sábado, 1 de setembro de 2012

Atos dos Apóstolos - capítulo 19


19
Espírito dá a maturidade na fé -* Enquanto Apolo estava em CorintoPaulo atravessou as regiões mais altas e chegou a ÉfesoEncontrou aí algunsdiscípulosperguntou-lhes: «Quando vocês abraçaram a  receberam o Espírito Santo?» Eles responderam: «Nós nem sequer ouvimos falar que existe umEspírito Santo.» Paulo perguntou: «Que batismo vocês receberam?» Eles responderam: «O batismo de João.» Então Paulo explicou: «João batizava como sinalde arrependimento e pedia que o povo acreditasse naquele que devia vir depois deleisto é, em Jesus.» Ao ouvir isso, eles se fizeram batizar em nome doSenhor JesusLogo que Paulo lhes impôs as mãos, o Espírito Santo desceu sobre eles, e começaram a falar em línguas e a profetizarEram, ao tododozehomens.
Em seguidaPaulo foi à sinagoga e, durante três mesesfalava com toda convicçãodiscutindo e procurando convencer os ouvintes sobre o Reino de Deus9Todavia como alguns se obstinavam na incredulidade e falavam mal do Caminho diante da multidãoPaulo rompeu com eles, separou os discípulos e, diariamente, os ensinava na escola de um homem chamado Tiranos10 Isso durou dois anos, de modo que todos os habitantes da Ásiajudeus e (leia mais...)
gregospuderam ouvir aPalavra do Senhor.
fé liberta -* 11 Deus realizava milagres extraordinários pelas mãos de Paulo12 tal ponto que pegavam lenços e aventais usados por Paulo para colocá-lossobre os doentes, e estes eram libertados de suas doenças e os espíritos maus eram afastados.
13 Alguns exorcistas judeus itinerantes começaram a invocar o nome do Senhor Jesus sobre aqueles que tinham espíritos maus. E diziam: «Eu esconjuro vocês por este Jesus que Paulo está pregando.» 14 Os que faziam isso eram os sete filhos de Ceva, um sumo sacerdote judeu15 Mas o espírito mau reagiudizendo: «Euconheço Jesus e sei quem é Paulomas quem são vocês?» 16 E o homem que estava possesso do espírito mau pulou sobre eles com tanta violênciaque tiveramde fugir daquela casasem roupas e cobertos de ferimentos17 toda a população de Éfesojudeus e gregosficou sabendo do fato. O temor se apossou detodos. E a grandeza do nome de Jesus era exaltada18 Muitos fiéis acorriam para acusar-se em voz alta de suas práticas mágicas19 e um bom número dos quepraticavam magia amontoaram seus livros e os queimaram em praça pública. O valor desses livros foi calculado em cinqüenta mil moedas de prata20 Assim, aPalavra do Senhor crescia e se firmava com grande poder.
FIM DA MISSÃO: PRISIONEIRO DE CRISTO
discípulo no seguimento do Mestre -* 21 Depois desses acontecimentosPaulo resolveu ir a Jerusalémpassando pela Macedônia e pela Acaia. Ele dizia: «Depois de ir até lá, eu devo ir também a Roma.» 22 Paulo enviou à Macedônia dois de seus ajudantesTimóteo e Erasto, e ficou ainda por algum tempo na Ásia.
vida cristã tumultua a sociedade -* 23 Foi nessa época que estourou um grave tumulto a respeito do Caminho24 Havia um sujeito chamado Demétrioqueera ourives e fabricava nichos de prata da deusa Ártemis. E isso dava muito lucro aos artesãos25 Ele reuniu esses artesãosjuntamente com outros quetrabalhavam no ramo, e lhes disse: «Amigosvocês sabem que o nosso bem-estar provém dessa nossa atividade26 Oravocês mesmos podem constatar e ouvirpor aí que esse tal de Paulo, com a sua propagandaestá desencaminhando muita gentenão só em Éfesomas em quase toda a Ásia. Ele afirma que os deusesfabricados pelas nossas mãos não são deuses27 Não é só a nossa profissão que corre o risco de cair em descréditomas também o santuário da grande deusaÁrtemis acabará sendo desacreditado e, assimficará despojada de majestade aquela que toda a Ásia e o mundo inteiro adora.» 28 Ao ouvir issoficaram furiososnão paravam de gritar: «Grande é a Ártemis dos efésios!» 29 tumulto se espalhou pela cidade toda. A multidão se dirigiu em massa ao teatroarrastando osmacedônios Gaio e Aristarcocompanheiros de Paulo na viagem.
32 Enquanto isso, um gritava uma coisaoutro gritava o contrário, e a confusão era geral na assembléia. A maioria nem mesmo sabia por que estava aí. 33 E nomeio da multidãoalgumas pessoas convenceram certo Alexandre a falar. Ele tinha sido colocado na frente pelos judeusFez sinal com a mãomostrando quequeria dar explicações para a assembléia34 Masquando perceberam que era judeutodos se puseram a gritar numa só voz, por quase duas horas: «Grande é aÁrtemis dos efésios!» 35 Por fim, o secretário conseguiu acalmar a multidão, e disse: «Cidadãos de Éfesoquem dentre os homens não sabe que a cidade de Éfesoguarda o templo da grande Ártemis e a sua estátua que caiu do céu36 Quanto a issonão resta dúvidaPortantofiquem calmos e não cometam nenhuma loucura.37 Estes homens que vocês trouxeram até aqui, não profanaram o templonem blasfemaram contra a nossa deusa38 Portanto, se Demétrio e os artesãos queestão com ele têm acusações para fazer contra alguémsejam feitas audiências, e os procônsules estão à disposiçãoQue as partes apresentem acusaçõesrecíprocas39 E se houver qualquer outra questãoserá resolvida em assembléia legal40 Do contráriocorremos o risco de sermos acusados de revolta por causado que aconteceu hojepois não existe nenhum motivo para justificarmos esta reunião.» 41 Com essa declaração, ele dissolveu a assembléi

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