quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Evangelho - Lc 7,31-35

Tocamos flauta para vós e não dançastes;
fizemos lamentações e não chorastes!
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7,31-35
Naquele tempo, disse Jesus: 
31Com quem hei de comparar os homens desta geração? 
Com quem eles se parecem? 
32São como crianças que se sentam nas praças, 
e se dirigem aos colegas, dizendo: 
'Tocamos flauta para vós e não dançastes; 
fizemos lamentações e não chorastes!' 
33Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, 
e vós dissestes: 
'Ele está com um demônio!' 
34Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e vós dizeis: 
'Ele é um comilão e beberrão, 
amigo dos publicanos e dos pecadores!' 
35Mas a sabedoria foi justificada 
por todos os seus filhos.' 
Palavra da Salvação. 

Reflexão - Lc 7, 31-35
Todos nós somos cristãos, e muitas vezes nos orgulhamos disso, afinal de contas, temos a salvação em Jesus Cristo e a filiação divina, sem contar que somos templos do Espírito Santo. Porém devemos nos questionar se a nossa vida é coerente com o que cremos, pois muitas vezes vivemos uma religião de gestos exteriores, de cumprimento de normas rituais, de práticas religiosas, mas não vivemos o essencial: não somos capazes de amar, não temos os mesmos sentimentos de Jesus Cristo: a misericórdia, a justiça, a fraternidade, a solidariedade. Com isso, o Evangelho soa todos os dias em nossos ouvidos, mas não toca os nossos corações, nem transforma as nossas vidas, e a sabedoria fica longe de nós.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

SEMANA DO TRÂNSITO: BÊNÇÃO DE VEÍCULOS E CONDUTORES

SEMANA DO TRÂNSITO: BÊNÇÃO DE VEÍCULOS E CONDUTORES
Seguindo a tradição, as Missionárias Claretianas do Santuário Eucarístico Mariano e a Paróquia São Vicente de Paulo convidam os londrinenses para a bênção de veículos e condutores, no próximo dia 20 de setembro, das 9h às 19h, na Avenida Madre Leônia Milito, 575.
O evento tem o apoio da CMTU e pretende contribuir com a Semana Nacional do Trânsito, no sentido de promover a vida e a educação para a paz no trânsito: A cada ano, no Brasil, milhares de pessoas são mortas ou mutiladas por falta de atenção, prudência e responsabilidade no trânsito!
A proposta é colaborar para a conscientização da sociedade em relação ao compromisso de todos em tornar o trânsito mais humano, pacífico e solidário, sem violência e ameaça à vida.
As Missionárias Claretianas e a Paróquia São Vicente de Paulo ressaltam que estão empenhadas nesta causa nobre e urgente: Madre Leônia Milito (hoje em processo de beatificação)  perdeu a vida num acidente de trânsito!
Mas para os cristãos, Madre Leônia continua sua missão em defesa da paz e superação da violência, ideais que permanecem vivos em todas as pessoas que abraçam esta causa.

·        Serviço: BÊNÇÃO DE VEÍCULOS E CONDUTORES
·        Data : 20 de setembro de 2013.
·        Horário: Das 9h às 19 horas
·         Local : Av. Madre Leônia Milito, 575 (Santuário Eucarístico Mariano)

Familiaridade com a Bíblia


16/09/2013
Verbum Domini – Palavra de Deus, é o documento do Sínodo da Palavra realizado em Roma de 5 a 26 de outubro de 2010. Recebemos este documento “Verbum Domini” em novembro de 2010. É um inestimável presente de Natal oferecido por Bento XVI.
O Papa nos convida a que nos debrucemos sobre a Palavra, façamos uma redescoberta da Bíblia, tenhamos familiaridade com a Palavra para que ela seja o coração de toda a atividade eclesial. Somos convidados a ser amigos da Palavra e a amar cada vez mais as Sagradas Escrituras. Cada fiel possa dizer: “sou amigo da Palavra”.
A fé da Igreja se renova na Palavra de Deus, daí o deixar-se plasmar pelas Escrituras que são o coração da vida cristã. A Igreja funda-se, nasce e vive da Palavra e as comunidades crescem graças à escuta, celebração e estudo da Palavra. Há que reconhecer que nas últimas décadas aumentou na Igreja a sensibilidade pela Palavra de Deus.
Como São Paulo, devemos dizer: “Faço tudo por causa do evangelho” (ICor 9,23). O Papa deseja que melhore a nossa relação com as Sagradas Escrituras na leitura orante, na liturgia, na catequese, na investigação científica. É assim que adquirimos maior familiaridade com a Palavra de Deus.
Deus fala e responde através da Palavra. Estabelece um profundo diálogo conosco, deixa-se conhecer e fala a nós como um amigo. O chão da Palavra são nossos ouvidos e nosso coração. Assim, a Escritura Sagrada deve ser proclamada, escutada, lida, acolhida, vivida profundamente.
Bento XVI faz uma clara distinção entre Palavra de Deus e Bíblia. A Palavra é mais ampla, ela vem antes do Livro e vai além do Livro. Há uma “sinfonia” da Palavra. Ela fala através da criação porque Deus tudo criou pela Palavra. Ela fala através dos Profetas. A definitiva revelação da Palavra de Deus é Jesus: “O Verbo se fez carne”. Os Apóstolos e as comunidades ensinavam a Palavra antes dela ser escrita. Só mais tarde vem o Livro, ou seja, a Bíblia, principalmente o Novo Testamento.
Veneramos extremamente as Sagradas Escrituras, mas, o cristianismo não é a “religião do Livro”, é a “Religião da Palavra”. A Igreja deve ser a “mestra da escuta” para ser discípula. A Palavra é maior que a Igreja, embora, a Sagrada Escritura seja um “livro da Igreja”, deve ser interpretado na fé da Igreja. Por isso a Igreja é “casa da Palavra”.
Pelo que vemos a Igreja não será mais a mesma depois deste documento. Chegou a “hora da Palavra” e assim seremos mais profetas, mais discípulos, mais apóstolos. Inicia-se a aurora de uma nova primavera na Igreja. Já fizemos tantos progressos em ralação à Bíblia, mas, precisamos de mais ousadia e chegar a uma “mobilização bíblica” na vida da Igreja. A Palavra tem o poder de nos reencantar, fascinar, recuperar. Todo nosso entusiasmo pela Palavra de Deus tem um objetivo: estabelecer um encontro pessoal vivo, definitivo, persuasivo com Jesus Cristo, Palavra do Pai. Podemos ver, ouvir, tocar e contemplar Jesus, o Verbo da vida. Ouvindo sua voz, ouvimos o Pai. Jesus é o alto falante do Pai. Fala o que o Pai mandou falar.
Para que aconteça uma revolução bíblica na Igreja precisamos fazer diariamente a leitura orante, frequentar os grupos bíblicos de reflexão, participar do dia da palavra, estudar mais a Bíblia, procurando viver a Palavra. É assim que vai aumentar nossa familiaridade com as Sagradas escrituras. As boas ações falam mais que as palavras. Cabe-nos permanecer na Palavra, que é pão, rocha, espada, ouro, mel, lâmpada, leite, chuva para que sejam restauradas a profecia, o discipulado e a missão na Igreja.


Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Metropolitano de Londrina

Evangelho - Lc 7,11-17

Jovem, eu te ordeno, levanta-te!
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 7,11-17
Naquele tempo: 
11Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. 
Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 
12Quando chegou à porta da cidade, 
eis que levavam um defunto, 
filho único; e sua mãe era viúva. 
Grande multidão da cidade a acompanhava. 
13Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela 
e lhe disse: 'Não chores!' 
14Aproximou-se, tocou o caixão, 
e os que o carregavam pararam. 
Então, Jesus disse: 
'Jovem, eu te ordeno, levanta-te!' 
15O que estava morto sentou-se e começou a falar. 
E Jesus o entregou à sua mãe. 
16Todos ficaram com muito medo 
e glorificavam a Deus, dizendo: 
'Um grande profeta apareceu entre nós 
e Deus veio visitar o seu povo.' 
17E a notícia do fato espalhou-se pela Judéia inteira, 
e por toda a redondeza. 
Palavra da Salvação. 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Quem é Maria? Qual seu lugar na Igreja? Ela é maior que Jesus?!

Leitura do Livro de Josué do dia 15 de Agosto de 2013 (Js 3,7-10a.11.13-17)
Naqueles dias 7o Senhor disse a Josué: “Hoje começarei a exaltar-te diante de todo Israel, para que saibas que estou contigo assim como estive com Moisés. 8Tu, ordena aos sacerdotes que levam a arca da aliança, dizendo-lhes: Quando chegardes à beira das águas do Jordão, ficai parados ali”. 9Depois Josué disse aos filhos de Israel: “Aproximai-vos para ouvir as palavras do Senhor vosso Deus”. 10a E acrescentou: “Nisto sabereis que o Deus vivo está no meio de vós e que ele expulsará da vossa presença os cananeus. 11Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra vai atravessar o Jordão adiante de vós. 13E logo que os sacerdotes, que levam a arca do Senhor de toda a terra, tocarem com a planta dos pés as águas do Jordão, elas se dividirão: as águas da parte de baixo continuarão a correr, mas as que vêm de cima pararão, formando uma barragem”. 14Quando o povo levantou acampamento para passar o rio Jordão, os sacerdotes que levavam a arca da aliança puseram-se à frente de todo o povo. 15Quando chegaram ao rio Jordão e os pés dos sacerdotes se molharam nas águas da margem – pois o Jordão transborda e inunda suas margens durante todo o tempo da colheita –, 16então as águas que vinham de cima pararam, formando uma grande barragem até Adam, cidade que fica ao lado de Sartã, e as que estavam na parte de baixo desceram para o mar da Arabá, o mar Salgado, até secarem completamente. Então o povo atravessou, defronte a Jericó. 17E os sacerdotes que levavam a arca da aliança do Senhor conservaram-se firmes sobre a terra seca, no meio do rio, e ali permaneceram até que todo Israel acabasse de atravessar o rio Jordão a pé enxuto.
Com este texto de Josué, portanto do Antigo Testamento, começo explicando o lugar de Maria na Igreja. Veja o leitor os detalhes deste texto:
Sacerdotes
A Arca da aliança
O povo de Deus
O Rio Jordão
A travessia do Rio
Um adendo: A pessoa de Josué no versículo 7.
Explicação dos detalhes do texto
Os sacerdotes da Antiga Aliança eram escolhidos da tribo de Aarão para servir ao Senhor. Deviam ser homens perfeitos, sem nenhum defeito físico (cf. código de Santidade no Levítico cap. 21 ao 26). Deviam ser revestidos do poder sacerdotal e para tal precisavam purificar-se antes de tomar as vestes sacerdotais para o ofício. Ofereciam os sacrifícios no Templo de Jerusalém e no período nômade, levavam a Arca da Aliança e ofereciam sacrifícios à entrada da Tenda da Reunião (ekklesia).
A Arca da aliança confeccionada a mando de Deus era feita de madeira e recoberta de ouro por fora e por dentro. Representava o poder de Deus no meio do seu povo. Levava dentro de si o maná colhido no deserto, as tábuas da lei e a vara de Aarão que floresceu. A Arca acompanhava Israel em suas campanhas militares, pois, era uso entre os povos vizinhos a Israel levarem seus ídolos para as batalhas. Quando uma nação era derrotada seu ídolo era levado como espólio pela nação vencedora. Foi assim que os Filisteus levaram a Arca. Desse modo cria-se que também o deus do outro povo era derrotado: “Quando os soldados voltaram ao acampamento, as autoridades de Israel perguntaram: “Por que o Senhor deixou que os filisteus nos derrotassem?” E acrescentaram: “Vamos a Silo buscar a arca da aliança do Senhor, para que ele vá conosco e nos salve das mãos de nossos inimigos”. Então os filisteus lutaram, e Israel foi derrotado; cada homem fugiu para a sua tenda. O massacre foi muito grande: Israel perdeu trinta mil homens de infantaria. A arca de Deus foi tomada, e os dois filhos de Eli, Hofni e Fineias, morreram.” (1Sm 4, 3.10-11).
O povo que caminha com Josué é a segunda geração que saiu do Egito e que entrará na terra prometida depois que atravessarem o Jordão. É um povo que espera o cumprimento da promessa feita por Deus por intermédio de Moisés.
O rio Jordão é o leito de vida do povo de Israel. É a única fonte de água em todo o País, excetuando o lago de Genesaré e o lago Hule ao norte na região de Dã. Ele é a fronteira do País de Canaã onde entrará o povo de Deus. Ele é também a imagem que João toma no capítulo 21 de Apocalipse quando descreve o rio de vida que percorre toda a Jerusalém celeste que por sua vez é sinal e símbolo do Espírito Santo no Apocalipse.
Como que o Católico aprende sobre Maria neste texto que nada fala sobre ela?
Quem é Maria? É aquela que contém em si mesma, Deus: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.” (Lc 1,35). Ela é com toda justiça a Arca da Nova Aliança recoberta de ouro por dentro e por fora. O ouro utilizado na iconografia cristã tem a função de revelar o Mistério insondável e a riqueza inabalável da graça divina. Desse modo Maria é a “cheia de graça”, mulher aurífera, separada (hessed), santificada (kadosh) pelo Santo, por Deus, em virtude de ser a mãe do Santo, o Emanuel. Sim, Ela foi salva por Deus. Também ela precisou de um salvador: “Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador” (Lc 2,46-47). Ela foi a primeira criatura salva pelo Filho antes mesmo de nascer, pois, sendo o Filho Eterno com o Pai (cf. Jo 1,1-14) Ele já providenciara a santificação daquela que seria a Nova Arca para a Nova Aliança a ser realizada definitivamente com a humanidade: “sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna (cf. Hb 9,12). Do mesmo modo que a Arca da Antiga Aliança precisou ser confeccionada, também Maria foi modelada para conter em si a realização do poder de Deus no meio do seu povo.
De fato, aquele que dela nasceu é a Lei Nova atestada por Moisés e Elias no monte da transfiguração. Eles desaparecem e permanece apenas Jesus. Desaparece o jugo da lei de Moisés e Cristo nos coloca sobre os ombros o seu jugo que é suave e seu fardo que é leve (cf. Mt 12,2-30; 17,3, Gl 3,1-6). Ela carrega em si mesma o novo maná, não como aquele que os hebreus comeram no deserto e morreram (cf. Jo 6,31-32). Este maná que é comida e bebida espiritual do Novo Israel! (cf. Jo 6, 52-61.67-69)
52 Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne? 53 Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. 54 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 55 Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. 56 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57 Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. 58 Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. 59 Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum. 60 Muitos dos seus discípulos, ouvindo-o, disseram: Isto é muito duro! Quem o pode admitir? 61 Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: Isso vos escandaliza? Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele. 67 Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos? 68 Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. 69 E nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus! 
Porque no Antigo Testamento os Sacerdotes levavam a Arca da Aliança com tanto esmero e cuidado? A Arca nunca teve finalidade em si mesma. Ela fora sempre um sinal de Deus no meio do seu povo. Assim como Maria. Ela não tem finalidade em si mesma. A Igreja não termina seu curso em Maria. Maria aponta-nos o Cristo. É impossível ir a Maria e com Ela não ir a Deus. Ela é esse sinal guardado pelo sacerdócio do Novo Testamento com cuidado e esmero porque conteve em si mesma O Santo de Israel. A ordem de Deus a Josué: “para que saibas…”, “nisto sabereis que o Deus vivo está no meio de vós”. Todo aquele que contempla Maria vê através dela o Deus vivo no meio de nós, vê o Emanuel, Deus conosco. Deus é Todo-Poderoso para fazer em Maria aquela obra perfeita que quer realizar em todos nós. É ela a cristã-tipo, a cristã-modelo, a Igreja em modelo acabado, revestida de Sol porque o Sol é o próprio Senhor que a ilumina como luz resplandecente vindo do alto do mesmo modo que este mesmo Senhor será tudo em todos na consumação dos tempos (cf. Ap 12,1; 21,23; Lc 1,78; Cl 3,11).
Levou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a Cidade Santa, Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus, revestida da glória de Deus. Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus, vestida qual esposa enfeitada para o seu marido. Então, ouvi uma voz forte que saía do trono e dizia: “Esta é a morada de Deus entre os homens. Deus vai morar no meio deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus estará com eles. Deus enxugará toda lágrima de seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem choro, nem dor, porque passou o que havia antes”. O que está sentado no trono declarou então: “Eis que faço novas todas as coisas. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o fim. A quem tiver sede, eu darei gratuitamente da fonte da água viva. O vencedor receberá esta herança, e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”.
E o povo que andou atrás da Arca, seguia a Arca, era idólatra? Claro que não! Aquele povo não adorava a Arca, mas, ao Senhor a quem a Arca os remetia. Os Católicos não adoramos Maria. Andamos atrás de Maria observando suas pegadas firmes na sequela Christi para alcançarmos Deus, nossa vida, a quem Maria nos remete de modo imediato. E aquele povo, o que esperava, quem era ele e porque andava atrás da Arca da aliança? No tempo de Maria, quando o anjo Gabriel anunciou que ela seria a mãe do Salvador, aquele povo era o pequeno resto. O pequeno resto fiel profetizado por Isaías que aguardava ansioso o cumprimento da profecia do Messias, como preconizada pelo profeta Zacarias. Maria, o pequeno resto fiel a Deus capaz de cumprir a vontade do Pai em tudo. Maria a esperança do povo para atravessar o deserto da vida e chegar à terra prometida, ao paraíso. Maria mulher do Sim abafado pelas vozes do mundo. É essa Maria aquela que todo povo Católico segue e exalta com toda a honra e dignidade. Josué foi exaltado por Deus por ser chefe do povo (cf. Js 3,7). Maria é exaltada pelo povo por ser a Mãe de Deus! Ela é tão pequena e tão humilde que não se arroga a si mesma o título de santa, de imaculada, de pura, de Mãe de Deus. Somos nós que a identificamos assim. Foi a Igreja quem viu sua grandeza escondida em sua pequenez. Foi a Igreja quem descobriu sua santidade velada em sua humanidade. Foi a Igreja que molhou os pés no rio de vida que nasce de junto do Trono de Deus e do Cordeiro e percebeu que carregava aos ombros a Arca da Nova Aliança, sinal do Poder de Deus junto do seu povo. Esta Igreja, povo sacerdotal, banhada nas águas do Espírito (cf. Ap 22,2), esse rio de vida que banha a cidade Celeste, a Nova Jerusalém, não mais resgatada e constituída no deserto (cf. Os 2, 16-17), mas, descida de junto de Deus (cf. Jo 3,13). É esta Igreja pura, santa, imaculada, fundada sobre Pedro, a Cabeça, a Rocha, ainda assim homem pecador, quem declara Maria pura, santa, imaculada, concebida sem pecado para todo o sempre porque desde Gabriel “todos os homens chamar-me-hão bem-aventurada porque o Todo-Poderoso fez em mim Maravilhas. Santo é o seu Nome!” (cf. Lc 1,48-49).
Ensina Teu Povo a Rezar  (Padre Zezinho)
Ensina teu povo a rezar, Maria, Mãe de Jesus
Que um dia teu povo desperta e na certa vai ver a luz
Que um dia teu povo se anima e caminha com teu Jesus.
Maria de Jesus Cristo, Maria de Deus, Maria mulher
Ensina teu povo o teu jeito de ser o que Deus quiser
Ensina teu povo o teu jeito de ser o que Deus quiser
Maria Senhora nossa, Maria do povo, povo de Deus
Ensina teu jeito perfeito de sempre escutar teu Deus.
Ensina teu jeito perfeito de sempre escutar teu Deus.

BAZAR DA CRECHE - RECEITA FEDERAL

O bazar em prol da Creche do Jamile Daquec, que foi realizado no dia 14 de setembro na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, foi um SUCESSO. Em nome das 90 crianças da creche queremos agradecer a todos que trabalharam para que este bazar fosse realizado, e também à todas as pessoas vieram fazer as suas compras.
DEUS ABENÇOE A TODOS!

Vejam abaixo algumas imagens do bazar, clic na foto para aumentar o tamanho.












Evangelho - Lc 7,1-10

Nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 7,1-10
Naquele tempo:1Quando acabou de falar ao povo que o escutava,Jesus entrou em Cafarnaum.2Havia lá um oficial romanoque tinha um empregado a quem estimava muito,e que estava doente, à beira da morte.3O oficial ouviu falar de Jesuse enviou alguns anciãos dos judeus,para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado.4Chegando onde Jesus estava,pediram-lhe com insistência:'O oficial merece que lhe faças este favor,5porque ele estima o nosso povo.Ele até nos construiu uma sinagoga.'6Então Jesus pôs-se a caminho com eles.Porém, quando já estava perto da casa,o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus:'Senhor, não te incomodes,pois não sou digno de que entres em minha casa.7Nem mesmo me achei dignode ir pessoalmente ao teu encontro.Mas ordena com a tua palavra,e o meu empregado ficará curado.8Eu também estou debaixo de autoridade,mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens.Se ordeno a um : 'Vai!', ele vai;e a outro: 'Vem!', ele vem;e ao meu empregado 'Faze isto!', e ele o faz'.'9Ouvindo isso, Jesus ficou admirado.Virou-se para a multidão que o seguia, e disse:'Eu vos declaro que nem mesmo em Israelencontrei tamanha fé.'10Os mensageiros voltaram para a casa do oficiale encontraram o empregado em perfeita saúde.Palavra da Salvação.