sábado, 25 de janeiro de 2014

Papa Francisco: Abrir as portas das igrejas significa abri-las também no mundo digital

Vaticano, 23 Jan. 14 / 05:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua mensagem pela 48ª Jornada Mundial das Comunicações Sociais a ser celebrada no dia 1 de junho, o Papa Francisco alentou aos católicos do mundo a não ter medo de “fazer-se cidadãos do mundo digital”.
Abaixo segue o texto na íntegra da mensagem do Papa:
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Papa Francisco afirma que ninguém se salva sozinho

Na audiência geral de quarta (15), Papa seguiu refletindo sobre o batismo e a necessidade de vivência comunitária
Atualizada em 15/01/2014 às 125h56

Foto: Rádio Vaticano
Nesta quarta-feira, 15, o Papa recebeu os fiéis na Praça São Pedro para a audiência geral. Francisco prosseguiu o ciclo de reflexões iniciado na última semana sobre o Batismo, sublinhando que o fruto mais importante deste Sacramento é que ele nos torna membros do Corpo de Cristo e do Povo de Deus. “Como frisado no Concílio Vaticano II, com o Batismo nos transformamos em um Povo em caminho, peregrino na história”, afirmou.

“Assim como a vida se transmite de geração em geração, a fonte batismal transmite a graça com a qual o Povo cristão caminha no tempo, irrigando a terra e difundindo no mundo a bênção de Deus”, disse Francisco em sua catequese.

Às dezenas de milhares de pessoas que desafiaram o frio e se apresentaram na Praça para vê-lo, o Papa chamou a atenção para o nosso papel missionário, como discípulos, durante toda a vida. “Também o Papa e os bispos devem ser discípulos, senão não poderiam transmitir a fé”.

E citando o Documento final de Aparecida, lembrou que “todos os batizados e batizadas, somos chamados a viver e a transmitir a comunhão com a Trindade, pois “a evangelização é um chamado à participação da comunhão trinitária”.

Outro aspecto da beleza de compartilhar esta experiência de amor, explicou ainda o Papa, se encontra na vivência comunitária, onde podemos ser “canais da graça, uns para os outros, apesar das nossas limitações e pecados. Ninguém se salva sozinho”, disse, completando:

“A dimensão comunitária não é apenas uma “moldura”, mas é uma parte integrante da vida cristã, do testemunho e da evangelização. A fé cristã nasce e vive na Igreja; no Batismo, as famílias e paróquias celebram a incorporação de um novo membro a Cristo e ao seu corpo, que é a Igreja”.

Explicando suas palavras com fatos, Francisco contou a história da comunidade cristã no Japão, que no início do século XVII foi duramente perseguida, teve muitos mártires, membros do clero foram expulsos do país e milhares de fiéis, mortos. A comunidade entrou em clandestinidade, mas manteve a sua fé e rezava em segredo. Depois de 250 anos, os missionários retornaram ao Japão, os cristãos finalmente puderam sair das trevas e a Igreja renasceu.

“Eles sobreviveram com a graça de seu Batismo! E porque mantiveram, em segredo, um forte espírito comunitário, porque o Batismo os transformou num só corpo em Cristo: estavam isolados e escondidos, mas eram sempre membros da Igreja”. Francisco lembrou a todos que “podemos aprender muito desta história!”.

Como sempre, o Papa saudou todos os grupos presentes. Cumprimentando os peregrinos de língua árabe provenientes da Jordânia e da Terra Santa, Francisco exortou:

“Aprendam da Igreja japonesa… as dificuldades e perseguições, quando vividas com confiança e esperança, purificam e fortalecem a fé. Sejam verdadeiras testemunhas de Cristo e de seu evangelho, autênticos filhos da Igreja, sempre prontos a dar razão de sua esperança, com amor e respeito”.

Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Papa Francisco explica que o amor de Deus pela humanidade é eterno e concreto

Rádio Vaticano
Tradução: Liliane Borges
263223_412842875490432_716916324_n“O amor de Deus ajusta os nossos erros, as nossas histórias de pecadores, porque Ele não nos abandona nunca, mesmo se não entendemos este amor”, destacou o Papa Francisco, na homilia desta segunda-feira, 13, na Casa Santa Marta. O Pontífice falou do chamado dos discípulos, que mesmo pecadores, foram escolhidos e preparados por Jesus.
“Após esta eleição, cometeram erros, fizeram propostas não cristãs ao Senhor: negaram o Senhor!”, relata  Francisco. Porém, a partir desses erros, Jesus os preparou, destaca o Papa, e mesmo após a Ressurreição, após Pentecostes, esse caminho de preparação foi contínuo.
“E quando as coisas não vão bem, Ele se mistura à nossa história, organiza a situação e segue conosco”, afirma o Pontífice, referindo-se à  genealogia de Jesus. “Nessa lista da história, há pecadores e pecadoras. Mas o que fez o Senhor? Ele corrigiu o caminho, organizou as coisas”, conclui.
Francisco ressalta que o amor de Deus pela humanidade é  eterno e concreto, por isso Ele chama e prepara cada um para caminhar com retidão. “Um amor artesanal, porque Ele  vai construindo a nossa história, vai preparando a estrada para cada um de nós”, afirma  Francisco.
“O nosso racionalismo diz: ‘Mas, como o Senhor, com tantas pessoas no mundo, pensa em mim? Preparou esse caminho para mim?’ Com as nossas mães, com nossos avós, pais e bisavós o Senhor fez assim. É este o Seu verdadeiro amor: concreto, eterno e artesanal.”

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Missa do dia 31/12/2013 - Frei Tosta

Paz & Bem!

Para quem não participou ou mesmo para quem foi na ultima Celebração do Ano 2013 presidida pelo Frei Tosta, seguem abaixo 03 vídeos da homilia do Frei.




segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

PARA ESTE ANO NOVO - E OS PRÓXIMOS 120!

ABRAHAM SHAPIRO


Elenquei 10 atitudes que estão sob seu total controle! Que tal pô-las em prática no novo ano que inicia? Vamos juntos? Ei-las:
1. Creia em Deus. Mais do que você sempre imaginou ser capaz. Pare de imaginar e creia!
2. Espere o inesperado! Isto mudará o seu conceito pessoal de possibilidades.
3. Mantenha um cofrinho no seu ambiente de trabalho e outro em casa nos quais você deposite todo dinheiro que desejar doar a necessitados. Quando estiverem cheios, dê seu conteúdo para alguém ou instituição que realmente precise. Faça-o para que você seja melhor. A esta atitude chamaremos "justiça", e não caridade. Ensine os seus familiares a fazerem o mesmo.
4. Tenha fé. Muita fé. Como? Saiba que tudo o que Deus faz é para o bem e somente para o bem – ainda que temporariamente achemos o contrário.
5. Aumente a sua autoconfiança, ou seja, acredite que, com esforço, você pode e consegue. Sem ela você continuará dependente de outros, e só sairá do lugar se empurrado.
6. Incremente a serenidade a cada dia. E a tolerância. E a paciência. Aprenda a permanecer calado diante de quem o(a) ofender, insultar ou esbravejar. O sentimento interior que resulta disso é a paz! O que você quer mais?
7. Esforce-se. Ninguém fará o que só você pode e tem o dever de fazer. Nem Deus!
8. Não ceda à pressão social. Se você não pode ir à praia neste verão, vá a uma praça, compre um bom livro e leia, passeie na sua própria cidade. Não se sinta devedor(a) a ninguém. Não perca o seu valor pessoal por ser humano nenhum.
9. Você errou? Pecou? Transgrediu? Ultrapassou o limite? Tomou decisões erradas? Deus o(a) ama apesar disso, sem restrição ou condição. Agora comece a se amar. Mude. Recapitule de outro modo. Tolo de você se permitir que a culpa o(a) destrua. Retorne! Levante a cabeça e refaça o caminho. Você está vivo(a). Se os mortos pudessem, é exatamente o que fariam!
10. Depois de pensar que já deu tudo de si: esforce-se mais um pouco, pois é o esforço que conta! Resultados não dependem de você. Mas o esforço sim!

Um bom e doce ano!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Evangelho - Jo 1,29-34 - 03/01/2014

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 1,29-34
Naquele tempo:29João viu Jesus aproximar-se dele e disse:'Eis o Cordeiro de Deus,que tira o pecado do mundo.30Dele é que eu disse:Depois de mim vem um homem que passou à minha frente,porque existia antes de mim.31Também eu não o conhecia,mas se eu vim batizar com água,foi para que ele fosse manifestado a Israel'.32E João deu testemunho, dizendo:'Eu vi o Espírito descer,como uma pomba do céu,e permanecer sobre ele.33Também eu não o conhecia,mas aquele que me enviou a batizar com água me disse:`Aquele sobre quem vires o Espírito descer epermanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo'.34Eu vi e dou testemunho:Este é o Filho de Deus!'Palavra da Salvação.


Reflexão - Jo 1, 29-34

João Batista é o único profeta que profetizou o Messias, manifestou a sua presença no meio dos homens e falou sobre a sua missão de tirar o pecado do mundo. É ele quem batiza o autor do próprio batismo e presencia a vinda do Espírito Santo sobre Jesus. Por fim, o evangelho conclui com o testemunho maior de João Batista a respeito de Jesus: "Este é o Filho de Deus". A vida e a missão de João Batista só podem ser entendidas tendo como centro o Messias, nos mostrando a centralidade que Jesus deve ter nas nossas vidas e no nosso trabalho evangelizador.

UM ANO BOM E DOCE

ABRAHAM SHAPIRO


No início do ano, o costume e a boa educação ensinam que desejemos "Feliz Ano Novo".  Felicidade é o pensamento e voto mais frequentes desta época.
O que é preciso para se ter um ano novo feliz? Uma porção de coisas, na visão das pessoas. Mas se tudo deve começar pelo conceito, fica difícil entender, pois, mal sabemos o que é a felicidade! Aliás, defini-la é quase impossível. Talvez um modo prático seja através de sua ausência ou por sua negação.
Permita-me fazer algumas tentativas. Comecemos pensando que felicidade não é possuir coisas. A sociedade está contaminada pelo sentimento de competição no quesito “ter”. Quanto mais se tem, melhor é. Quanto maior e mais cara é a posse, mais elevada é a posição de destaque de quem a possui!
Contudo, a felicidade não acontece quando se vive numa mansão em condomínio de luxo, com carros importados, joias e roupas finas em seu interior. Alguém já disse que “quem aumenta suas posses, multiplica suas preocupações". Dois automóveis não traz o dobro da felicidade sobre quem tem um só.
Felicidade também não é diversão. Quem se sente infeliz e investe numa longa viagem até um lugar paradisíaco na esperança de encontrá-la, irá se decepcionar. Ao chegar lá - seja ao Caribe, à Disney ou a Praga -, verá que os sentimentos que originaram sua infelicidade poderão até estar em segundo plano, mas então na bagagem. E ao retornar, os encontrará à soleira da porta de casa, dando boas-vindas.
Felicidade tampouco provém de prestígio, sucesso ou fama. Os milionários e famosos mais disputados pelo populacho são ou foram ícones da suprema infelicidade. Alguns se entregaram às drogas, à bebida ou a uma vida abjeta. Quantos não se  suicidaram quando chegaram ao “topo do mundo”? Elvis Presley, Marilyn Monroe, Michael Jackson.
Não vou prosseguir nisso. Já sabemos o que a felicidade não é.
Mas a pergunta de um milhão de dólares é: “O que fazer para que o Ano Novo seja feliz?”
Darei algumas sugestões.
Comecemos por algo aparentemente absurdo: “Pare de correr atrás da felicidade”. Ela é muito estranha: quanto mais a buscamos, mais  foge da nossa capacidade de alcance. Buscá-la é absolutamente inútil.
Não há nada errado em querer ser feliz. O problema está na ideia fixa de que temos de ser felizes a qualquer custo. Todos temos direito à felicidade. Mas geralmente o que imaginamos pode ser um sonho inexequível.
Muitos acreditam que a felicidade resulta da ausência de sofrimentos, e que feliz é quem não tem problemas. Você pensa assim? Pois então desista! Só os mortos não têm problemas. A vida machuca a todos de algum modo: perdas, mágoas, fracassos, competições, julgamentos etc. Ausência de dor não é uma condição de felicidade. Feliz não é quem nunca levou um tombo, mas provavelmente aquele que conseguiu levantar-se de todas as quedas e prosseguir com boa imagem de si mesmo. Acredito até que, depois disso, ele seja bem mais feliz do que antes.
Outra sugestão para o ano novo feliz é não ficar se perguntando: "Eu sou feliz?".  Em vez disso, mantenha-se ocupado – na loja, no escritório, na cozinha, no fábrica, na sinagoga, na igreja ou como voluntário em um hospital. Faça coisas úteis.
Há estudos científicos que demonstram ser a felicidade um produto da auto realização. É um estado de espírito que resulta da percepção do valor próprio. Observe e você descobrirá que ninguém tem visão mais positiva de si  próprio do que aquele que realizou algo com muito esforço. Experimente dedicar-se, de modo inteiramente focado, a uma tarefa importante, do começo ao fim. Após constatar que o seu esforço deu resultado, você terá maior respeito por si e uma sensação inigualável. Isto é felicidade.
Alice Herz Somer é a sobrevivente mais idosa do Holocausto Judaico perpetrado pelos nazista. Ela tem 109 anos e é considerada a mais velha pianista do mundo. Ela ainda interpreta clássicos ao piano, com preferência declarada por Bach. Alice confessa ser uma pessoa feliz.  Atribui sua sobrevivência ao horror dos campos à alegria com que viveu cada instante, antes e depois daquele inferno. “A vida é linda. Cada dia é maravilhoso!”, ela confessa em um breve filme facilmente encontrado no Youtube. “Eu sou repleta de alegria.  Por toda a vida eu estive sempre rindo. As pessoas não riem. Se existe algum segredo em ter vida longa, este segredo é ser alegre”. Ser alegre, ela diz. Alegria é alegria, não felicidade. Alegria é uma opção. Felicidade é resultado!
Pessoas verdadeiramente felizes não estão preocupados em ser felizes. Mas têm um propósito. E elas o cumprem com amor,  esforço e alegria. Por estas atitudes, abrem a porta para a felicidade. E  ela entra de mansinho para ficar.
Quando chega o Rosh Hashaná, Ano Novo Judaico, nós não dizemos "Feliz Ano Novo" uns aos outros. A frase é “Shaná Tová”, que significa “Um Bom Ano”. A diferença é sutil, porém significativa, bem mais simples e alcançável.
Meu desejo a você e a todos os seus é que o próximo ano seja bom. E  doce, também.  Que a felicidade seja construída como resultado do esforço de viver com valor, com significado e doação. E que você e eu consigamos contaminar muitos indivíduos nesta reação em cadeia de comportamento e fé.
Em vez de pedir a Deus uma vida feliz, tomemos a decisão de tornar a nossa um benefício para as pessoas, com alegria. Comecemos o ano conscientes de que viver vale a pena. E façamos isso todos os dias.
 “Um Bom Ano Novo pra você!!!”

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Evangelho - Jo 1,19-28


No meio de vós está o que vem após mim.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 1,19-28
19Este foi o testemunho de João,quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar:'Quem és tu?'20João confessou e não negou.Confessou: 'Eu não sou o Messias'.21Eles perguntaram: 'Quem és, então?És tu Elias?'João respondeu: 'Não sou'.Eles perguntaram: 'És o Profeta?'Ele respondeu: 'Não'.22Perguntaram então: 'Quem és, afinal?Temos que levar uma resposta para aqueles que nos enviaram.O que dizes de ti mesmo?'23João declarou:'Eu sou a voz que grita no deserto:'Aplainai o caminho do Senhor`'- conforme disse o profeta Isaías.24Ora, os que tinham sido enviadospertenciam aos fariseus25e perguntaram:'Por que então andas batizando,se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?'26João respondeu: 'Eu batizo com água;mas no meio de vós está aqueleque vós não conheceis,27e que vem depois de mim.Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias.'28Isso aconteceu em Betânia além do Jordão, onde João estava batizando.Palavra da Salvação.



Reflexão - Jo 1, 19-28

Sempre que vemos uma pessoa fazendo o bem, corremos o risco de buscar saber se é legitimo a pessoa fazer aquele bem quando, na verdade, deveríamos usufruir daquele bem e procurar descobrir o amor de Deus que se torna manifesto em tudo o que de bom acontece nas nossas vidas. É esse o caso do evangelho de hoje. Os fariseus não querem usufruir do bem que Deus lhes concede por meio de João Batista, mas enviam sacerdotes e levitas para averiguar se o que João está fazendo é certo ou errado e se ele tinha autoridade para fazer o bem.