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres?' 
23Então eu lhes direi publicamente: 
'Jamais vos conheci. 
Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal. 
24Portanto, quem ouve estas minhas palavras 
e as põe em prática, 
é como um homem prudente, 
que construiu sua casa sobre a rocha. 
25Caiu a chuva, vieram as enchentes, 
os ventos deram contra a casa, 
mas a casa não caiu, 
porque estava construída sobre a rocha. 
26Por outro lado, 
quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, 
é como um homem sem juízo, 
que construiu sua casa sobre a areia. 
27Caiu a chuva, vieram as enchentes, 
os ventos sopraram e deram contra a casa, 
e a casa caiu, e sua ruína foi completa!' 
28Quando Jesus acabou de dizer estas palavras, 
as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento. 
29De fato, ele as ensinava como quem tem autoridade 
e não como os mestres da lei. 
Palavra da Salvação.