PAZ & BEM!
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
RETIRO DAS LIDERANÇAS
Paz & Bem!
Aconteceu hoje no Seminário Paulo VI o RETIRO DA COMUNIDADE da Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Capela São Judas Tadeu, onde estiveram presentes quase 60 pessoas, no momento da espiritualização feito de Frei Antoninho, estudamos os textos Bíblicos Jer 1,1-8; Lc 1,46-55 e Lc 1,68-79 no qual o ponto chave foi o " EU e DEUS", nosso mundo interior que nos dá o sentido à VIDA.
Abaixo algumas imagens do retiro:
Aconteceu hoje no Seminário Paulo VI o RETIRO DA COMUNIDADE da Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Capela São Judas Tadeu, onde estiveram presentes quase 60 pessoas, no momento da espiritualização feito de Frei Antoninho, estudamos os textos Bíblicos Jer 1,1-8; Lc 1,46-55 e Lc 1,68-79 no qual o ponto chave foi o " EU e DEUS", nosso mundo interior que nos dá o sentido à VIDA.
Abaixo algumas imagens do retiro:
sábado, 17 de novembro de 2012
Mensagem de Bento XVI para a JMJ Rio2013
Foi divulgada esta sexta-feira a Mensagem Papa Bento XVI para 28ª Jornada Mundial da Juventude, que será realizada no Rio de Janeiro em julho de 2013. No texto, o Papa renova o convite aos jovens do mundo inteiro para que participem deste importante evento. “A conhecida estátua do Cristo Redentor, que se eleva sobre àquela bela cidade brasileira, será o símbolo eloquente deste convite: seus braços abertos são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele, e o seu coração retrata o imenso amor que Ele tem por cada um e cada uma de vós. Deixai-vos atrair por Ele!”
Dividida em oito pontos, a Mensagem ressalta que o ano de preparação para o encontro do Rio coincide com o Ano da fé, no início do qual o Sínodo dos Bispos dedicou os seus trabalhos à «nova evangelização para a transmissão da fé cristã». “Queridos jovens, escreve o Papa, sejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros.”
Leia a íntegra da mensagem de Bento XVI:
MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA A XXVIII JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
NO RIO DE JANEIRO, EM JULHO DE 2013
PARA A XXVIII JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
NO RIO DE JANEIRO, EM JULHO DE 2013
«Ide e fazei discípulos entre as nações!» (cf. Mt 28,19)
Queridos jovens,
Desejo fazer chegar a todos vós minha saudação cheia de alegria e afeto. Tenho a certeza que muitos de vós regressastes a casa da Jornada Mundial da Juventude em Madrid mais «enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé» (cf. Col 2,7). Este ano, inspirados pelo tema: «Alegrai-vos sempre no Senhor» (Fil 4,4) celebramos a alegria de ser cristãos nas várias Dioceses. E agora estamo-nos preparando para a...(leia mais)
Palavra do Arcebispo
JOVENS, SEJAM AMIGOS DE JESUS (17-11-12)
Os papas João Paulo II e Bento XVI repetidas vezes convocam os jovens a conhecer a travar amizade profunda com Jesus. “Deixai-vos, amados jovens, surpreender por Cristo. Ele é vosso irmão, vosso amigo, vosso confidente.” (Bento XVI).
Os pontífices insistem que os jovens cultivem um diálogo pessoal com Jesus Cristo na fé. Quem deixa Cristo entrar na sua vida, não perde nada, pois ele torna a vida livre, grande e bela. Jovens, perguntai a Deus o que ele pensa de vós, não tenhais medo de entregar-vos totalmente a Jesus Cristo. Esforçai-vos por corresponder à grande confiança e amizade que Cristo devota a todos vós.
Sem dúvida, Cristo tem um projeto de vida maior daquele que o mundo oferece. Cristo dá resposta ás dúvidas, preenche o vazio, encoraja nas lutas, confere sentido à vida. Jesus Cristo é força, remédio, bússola e atração irresistível para vocês jovens, deixai-vos encantar por ele.
Seguir Jesus, é o caminho certo e seguro, mesmo que às vezes se trava uma “batalha com Deus”, é preciso apostar e aceitar o desafio, abrir generosamente o coração, deixar-se olhar por ele e acreditar. Ele vos liberta das ilusões, das alegrias efêmeras, passageiras, momentâneas e vos liberta de todas as correntes e cadeias do mal. Em Jesus Cristo encontrareis a verdade que liberta, a liberdade que tanto desejais e a alegria que permanece.
Jovens, Cristo vos ama muito mais do que podeis imaginar, jogai-vos nos seus braços misericordiosos e saboreai a paz. Cristo deseja o melhor para vós. Ele é a tocha acesa, que tudo ilumina, aquece e abrasa. Deixai-vos afetar, tocar, contagiar por Jesus, seu Evangelho e seu Reino. Seja vossa amizade com Cristo, de tu a tu, de coração a coração, de olho no olho. Possais um dia dizer: “estou ferido de amor”, meu coração foi transpassado, ferido, aberto depois que encontrei Jesus de Nazaré.
Os papas dizem: “Jovens, sois o rosto jovem da Igreja. Ela precisa de vós para cativar o mundo”. Sim, sem o rosto jovem, a Igreja apresenta-se desfigurada. A Igreja precisa dos jovens para manifestar ao mundo, o rosto de Cristo. Conviver com os jovens faz bem a todos.
Uma coisa é certa: Cristo pode satisfazer as aspirações mais profundas do coração humano. Ele pacifica o interior, ordena os afetos, alarga os horizontes, encoraja as iniciativas boas. Com ele as dúvidas, a perturbação, a ansiedade, as preocupações serão superadas. Jovens, não tenhais medo. Avancem para águas mais profundas. Jesus Cristo é a verdade, o bem, a beleza, por isso ele é a perfeita alegria. Deixai-vos conquistar por Cristo Jesus.
A Sagrada Escritura revela o nome e a ação de muitos jovens na história da salvação: José do Egito, protegido pela providência divina, Sansão que é cheio do Espírito Santo; Samuel com quem Deus fala; Davi o filho mais novo que se torna rei; Tobias jovem obediente ao pai e abençoado em seu casamento. O Novo Testamento traz o testemunho de sete jovens.
Temos ainda no Antigo Testamento, Ester, menina adotada que se torna rainha, a jovem casta Susana que foi assediada, vitima de pessoas mentirosas, condenada à morte. mas, Deus a salvou pela ação de Daniel jovem temente a Deus. Impressionante é o conselho que a jovem criada da mulher de Naãma (IIRs, 5, 2-3) uma judia capturada elos soldados sírios, deu à sua patroa. Este conselho salvou o general Naãma. Não esqueçamos os sete irmãos jovens torturados e mortos pelo rei Antíoco (cf. 2 Mc 7, 4-41) mártires da fé. Tocante é também a história do jovem Daniel, cheio de fé, sabedoria, de coragem, de castidade. Ele é o profeta Daniel.
Santo do dia
17 de novembro
Santa Isabel da Hungria
Santa Isabel da Hungria
Isabel da Hungria era princesa, foi rainha e se fez santa. Era a filha do rei André II, da Hungria, e da rainha Gertrudes, de Merano, atual território da Itália. Nasceu no ano de 1207, e naquele momento foi dada como esposa a Luís, príncipe da Turíngia, atual Alemanha. Desde os quatro anos viveu no castelo do futuro marido, onde foram educados juntos.
O jovem príncipe Luís amava verdadeiramente Isabel, que se tornava cada dia mais bonita, amável e modesta. Ambos eram católicos fervorosos. Luís admirava a noiva, amável nas palavras e atitudes, que vivia em orações e era generosa em caridade com pobres e doentes.
A mãe de Luís não gostava da devoção da sua futura nora, e tentou convencer o filho de desistir do casamento, alegando que Isabel seria uma rainha inadequada politicamente. A própria Corte a perseguia por causa de seu desapego e simplicidade cristã. Mas Luís foi categórico ao dizer preferir abdicar do trono a desistir de Isabel. Certamente, amava-a muito.
No castelo de Wartenburg, quando atingiu a maioridade, foi corado rei e casou-se com Isabel, que se tornou rainha aos catorze anos de idade. Ela foi a única soberana que se recusou a usar a coroa, símbolo da realeza, durante a cerimônia realizada na Igreja. Alegou que, diante do nosso Rei coroado de espinhos, não poderia usar uma coroa tão preciosa. Foi assim que o então rei Luís IV acompanhou a seu desejo e tornou-se rei sem colocar a sua coroa, também, diante de Cristo.
Foi um casamento feliz. Ele era sincero, paciente, inspirava confiança e era amado pelo povo. Nunca colocou obstáculos à vida de oração, penitência e caridade da rainha, sendo, ao contrário, seu incentivador. Em Marburg, Isabel construiu o Hospital de São Francisco de Assis para os pobres e doentes leprosos. Além de ajudar com seu dinheiro muitos asilos e orfanatos, os quais visitava com freqüência.
Depois de seis anos, a rainha Isabel ficou viúva, com três filhos pequenos. O rei Luís IV, participando de uma cruzada, morreu antes de voltar para a Alemanha. A partir de então, as perseguições da Corte contra ela aumentaram. A tolerância quanto à sua caridade e dedicação religiosa acabou de vez. E o cunhado, para assumir o poder, expulsou-a do palácio junto com os três reais herdeiros ainda crianças.
Isabel ingressou, então, na Ordem Terceira de São Francisco e dedicou-se à vida de religião e à assistência aos leprosos no hospital que ela própria havia construído. Quando os cruzados que acompanhavam seu marido retornaram à Alemanha, ficaram indignados ao constatar como a rainha viúva e os herdeiros haviam sido tratados. Conseguiram fazer a viúva rainha Isabel reassumir o trono, que depois entregou ao seu filho, na maioridade.
Isabel da Hungria faleceu no dia 17 de novembro de 1231, com apenas vinte e quatro anos de idade, em Marburg, Alemanha. Quatro anos depois, em 1235, foi canonizada pelo papa Gregório IX. A Ordem Franciscana Secular venera-a como sua padroeira na festa celebrada no dia de sua morte.
O jovem príncipe Luís amava verdadeiramente Isabel, que se tornava cada dia mais bonita, amável e modesta. Ambos eram católicos fervorosos. Luís admirava a noiva, amável nas palavras e atitudes, que vivia em orações e era generosa em caridade com pobres e doentes.
A mãe de Luís não gostava da devoção da sua futura nora, e tentou convencer o filho de desistir do casamento, alegando que Isabel seria uma rainha inadequada politicamente. A própria Corte a perseguia por causa de seu desapego e simplicidade cristã. Mas Luís foi categórico ao dizer preferir abdicar do trono a desistir de Isabel. Certamente, amava-a muito.
No castelo de Wartenburg, quando atingiu a maioridade, foi corado rei e casou-se com Isabel, que se tornou rainha aos catorze anos de idade. Ela foi a única soberana que se recusou a usar a coroa, símbolo da realeza, durante a cerimônia realizada na Igreja. Alegou que, diante do nosso Rei coroado de espinhos, não poderia usar uma coroa tão preciosa. Foi assim que o então rei Luís IV acompanhou a seu desejo e tornou-se rei sem colocar a sua coroa, também, diante de Cristo.
Foi um casamento feliz. Ele era sincero, paciente, inspirava confiança e era amado pelo povo. Nunca colocou obstáculos à vida de oração, penitência e caridade da rainha, sendo, ao contrário, seu incentivador. Em Marburg, Isabel construiu o Hospital de São Francisco de Assis para os pobres e doentes leprosos. Além de ajudar com seu dinheiro muitos asilos e orfanatos, os quais visitava com freqüência.
Depois de seis anos, a rainha Isabel ficou viúva, com três filhos pequenos. O rei Luís IV, participando de uma cruzada, morreu antes de voltar para a Alemanha. A partir de então, as perseguições da Corte contra ela aumentaram. A tolerância quanto à sua caridade e dedicação religiosa acabou de vez. E o cunhado, para assumir o poder, expulsou-a do palácio junto com os três reais herdeiros ainda crianças.
Isabel ingressou, então, na Ordem Terceira de São Francisco e dedicou-se à vida de religião e à assistência aos leprosos no hospital que ela própria havia construído. Quando os cruzados que acompanhavam seu marido retornaram à Alemanha, ficaram indignados ao constatar como a rainha viúva e os herdeiros haviam sido tratados. Conseguiram fazer a viúva rainha Isabel reassumir o trono, que depois entregou ao seu filho, na maioridade.
Isabel da Hungria faleceu no dia 17 de novembro de 1231, com apenas vinte e quatro anos de idade, em Marburg, Alemanha. Quatro anos depois, em 1235, foi canonizada pelo papa Gregório IX. A Ordem Franciscana Secular venera-a como sua padroeira na festa celebrada no dia de sua morte.
MENSAGEM DO DIA
"O Senhor Deus plasmou o homem com o pó da terra" Gen 2,7 Naquele entardecer da criação, senti passos no jardim. Era ele, o Senhor da Criação. Aconteceu que, nesse entardecer, ele parou, inclinou-se, com um olhar carregado de amor. E, de repente, juntou-me do chão, a mim, pobre e pequeno punhado de terra, e ficou a me olhar pensativo... Remexeu-me longamente... longamente... com todo carinho! E então, começou a me amassar: primeiro, retirou de mim uma porção de impurezas que o atrapalhavam: pedrinhas, pedacinhos de pau, ciscos. E eu fui ficando terra pura, do seu gosto. Fez ainda outras operações, que eu não compreendia, nem poderia compreender: "Pode por acaso um vaso dizer do oleiro: eu entendo disso mais que você?" Is 29,16. Eu nada perguntei. Oferecia simplesmente o meu ser em disponibilidade de amor. Deixava-me trabalhar. Deixava que ele me fizesse. Porque eu sabia que era obra sua e que ele transformava com amor. De fato, fui tomando forma. Uma forma à maneira sua, à sua imagem! Pra que eu haveria de servir no futuro? Eu não o sabia." Como argila nas mãos do um oleiro assim estava eu em suas mãos" Jr. 18,6. E fui me tornando obra de Deus. "E ele, aplicava seu coração em aperfeiçoar-me, pondo cuidado vigilante em tornar-se belo e perfeito" Eclo 38,31. Depois veio uma etapa difícil. Porque foi um forno superaquecido que ao barro veio dar força e consistência. É calor e o valor da minha vida que leva a bom termo a obra de suas mãos, O SENHOR E CRIADOR. A cada vaso muito querido, ele dá contornos de eternidade. Então comecei a olhar em torno de mim. E descobri outros vasos que suas mãos hábeis e cheias de amor haviam amassado e modelado artisticamente. Sem cansar-se, dava ele mais outra de mão àqueles que não haviam saído bem. Cada um tinha a sua forma e sua cor, sem dúvida, isso conforme à sua destinação no mundo. Mas, do mais humilde ao mais rico, todos eram lindos, todos bem feitos. Ele nos tinha feito como ele bem queria... "Pode, por ventura, um vaso perguntar ao oleiro: porque me fizeste assim? Não tem o oleiro poder sobre o barro para fazer da mesma argila um vaso de uso nobre e outro de uso vulgar?" Rm 9, 20-21. Ó Oleiro Divino, Criador e Pai, permite que se cumpra em mim a obra que começaste. Seja meu projeto o teu projeto sobre mim! Vós sereis na minha mão como a argila na mão do oleiro... Jeremias 18, 1-6 |
Evangelho do dia 18.11 - Mc 13,14-32
Ano B - Dia: 18/11/2012

Expectativa e esperança
Mc 13,24-32
Jesus disse:
- Depois daqueles dias de sofrimento, o sol ficará escuro, e a lua não brilhará mais. As estrelas cairão do céu, e os poderes do espaço serão abalados. Então o Filho do Homem aparecerá descendo nas nuvens, com grande poder e glória. Ele mandará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os escolhidos de Deus de um lado do mundo até o outro. Jesus disse ainda:
- Aprendam a lição que a figueira ensina. Quando os seus ramos ficam verdes, e as folhas começam a brotar, vocês sabem que está chegando o verão. Assim também, quando virem acontecer essas coisas, fiquem sabendo que o tempo está perto, pronto para começar. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer antes de morrerem todos os que agora estão vivos. O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre.
E Jesus terminou, dizendo:
- Mas ninguém sabe nem o dia nem a hora em que tudo isso vai acontecer, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai.
Expectativa e esperança
Mc 13,24-32
Jesus disse:
- Depois daqueles dias de sofrimento, o sol ficará escuro, e a lua não brilhará mais. As estrelas cairão do céu, e os poderes do espaço serão abalados. Então o Filho do Homem aparecerá descendo nas nuvens, com grande poder e glória. Ele mandará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os escolhidos de Deus de um lado do mundo até o outro. Jesus disse ainda:
- Aprendam a lição que a figueira ensina. Quando os seus ramos ficam verdes, e as folhas começam a brotar, vocês sabem que está chegando o verão. Assim também, quando virem acontecer essas coisas, fiquem sabendo que o tempo está perto, pronto para começar. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer antes de morrerem todos os que agora estão vivos. O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre.
E Jesus terminou, dizendo:
- Mas ninguém sabe nem o dia nem a hora em que tudo isso vai acontecer, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai.
sábado, 10 de novembro de 2012
As dores de comunicar
As dores de comunicar
Pe. Zezinho, scj
Quarenta anos depois acharam o vale prometido.
Moisés não entrou. Foi punido por ter se excedido na liderança e matado demais.
Seu general, Josué teve a honra de levar o povo a terra boa e dadivosa!
Mas Josué também andou exagerando! Depois dele as tribos se dividiram. As brigas internas viraram massacres, estupros e latrocínios.
Como havia acontecido acerca de 700 anos antes no tempo de Jacó e seus filhos.
Agora mandavam os juízes e Israel não tinha um rei.
As tribos atuavam como hordas de sem terra querendo a terra dos outros. A de Dan não hesitou em massacrar o povo de Laís para Ordeiro conseguir terra. E agradeceu a Deus pela graça do massacre seguido de sagros e estupros.
Os guerreiros de Deus tinham se reduzido a isso. A história de Gedeão e Sansão merecem capítulo a parte.
Eram arruaceiros, terroristas, que usavam a fé para seus caprichos.
Havia gente boa em todas as tribos, mas na de Dan e de Benjamin a coisa escapou do controle. Tinham aderido ao banditismo em nome de Javé. Foram punidos pelas outras tribos.
Foi então que pediram ao bom e excelente juiz Samuel que lhes desse um rei. O excelente Samuel cuja história merecia vários livros foi um exemplo de israelita sério, ponderado, justo, desprendido, religioso.
Se vivesse hoje e fosse católico seria declarado santo e venerado como São Samuel, juiz de direito.
Samuel bem que avisou, mas as tribos não o ouviram.
Queriam porque queriam um rei. O rei custaria impostos, desviaria dinheiro para seu grupo e sua família, se não fosse justo mataria, pegaria as melhores mulheres do povo e seria pior dos que os reis invasores...
Bem que Samuel falou! Teimaram. Então, ele sagrou Saul. Não deu outra. Saul era um psicopata e além disso deprimido, um bipolar.
Variava da ternura para o ódio em minutos.
Samuel que ainda tinha autoridade apoiou o guerrilheiro Davi que na verdade não queria matar o rei que era pai de seu bom amigo Jonatas. Teve chance de matá-lo e não o fez.
Mas não teve jeito. Saul endoidou. Morreu doido.
Davi foi _________ como rei e entre um erro e outro numa e outra morte selvagem revelou-se _________ e foi um bom rei.
Santo ele não era, mas assumiu seus pecados. Era músico, poeta e pensador.
Pouco instruído, mas inteligente, chegou a mais de 80% de popularidade. Era o "cara" daqueles dias. Falou bobagens e fez bobagens, mas acertou mais do que errou. O país prosperou com ele.
Mas seus filhos não eram flor que se cheirasse. Teve inúmeros filhos, mas Roboão, Jeroboão, Salomão, os de mais destaque, também pintaram e bordaram. Jeroboão morreu enquanto caçava o pai para matá-lo...
Salomão o sucedeu no trono e as primeiras coisas que fez foi matar o meio irmão ( ) e muitos secretários e generais que tinham servido seu pai.
Tido como sábio e justo, Salomão foi um tremendo marketeiro.
Sabia se vender como "o cara". Abusou das estatísticas. Todos os números eram superlativos.
O "cara" era o máximo dos máximos. Nunca antes Israel tinha tido um rei como ele. Aliás o mundo nunca tinha ninguém mais do que ele.
Ele até falara duas vezes cara a cara com Javé e Javé achava que ele era o cara!
Escrevera mil poemas e canções, tinha mais de três mil pensamentos, tinha mil mulheres, fizera o maior templo, o mais palácio, tinha a maior cavalaria, tinha os maiores navios e os reis desfilavam para tê-lo por perto.
Nunca ninguém tinha tanto quanto ele.
Salomão tinha visto Deus duas vezes e sentia-se um semideus.
Cercado de mulheres, súditos, ouro, poder e marketing, celebrado como culto, justo, sábio, morreu adorando Quemós, Astarte e os deuses de suas mulheres.
O marketing que o levou foi o mesmo que o derrotou. Perdera a noção do limite.
O midiático Salomão perdera a perspectiva.
Por volta do ano 750 um tal Isaias desandou a profetizar sobre Javé e seu povo. Na concepção de Jeremias, Israel traíra Javé. Foi um dos maiores profetas de Israel. Dizem que foi assassinado por ( ) porque suas profecias incomodavam a aliança do rei com os ( ).
Não foi diferente com Jeremias (650 a.C) cem anos depois. Entrava e saía da prisão por condenar as alianças políticas do povo de Israel no já dividido reino de Judá e Israel.
Por volta de 760 a.C, um profeta menor, mas de boca grande desandou a dizer verdades contra um reino com o rei em altíssima operação. O rei era Jeroboão II. A economia ia de vento em polpa. O ouro corria solto. A corrupção, também. As mulheres esbanjavam fortunas. A exportação ia bem. Quem ia ser louco de ir contra um rei com pelo menos 90% de aprovação?
Jeroboão depois do marketeado Salomão era o "cara".
Pois não é que Amós este profeta colono, plantador de sicômoros e criador de ovelhas se pôs a questionar aquele progresso?
Dinheiro demais e violência e banditismo, mortes e latrocínios nas ruas e corrupção por toda a parte. Ele não era profeta nem dizia que filho de profeta, mas não precisa ser para ver que o reino de Israel do Norte estava indo para o buraco. Insegurança, violência e corrupção seriam a causa da ruína.
Proibiram-no de pregar no templo de Betel. Estava atrapalhando inclusive a fé...
Veio Oséias que disse a mesma coisa e foi visto como louco, doido varrido. Ele também não cooperava. Andou comendo excremento, fazendo caretas e dizendo coisas de doido. Mas estava drasticamente representando e mostrando no que seu povo se tornara: um povo que nadava em dinheiro, mas devorava porcaria.
Em 622 - 621 a.C os Assírios, tendo a frente ( ) derrotaram Israel e levaram ( ) pessoas para o exílio. Amós e Oséias estavam certos.
Pe. Zezinho, scj
Quarenta anos depois acharam o vale prometido.
Moisés não entrou. Foi punido por ter se excedido na liderança e matado demais.
Seu general, Josué teve a honra de levar o povo a terra boa e dadivosa!
Mas Josué também andou exagerando! Depois dele as tribos se dividiram. As brigas internas viraram massacres, estupros e latrocínios.
Como havia acontecido acerca de 700 anos antes no tempo de Jacó e seus filhos.
Agora mandavam os juízes e Israel não tinha um rei.
As tribos atuavam como hordas de sem terra querendo a terra dos outros. A de Dan não hesitou em massacrar o povo de Laís para Ordeiro conseguir terra. E agradeceu a Deus pela graça do massacre seguido de sagros e estupros.
Os guerreiros de Deus tinham se reduzido a isso. A história de Gedeão e Sansão merecem capítulo a parte.
Eram arruaceiros, terroristas, que usavam a fé para seus caprichos.
Havia gente boa em todas as tribos, mas na de Dan e de Benjamin a coisa escapou do controle. Tinham aderido ao banditismo em nome de Javé. Foram punidos pelas outras tribos.
Foi então que pediram ao bom e excelente juiz Samuel que lhes desse um rei. O excelente Samuel cuja história merecia vários livros foi um exemplo de israelita sério, ponderado, justo, desprendido, religioso.
Se vivesse hoje e fosse católico seria declarado santo e venerado como São Samuel, juiz de direito.
Samuel bem que avisou, mas as tribos não o ouviram.
Queriam porque queriam um rei. O rei custaria impostos, desviaria dinheiro para seu grupo e sua família, se não fosse justo mataria, pegaria as melhores mulheres do povo e seria pior dos que os reis invasores...
Bem que Samuel falou! Teimaram. Então, ele sagrou Saul. Não deu outra. Saul era um psicopata e além disso deprimido, um bipolar.
Variava da ternura para o ódio em minutos.
Samuel que ainda tinha autoridade apoiou o guerrilheiro Davi que na verdade não queria matar o rei que era pai de seu bom amigo Jonatas. Teve chance de matá-lo e não o fez.
Mas não teve jeito. Saul endoidou. Morreu doido.
Davi foi _________ como rei e entre um erro e outro numa e outra morte selvagem revelou-se _________ e foi um bom rei.
Santo ele não era, mas assumiu seus pecados. Era músico, poeta e pensador.
Pouco instruído, mas inteligente, chegou a mais de 80% de popularidade. Era o "cara" daqueles dias. Falou bobagens e fez bobagens, mas acertou mais do que errou. O país prosperou com ele.
Mas seus filhos não eram flor que se cheirasse. Teve inúmeros filhos, mas Roboão, Jeroboão, Salomão, os de mais destaque, também pintaram e bordaram. Jeroboão morreu enquanto caçava o pai para matá-lo...
Salomão o sucedeu no trono e as primeiras coisas que fez foi matar o meio irmão ( ) e muitos secretários e generais que tinham servido seu pai.
Tido como sábio e justo, Salomão foi um tremendo marketeiro.
Sabia se vender como "o cara". Abusou das estatísticas. Todos os números eram superlativos.
O "cara" era o máximo dos máximos. Nunca antes Israel tinha tido um rei como ele. Aliás o mundo nunca tinha ninguém mais do que ele.
Ele até falara duas vezes cara a cara com Javé e Javé achava que ele era o cara!
Escrevera mil poemas e canções, tinha mais de três mil pensamentos, tinha mil mulheres, fizera o maior templo, o mais palácio, tinha a maior cavalaria, tinha os maiores navios e os reis desfilavam para tê-lo por perto.
Nunca ninguém tinha tanto quanto ele.
Salomão tinha visto Deus duas vezes e sentia-se um semideus.
Cercado de mulheres, súditos, ouro, poder e marketing, celebrado como culto, justo, sábio, morreu adorando Quemós, Astarte e os deuses de suas mulheres.
O marketing que o levou foi o mesmo que o derrotou. Perdera a noção do limite.
O midiático Salomão perdera a perspectiva.
Por volta do ano 750 um tal Isaias desandou a profetizar sobre Javé e seu povo. Na concepção de Jeremias, Israel traíra Javé. Foi um dos maiores profetas de Israel. Dizem que foi assassinado por ( ) porque suas profecias incomodavam a aliança do rei com os ( ).
Não foi diferente com Jeremias (650 a.C) cem anos depois. Entrava e saía da prisão por condenar as alianças políticas do povo de Israel no já dividido reino de Judá e Israel.
Por volta de 760 a.C, um profeta menor, mas de boca grande desandou a dizer verdades contra um reino com o rei em altíssima operação. O rei era Jeroboão II. A economia ia de vento em polpa. O ouro corria solto. A corrupção, também. As mulheres esbanjavam fortunas. A exportação ia bem. Quem ia ser louco de ir contra um rei com pelo menos 90% de aprovação?
Jeroboão depois do marketeado Salomão era o "cara".
Pois não é que Amós este profeta colono, plantador de sicômoros e criador de ovelhas se pôs a questionar aquele progresso?
Dinheiro demais e violência e banditismo, mortes e latrocínios nas ruas e corrupção por toda a parte. Ele não era profeta nem dizia que filho de profeta, mas não precisa ser para ver que o reino de Israel do Norte estava indo para o buraco. Insegurança, violência e corrupção seriam a causa da ruína.
Proibiram-no de pregar no templo de Betel. Estava atrapalhando inclusive a fé...
Veio Oséias que disse a mesma coisa e foi visto como louco, doido varrido. Ele também não cooperava. Andou comendo excremento, fazendo caretas e dizendo coisas de doido. Mas estava drasticamente representando e mostrando no que seu povo se tornara: um povo que nadava em dinheiro, mas devorava porcaria.
Em 622 - 621 a.C os Assírios, tendo a frente ( ) derrotaram Israel e levaram ( ) pessoas para o exílio. Amós e Oséias estavam certos.
Evangelho 10.11 - Lc 16,9-15
Prioridade ao Reino de Deus
Lc 16,9-15
Por isso eu digo a vocês: usem as riquezas deste mundo para conseguir amigos a fim de que, quando as riquezas faltarem, eles recebam vocês no lar eterno. Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes; e quem é desonesto nas coisas pequenas também será nas grandes. Pois, se vocês não forem honestos com as riquezas deste mundo, quem vai pôr vocês para tomar conta das riquezas verdadeiras? E, se não forem honestos com o que é dos outros, quem lhes dará o que é de vocês?
- Um escravo não pode servir a dois donos ao mesmo tempo, pois vai rejeitar um e preferir o outro; ou será fiel a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e também servir ao dinheiro.
Os fariseus ouviram isso e zombaram de Jesus porque amavam o dinheiro. Então Jesus disse a eles:
- Para as pessoas vocês parecem bons, mas Deus conhece o coração de vocês. Pois aquilo que as pessoas acham que vale muito não vale nada para Deus.
ENCONTRO DE CASAIS
Foi realizado no dia 09 de Novembro, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, jardim Igapó a NOITE DE CASAIS, onde estiveram presentes mais de 70 casais.
A abertura foi realizada pelo Frei José Maria com ensinamentos Bíblicos e logo em seguida tivemos uma palestra e testemunho de uma casal de Cambé, depois os casais foram para a Igreja ter um momento espiritual com e o Frei Marcio e Adoração ao Santíssimo.
O encerramento foi com o bolo de ¨casamento¨ e salgados.
Foi um momento maravilhoso, perdeu quem não foi...mas fica aqui o convite para o próximo encontro.
A abertura foi realizada pelo Frei José Maria com ensinamentos Bíblicos e logo em seguida tivemos uma palestra e testemunho de uma casal de Cambé, depois os casais foram para a Igreja ter um momento espiritual com e o Frei Marcio e Adoração ao Santíssimo.
O encerramento foi com o bolo de ¨casamento¨ e salgados.
Foi um momento maravilhoso, perdeu quem não foi...mas fica aqui o convite para o próximo encontro.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
As dores de comunicar
As dores de comunicar
Pe. Zezinho, scj Um dia "El" se manifestou a ele por sinais como se manifestara seis séculos antes a seu ancestral Abraão ou Avraam. Moisés quis vê-lo, mas "El" só lhe deu um vislumbre. Submeteu-o a uma luz intensa que ele sentiu enquanto se escondia numa rocha. Exposto àquela luz ele morreria. Quis saber o verdadeiro nome de "El" já que ele era "Mosheh". E "El" lhe disse: - "Eyhe Asher Eyhe". "Serei quem eu for sendo" para você. Naquela linguagem Iah Weh "aquele que é" soava provocadora. Era como se "El" dissesse vai ter que me descobrir aos poucos. Javé lhe deu mais sinais. Convencido de que El, agora Javé lhe falara, Moisés voltou para o Egito seguro de que Javé lhe daria os instrumentos necessários para libertar seu povo guerreiro de Deus, Ish|ra|el. Voltou como guerrilheiro. Ficou difícil para o Faraó, rei do Egito segurar aquela gente que não se misturava e que mesmo escrava reagia com altivez. A convivência entre patrão e escravo ficou insustentável. O tal Moisés suscitara a rebelião em cada lote onde havia trabalhadores judeus. Sentindo-se forte, Moisés foi lá e enfrentou o rei. Exigiu o direito de sair com seu povo do Egito e de levar toda a riqueza que tinha porque este seria o preço dos séculos de trabalho escravo. Secundou suas palavras com poderes mágicos. O rei que tinha magos na corte não cedeu, mas se arrependeu. Mas os danos foram tantos que cedeu. Na briga de não magos contra magos, venceu Moisés. Assim pensava o Faraó. E deu uma contra ordem para que Moisés fosse preso. Mas o povo já havia atravessado o Mar Vermelho. A história por muitos tinha como lenda, diz que o mar voltou a encher-se rápido demais e o exército do Faraó se afogou. O povo de Is|ra|el agora era livre; mas apenas em parte. A liberdade lhe custaria caro. Tinha fugido para solo árido e a medida que avançava via mais deserto. A terra prometida a Moisés não aparecia. Treinado para não se dobrar e para guerrilhas e para escaramuças não tardava a acontecer a divisão. Grupos dissidentes tentavam levar o povo de volta ao Egito onde ao menos havia comida. Moisés descobriu que quem treina guerrilheiros mais cedo ou mais tarde terá que guerrear dentro de casa. Fidel, Chaves, Franco e outros também descobriram isso. Começou a repressão. Os exilados agora matavam e exilavam. Javé, é claro, estava com os libertadores, mesmo que faltasse comida na revolução! Foi e é a história do Marxismo leninismo do século XX. Um dia preveria fartura. Agora tinha que haver pobreza e disciplina. Quem se rebelasse, morria! A comida precária, mas suficiente acabou vindo em forma de maná e codornizes. E o sistema era socialista. A ração diária e nada mais que isso. |
Evangelho Jo 2,13-22 do dia 09.11
Jesus expulsa os vendedores do Templo
Jo 2,13-22
Alguns dias antes da Páscoa dos judeus, Jesus foi até a cidade de Jerusalém. No pátio do Templo encontrou pessoas vendendo bois, ovelhas e pombas; e viu também os que, sentados às suas mesas, trocavam dinheiro para o povo. Então ele fez um chicote de cordas e expulsou toda aquela gente dali e também as ovelhas e os bois. Virou as mesas dos que trocavam dinheiro, e as moedas se espalharam pelo chão. E disse aos que vendiam pombas:
- Tirem tudo isto daqui! Parem de fazer da casa do meu Pai um mercado!
Então os discípulos dele lembraram das palavras das Escrituras Sagradas que dizem: "O meu amor pela tua casa, ó Deus, queima dentro de mim como fogo."
Aí os líderes judeus perguntaram:
- Que milagre você pode fazer para nos provar que tem autoridade para fazer isso?
Jesus respondeu:
- Derrubem este Templo, e eu o construirei de novo em três dias!
Eles disseram:
- A construção deste Templo levou quarenta e seis anos, e você diz que vai construí-lo de novo em três dias?
Porém o templo do qual Jesus estava falando era o seu próprio corpo. Quando Jesus foi ressuscitado, os seus discípulos lembraram que ele tinha dito isso e então creram nas Escrituras Sagradas e nas palavras dele.
domingo, 4 de novembro de 2012
OLHOS FIXOS EM JESUS, REI DO UNIVERSO
OLHOS FIXOS EM JESUS, REI DO UNIVERSO
Jesus de Nazaré rei das nações tem coragem de corrigir os governos, a religião e a sociedade. É ao mesmo tempo Filho de Deus e um camponês da Galileia, apaixonado pelo Pai e cheio de compaixão pelos homens. A filiação, a relação com o Pai é a fonte da sabedoria, da profecia, do discernimento, da coragem do homem de Nazaré. Ele não era um anarquista, mas, um crítico radical do mundo e um educador de cidadãos e de discípulos.
Jesus vive uma profunda espiritualidade de libertação e de cura. O remédio que mais Ele receita é o perdão. Abre os olhos da fé, não se cansa de dizer: “a tua fé te salvou”. Pela fé tira os fardos das pessoas. Cegos veem, coxos andam, leprosos são limpos. Jesus evita julgar, condenar, excluir. Ele só quer salvar e ajuda a recomeçar. Estabelece encontros que curam. A cura é a volta ao paraíso, ao criador, à vida. Sabia fazer-se amigo dos pecadores. Ele traz a liberdade e alimenta boas amizades a partir do amor do Pai.
Ninguém como Jesus busca os perdidos, tira a insegurança e ansiedade, liberta das prisões do ego e dos apegos. Criticava e corrigia os erros, com coragem, mas, sem amargura e azedume. Ensinou a rezar, a meditar, a parar. Mostrou a ilusão da obsessão pelo lucro e da tirania do trabalho excessivo. Nós somos escravos da busca de sucessos e resultados, de desejos destorcidos, de ambições descabidas. Jesus aponta outro caminho. Ele é pobre, casto, obediente e livre. Para Ele o desapego, a pureza de coração, a oração constante e a sensibilidade pelos irmãos era o segredo da sua felicidade e liberdade. Só ser nosso rei e Senhor.
Quão insondável é a riqueza do mistério de Cristo Jesus, porque proclama que somos irmãos, ordena amar os inimigos, coloca-se do lado dos pobres e pecadores, valoriza a oferta da viúva e lava os pés. Como não encantar-se por Jesus? Quanto mais encontramos e seguimos o Mestre, tanto mais fazemos a experiência do nosso verdadeiro eu. Podemos ter nova personalidade, nova natureza e ser nova criatura a partir do encontro com Jesus Cristo. Ele nos ajuda a descobrir nossa falsa imagem, as duplicidades e maquiações, nossas mentiras e enganos. O auto-conhecimento é a pedra fundamental da saúde mental. Encontrar Cristo é também encontrar-se consigo mesmo, é terapia.
O que mais incomodava Jesus era a hipocrisia, a mentira, a falsidade. Costumamos ocultar nosso verdadeiro eu e externamos uma imagem falsa de nós mesmos. O que nos cega é o nosso egoísmo. Conhecemos estrelas e átomos e não conhecemos a nós mesmos. Hipocrisia é fingir que somos aquilo que não somos. Aí está a raiz do exibicionismo, das aparências e poses. Vivemos uma explosão de egoísmo e uma crise de individualismo. Jesus traz o bálsamo e remédio para estas feridas dizendo: “a verdade vos fará livres”. Ele faz novas todas as coisas.
Nosso ego ferido nos faz acreditar em nossas mentiras, alimenta a auto-justificação e auto-compaixão. O ego é astucioso e malandro, nos faz oscilar entre orgulho e superioridade, como também, entre rebaixamento e inferioridade. Jesus faz a vida ser bela, nova, grande e digna. Ele é a vida. Tira o complexo de culpa e enche-nos de alegria, gratidão e paz. Ele vê tudo sob a ótica do amor e da misericórdia.
Tenhamos olhos fixos em Jesus. Nós somos a pupila de seus olhos. Ele nos fita com amor e está mais ocupado conosco do que nós mesmos. Somos amados por Ele antes, por primeiro, a cada momento, em todas as circunstâncias: “Estarei convosco todos os dias”. Não há outra felicidade, outra prioridade, outro tesouro que Jesus de Nazaré que olha em nossos olhos para que tenhamos olhos fixos Nele, e o vejamos nos irmãos, especialmente os pobres e aflitos. Ele é o rei das nações.
Dom Orlando Brandes
Capela São Judas Tadeu - Londrina
O vídeo abaixo são as fotos da Santa Missa de São Judas Tadeu, na capela São Judas, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Jardim Igapó - Londrina-Paraná.
E também fotos do jantar da comunidade São Judas Tadeu.
Para aumentar a imagem, clic no ¨quadrado¨ no canto inferior direito do vídeo.
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Dia de todos os Santos
4 de novembro
Na Liturgia, celebram-se hoje todos os Santos
São Carlos Borromeu
A obra de são Borromeu, um dos santos mais importantes e mais queridos da Igreja, poderia ser resumida em duas palavras: dedicação e trabalho. Mas para fazer justiça, como ele sempre pregou, temos de acrescentar mais uma, sem dúvida a mais importante: humildade. Oriundo da nobreza, Carlos Borromeu utilizou a inteligência notável, a cultura e o acesso às altas elites de Roma para posicionar-se na frente, ao lado e até abaixo dos pobres, doentes e, principalmente, das crianças.

Na Liturgia, celebram-se hoje todos os Santos
São Carlos Borromeu
A obra de são Borromeu, um dos santos mais importantes e mais queridos da Igreja, poderia ser resumida em duas palavras: dedicação e trabalho. Mas para fazer justiça, como ele sempre pregou, temos de acrescentar mais uma, sem dúvida a mais importante: humildade. Oriundo da nobreza, Carlos Borromeu utilizou a inteligência notável, a cultura e o acesso às altas elites de Roma para posicionar-se na frente, ao lado e até abaixo dos pobres, doentes e, principalmente, das crianças.
Nasceu no castelo da família em Arona, próximo de Milão, em 2 de outubro de 1538. O pai era o conde Gilberto Borromeu e a mãe era Margarida de Médicis, da mesma casa da nobreza de grande influência na sociedade e na Igreja. Carlos era o segundo filho do casal, e aos doze anos a família o entregou para servir a Deus, como era hábito na época. Com vocação religiosa acentuada, penitente, piedoso e caridoso como os pobres.
Levou a sério os estudos diplomando-se em direito canônico, aos vinte e um anos de idade. Um ano depois, fundou uma Academia para estudos religiosos, com total aprovação de Roma. Sobrinho de Pio IV, aos vinte e quatro anos já era sacerdote e bispo de Milão. Na sua breve trajetória, deixou-se guiar apenas pela fé, atuando tanto na burocracia interna da Igreja quanto na evangelização, sem fazer distinção para uma ou para a outra. Talvez tenha sido o primeiro secretário de Estado no sentido moderno da expressão. Formado pela Universidade de Pávia, liderou uma reforma radical na organização administrativa da Igreja, que naquele período era alicerçada no nepotismo, abusos de influências e sintomas graves de corrupção e decadência moral.
Para isso conquistou a colaboração de instituições, das escolas, dos jesuítas, dos capuchinhos e de muitos outros. Foi um dos maiores fundadores que a Igreja já teve. Criou seminários e vários institutos de utilidade pública para dar atendimento e abrigo aos pobres e doentes, o que lhe proporcionou o título de "pai dos pobres". Orientou muitas Ordens e algumas que surgiram depois de sua morte o escolheram para padroeiro, dando continuidade à grandiosa obra de amparo aos mais pobres que nos deixou. Contudo tudo foi muito difícil, porque encontrou muita resistência de Ordens conservadoras. Aliás, foi até vítima de um covarde atentado enquanto rezava na capela. Mas saiu ileso e humildemente perdoou seu agressor.
Chegou 1576 e com ele a peste. Milão foi duramente assolada e mais de cem padres pagaram com a própria vida as lágrimas que enxugaram de casa em casa. Um dos mais ativos era Carlos Borromeu. Visitava os contaminados, levando-lhes o sacramento e consolo sem limites nem precauções, num trabalho incansável que lhe consumiu as energias. Chegou a flagelar-se em procissões públicas, pedindo perdão a Deus em nome de seu povo.
Até que um dia foi apanhado, finalmente, pela febre, que minou seu organismo lentamente. Morreu anos depois, dizendo-se feliz por ter seguido os ensinamentos de Cristo e poder encontrar-se com ele de coração puro. Tinha apenas quarenta e seis anos de idade, quando isso aconteceu no dia 4 de novembro de 1584, na sua sede episcopal, na Itália. O papa Paulo V canonizou-o em 1610 e designou a festa em homenagem à memória de são Carlos Borromeu para o dia de sua morte.
Levou a sério os estudos diplomando-se em direito canônico, aos vinte e um anos de idade. Um ano depois, fundou uma Academia para estudos religiosos, com total aprovação de Roma. Sobrinho de Pio IV, aos vinte e quatro anos já era sacerdote e bispo de Milão. Na sua breve trajetória, deixou-se guiar apenas pela fé, atuando tanto na burocracia interna da Igreja quanto na evangelização, sem fazer distinção para uma ou para a outra. Talvez tenha sido o primeiro secretário de Estado no sentido moderno da expressão. Formado pela Universidade de Pávia, liderou uma reforma radical na organização administrativa da Igreja, que naquele período era alicerçada no nepotismo, abusos de influências e sintomas graves de corrupção e decadência moral.
Para isso conquistou a colaboração de instituições, das escolas, dos jesuítas, dos capuchinhos e de muitos outros. Foi um dos maiores fundadores que a Igreja já teve. Criou seminários e vários institutos de utilidade pública para dar atendimento e abrigo aos pobres e doentes, o que lhe proporcionou o título de "pai dos pobres". Orientou muitas Ordens e algumas que surgiram depois de sua morte o escolheram para padroeiro, dando continuidade à grandiosa obra de amparo aos mais pobres que nos deixou. Contudo tudo foi muito difícil, porque encontrou muita resistência de Ordens conservadoras. Aliás, foi até vítima de um covarde atentado enquanto rezava na capela. Mas saiu ileso e humildemente perdoou seu agressor.
Chegou 1576 e com ele a peste. Milão foi duramente assolada e mais de cem padres pagaram com a própria vida as lágrimas que enxugaram de casa em casa. Um dos mais ativos era Carlos Borromeu. Visitava os contaminados, levando-lhes o sacramento e consolo sem limites nem precauções, num trabalho incansável que lhe consumiu as energias. Chegou a flagelar-se em procissões públicas, pedindo perdão a Deus em nome de seu povo.
Até que um dia foi apanhado, finalmente, pela febre, que minou seu organismo lentamente. Morreu anos depois, dizendo-se feliz por ter seguido os ensinamentos de Cristo e poder encontrar-se com ele de coração puro. Tinha apenas quarenta e seis anos de idade, quando isso aconteceu no dia 4 de novembro de 1584, na sua sede episcopal, na Itália. O papa Paulo V canonizou-o em 1610 e designou a festa em homenagem à memória de são Carlos Borromeu para o dia de sua morte.
Tiraram o D e o S de Deus
Tiraram o D e o S de Deus
Pe. Zezinho, scj A presença de Deus no mundo anda ameaçada. Vi tempos atrás num muro de loja uma brincadeira de mau gosto. Onde se lia: "Vende-se sapatos" alguém apagou as letras iniciais e, de longe, o que era loja de sapatos parecia uma casa de patos. Descaracterizaram a loja. Trabalho de moleques. O que andam fazendo com Deus ultimamente é a mesma coisa. Preste atenção nos pregadores das mais diversas igrejas e no discurso de alguns políticos e apresentadores de televisão. Com enorme facilidade atribuem à vontade de Deus o que é vontade deles. Observe o que dizem: Deus quer, Deus me disse, Deus espera isso de vocês, Deus mandou dizer... Esta noite Deus me falou... Demos uma nova obra para Deus. Deus quer este templo! Se nos ajudarem estarão ajudando a Deus... O comediante acaba de contar a piada mais suja e diz que jura por Deus. Brinca-se com o nome dele em toda parte. A moça que acabou de posar nua para PlayBoy diz que, graças a Deus, aquilo lhe abriu portas e a revista vendeu muito. A outra diz que Deus a ajudou a comprar um apartamento com o dinheiro que ganhou posando nua. O outro garantia que ao aderir àquela igreja ganhou de Deus uma loja, um carro e uma casa na praia, tudo porque pagou o dízimo para Deus. A conclusão é óbvia, ou Deus mudou e já não faz mais questão de tudo aquilo que em milênios foi ensinando, ou cedeu ao marketing e anda ajudando quem dá mais para determinada igreja, ou para quem mais usa o nome dele, sem exigir nada mais do que o marketing. Ou ainda, o que parece o mais óbvio, tiraram o D e o S da palavra Deus e o que sobrou anda se fazendo de porta-voz dele. Nós pregadores precisamos tomar muito cuidado no uso do nome de DEUS. Sem o perceber andamos suprimindo o D e o S. Tem "eu" demais na mídia. Preste atenção em certos programas e conte quantas vezes o animador usa seu nome e a palavra eu... Também entre os religiosos. E ainda dizem que fazem aquilo para a glorificar o Senhor. Será? |
Evangelho Mt 5,1-12a - 04.11
O Sermão da Montanha/ Todos os santo
Mt 5,1-12a
Quando Jesus viu aquelas multidões, subiu um monte e sentou-se. Os seus discípulos chegaram perto dele, e ele começou a ensiná-los.
Jesus disse:
- Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas.
- Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará.
- Felizes as pessoas humildes, pois receberão o que Deus tem prometido.
- Felizes as pessoas que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus, pois ele as deixará completamente satisfeitas.
- Felizes as pessoas que têm misericórdia dos outros, pois Deus terá misericórdia delas.
- Felizes as pessoas que têm o coração puro, pois elas verão a Deus.
- Felizes as pessoas que trabalham pela paz, pois Deus as tratará como seus filhos.
- Felizes as pessoas que sofrem perseguições por fazerem a vontade de Deus, pois o Reino do Céu é delas.
- Felizes são vocês quando os insultam, perseguem e dizem todo tipo de calúnia contra vocês por serem meus seguidores. Fiquem alegres e felizes, pois uma grande recompensa está guardada no céu para vocês.
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