sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Atos dos Apóstolos - capítulo 18


18
Nascimento da comunidade de Corinto -* seguirPaulo deixou Atenas e foi para CorintoEncontrou aí um judeu chamado Áquilanatural do Pontoqueacabara de chegar da Itália com sua esposa Priscilapois o imperador Cláudio tinha decretado que todos os judeus saíssem de RomaPaulo entrou em contatocom eles. E como eram da mesma profissão - fabricantes de tendas, - Paulo passou a morar com eles e trabalhavam juntosTodos os sábadosPaulo discutiana sinagogaprocurando convencer judeus e gregos.
Quando Silas e Timóteo chegaram da MacedôniaPaulo se dedicou inteiramente à Palavratestemunhando diante dos judeus que Jesus era o MessiasMas, por causa da resistência e blasfêmias delesPaulo sacudiu as vestes e disse: «Vocês são responsáveis pelo que acontecerNão tenho nada a ver com isso. Deagora em diantevou me dirigir aos pagãos.» Então Paulo foi para a casa de um pagão adorador do Deus únicocerto Tício Justoque morava ao lado dasinagogaCrispo, o chefe da sinagogaacreditou no Senhor com toda a sua família; e muitos coríntiosque escutavam Pauloacreditavam e recebiam o batismo.Uma noite o Senhor em visão disse a Paulo: «Não tenha medocontinue a falarnão se cale10 porque eu estou com vocêNinguém porá a mão em você para lhe fazer malNesta cidade  um povo numeroso que me (leia mais...)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Escravos por amor a Jesus Cristo



“Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado” (Mt 23, 12).
A Virgem Maria nos ensina como servir o Senhor.Estas palavras de Jesus nos colocam diante de uma realidade fundamental acerca de nossa vocação. Como cristãos, somos chamados a acolher a cruz de Cristo em nossas vidas. Ele se humilhou assumindo a condição de um escravo, cuja vida não pertence a si mesmo, mas ao seu senhor. Como Ele, somos chamados a assumir o ser servo. Para refletir sobre este tema, é muito importante olharmos para a Mãe do Servo Sofredor, para a Virgem Maria.
Na Anunciação de que Nossa Senhora seria a Mãe de Jesus (cf. Lc 1, 31), ela responde ao Anjo: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a vossa palavra” (Lc 1, 38). Maria não somente se disse serva, mas colocou-se a serviço de sua prima Isabel. Depois da resposta de Maria ao anúncio do Anjo, ela visitou sua prima, que estava grávida de João Batista. Ao ouvir a saudação de Maria, Isabel ficou cheia do Espírito Santo e disse: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!” (Lc, 1, 42b).
Maria tinha acabado de chegar, nem mesmo havia se colocado a serviço, e foi exaltada pela saudação de Isabel. Ela declara Maria como bem-aventurada, como realizada, somente pelo fato dela ter acreditado no anúncio do Anjo: “Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!” (Lc 1, 45). Mais ainda, Isabel profetiza o cumprimento da Anunciação feita pelo Anjo.
Depois das palavras inspiradas de Isabel, em Nossa Senhora, no cântico do “Magnificat”, se realiza a profecia de Isabel. Maria experimenta, naquele momento, a exaltação de Deus: “A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque ele olhou para a humildade de sua serva” (Lc 1, 47-48a). Maria foi exaltada logo depois no anúncio do Anjo porque se fez humilde, se fez serva do Senhor. Cheia do Espírito, Maria profetiza a exaltação que lhe será dada até o fim dos tempos: “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz” (Lc 1, 48b).
Como a Virgem Maria, que se fez serva, se fez escrava do Senhor, somos chamados também a nos fazer servos, escravos por amor do Senhor. Acolhendo com humildade o desígnio de Deus para nós, o Senhor nos promete que seremos exaltados: “quem se humilhar será exaltado” (Mt 23, 12). Certamente, esta exaltação acontece aqui, ainda que não conforme a nossa vontade, e acontecerá plenamente na glória da Jerusalém celeste, onde estaremos na comunhão definitiva com a Santíssima Trindade, a Virgem Maria, os Anjos aos Santos.

fonte: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/doutrina-catolica/escravos-por-amor-a-jesus-cristo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+bibliacatolica+%28B%C3%ADblia+Cat%C3%B3lica+News%29






anjos e os santos.

Atos dos Apóstolos - capitulo 17


17
Evangelho ameaça o sistema -* Passando por Anfípolis e ApolôniaPaulo e Silas chegaram a Tessalônicaonde os judeus tinham uma sinagoga2Conforme seu costumePaulo foi procurá-los e, por três sábados seguidosdiscutiu com eles. Partindo das Escriturasexplicava e demonstrava para eles que oMessias devia morrer e ressuscitar dos mortos. E acrescentava: «O Messias é este Jesus que eu anuncio a vocês.» Alguns judeus se convenceram disso e seuniram a Paulo e Silasassim como bom número de gregos que adoravam o Deus único, e não poucas mulheres da alta sociedadeOs judeus ficaram com invejareuniram alguns indivíduos maus e vagabundos; e provocaram um tumultoalvoroçando a cidade. Alguns se apresentaram na casa de Jasão em busca de Paulo eSilas, a fim de os levar à presença da assembléia do povoNão encontrando Paulo e Silasarrastaram Jasão e alguns irmãos diante das autoridades; e gritavam: «Estes homens que estão transtornando o mundo inteirochegaram agora aqui também, Jasão deu hospedagem para eles. Todos eles vão contra a lei doImperadorafirmando que existe outro rei chamado Jesus.» Ouvindo isso, a multidão e as autoridades ficaram agitadasexigiram uma fiança por parte deJasão e dos outros irmãosDepois os soltaram.
10 Imediatamente, os irmãos fizeram Paulo e Silas partir de (leia mais...)

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Atos dos Apóstolos - Capítulo 16


16
fonte do ministério -* Paulo se dirigiu a Derbe e a ListraHavia em Listra um discípulo chamado Timóteofilho de uma judia que se tornara cristã e de paigregoOs irmãos de Listra e Icônio davam bom testemunho de TimóteoPaulo quis então que Timóteo partisse com ele. Tomou-o e o circuncidou, por causados judeus que se encontravam nessas regiõespois todos sabiam que o pai de Timóteo era gregoPercorrendo as cidadesPaulo e Timóteo transmitiam asdecisões que os apóstolos e anciãos de Jerusalém haviam tomado, e recomendavam que fossem observadasAs igrejas se fortaleciam na , e a cada diacresciam em número.
Espírito dirige a missão -* Paulo e Timóteo atravessaram a Frígia e a região da Galácia, uma vez que o Espírito Santo os proibira de pregar a Palavra deDeus na ÁsiaChegando perto da Mísia, eles tentaram entrar na Bitíniamas o Espírito de Jesus os impediuEntão atravessaram a Mísia e desceram paraTrôadeDurante a noitePaulo teve uma visão: na sua frente estava de  um macedônio que lhe suplicava: «Venha à Macedônia e ajude-nos!» 10 Depois dessavisãoprocuramos imediatamente partir para a Macedôniapois estávamos convencidos de que (leia mais...)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

CURSO BÍBLICO: EVANGELHO DE MARCOS


Curso Bíblico: EVANGELHO DE MARCOS


Data: 03, 04 e 05 de setembro de 2012.

Horário: 19:00h às 21:45h.


Local: Salão da Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Catedral.


Assessor: Frei Ildo Perondi.


Destinatários:

Agentes de pastoral, lideranças dos GBRs, estudiosos de teologia, sacerdotes, seminaristas, religiosas (os) e a comunidade em geral.


Material necessário: Bíblia e material de anotação.


Colaboração: Trazer em cada noite algum alimento (bolo, bolacha...) para partilhar. O café será patrocinado pela Livraria Dom Geraldo. Não terá inscrições antecipadas e taxa de participação.

Vamos participar, convide toda a comunidade.

Atos dos Apostos - Capítulo 15


15
Igreja em conflito -* Chegaram alguns homens da Judéia e doutrinavam os irmãos de Antioquiadizendo: «Se não forem circuncidados, como ordena a Leide Moisésvocês não poderão salvar-se.» Isso provocou alvoroço e uma discussão muito séria deles com Paulo e BarnabéEntão ficou decidido que Paulo,Barnabé e mais alguns iriam a Jerusalém para tratar dessa questão com os apóstolos e anciãosCom o apoio e solidariedade da igreja de Antioquia, elesatravessaram a Fenícia e a SamariaContaram sobre a conversão dos pagãos, e deram uma grande alegria a todos os irmãosQuando chegaram a Jerusalém,foram acolhidos pela igreja, pelos apóstolos e anciãos, e contaram as maravilhas que Deus tinha realizado por meio delesAlguns daqueles que tinham pertencidoao partido dos fariseus e que haviam abraçado a  intervieramdeclarando que era preciso circuncidar os pagãos e mandar que eles observassem a Lei deMoisés.
Concílio de Jerusalém: posição de Pedro -* Então os apóstolos e os anciãos se reuniram para tratar desse assuntoDepois de longa discussãoPedrolevantou-se e falou: «Irmãosvocês sabem que, desde os primeiros diasDeus me escolheu no meio de vocês, para que os pagãos ouvissem de minha boca apalavra da Boa Notícia e acreditassemOraDeusque conhece os coraçõestestemunhou a favor delesdando-lhes o Espírito Santo como deu a nós. nãofez nenhuma distinção entre nós e eles, purificando o coração deles mediante a 10 Então, por que vocês agora tentam a Deusquerendo impor aos discípulosum jugo que nem nossos pais nem nós (leia mais...)

Palavra do Arcebispo


Palavra do Bispo Dom Orlando Brandes


O CATEQUISTA E SUAS QUALIDADES

O catequista é uma pessoa especial. Sua missão humaniza, evangeliza, santifica, salva as pessoas. Olhemos para o catequista como um pai/mãe de nossos filhos, um benfeitor da sociedade, um missionário da Igreja. Vejamos algumas qualidades necessárias ao catequista. Primeiro: sólida espiritualidade. Sim o catequista transmite sua experiência de fé, sua vida de oração, sua convicção interior, sua consciência cristã e eclesial. Segundo: testemunho de vida. Fala mais pelas boas obras e bom exemplo que pelas palavras. Faz o que ensina. O mundo acredita mais nos testemunhos que nos mestres. O testemunho cativa e convence os ouvintes. Terceiro: o amor aos catequizandos. Sem amor aos catequizandos é impossível a verdadeira catequese. Catequizar é querer o bem, o amadurecimento, a santificação e a salvação das pessoas. Quarto: competência. É preciso ler sempre, participar das formações, aprofundar a teologia, cultivar-se permanentemente, preparar bem os encontros. A competência cria confiança e adesão do ouvinte. A mediocridade é inimiga da fé. Quinto: ser facilitador. Significa ter pedagogia, boa comunicação, cuidar dos catequizandos pela motivação, compreensão e disciplina, ajudando-o nas dificuldades. Sexto: inserção comunitária. Todo catequista deve ser pessoa inserida na Igreja, envolvida na comunidade, participando das celebrações e da vida da Igreja. Sétimo: conhecer a família dos catequizandos. Esta questão é fundamental, ou seja, conhecer, ajudar e catequizar as famílias, porque o catequista é também pai/mãe da sua turma, do seu grupo. Daqui brotam muitas inspirações e frutos para a catequese. Oitavo: paixão. Ser apaixonado, entusiasmado, convicto da sua missão. Amar o que faz. Ter desejo, motivação, gosto e fé pela catequese. Nono: criatividade. O catequista não deve ser rotineiro, copiador, doutrinador ou pior ainda, apenas leitor do livro de catequese. Grande mal para a catequese é a rotina, a mesmice, a acomodação. Daí a importância da criatividade, interesse, motivação do catequista. Décimo: adaptação. Sim adaptar-se à realidade dos crismandos é uma exigência e necessidade de qualquer educador. Descer do pedestal, aproximar-se, interessar-se pela pessoa e a realidade do catequizando é algo indispensável. As pessoas não são objetos, não é apenas número, nem merecem ser tratados como anônimos, distantes, desconhecidos. A catequese acontece com a aproximação, a comunicação, a inculturação, a adaptação. É necessário, pois ter flexibilidade, compreensão e compaixão. Onze: paciência. Evitar a agressividade, a precipitação, o desânimo e a decepção, significa ter paciência. Não confundamos paciência com resignação, permissividade, omissão. Paciência significa ter esperança, sempre recomeçar, compreender e perdoar. Doze: articulação. O catequista é uma pessoa de diálogo, interação, parceria, aliança. Deverá articular-se com os colegas catequistas, com o pároco, com outras pastorais e com a diocese. É pessoa aberta, que cria laços de entre-ajuda e aceita a correção, o apoio dos outros e novas ideias. O tradicionalismo, o fanatismo, o fechamento são patologias a serem superadas. Treze: profeta. Sim, o catequista é profeta. Alimenta-se da Palavra e com coragem denuncia o mal e anuncia a verdade, a justiça, o bem. Ser profeta é assumir a dimensão social e transformadora da fé, conhecer a Doutrina Social da Igreja, unir fé e vida, defender os direitos humanos, a ecologia, o bem comum. Nossos catequizandos devem ser bons cidadãos, ter consciência da realidade social, política, econômica. O profeta ajuda a abrir os olhos, a ter pé no chão, a lutar pela promoção da dignidade humana.
Dom Orlando Brande