sábado, 18 de maio de 2013

COMPÊNDIO DA IGREJA CATÓLICA - primeira parte


PRIMEIRA PARTE
A PROFISSÃO DA FÉ

PRIMEIRA SECÇÃO

1. Qual é o desígnio de Deus acerca do homem?
1 – 25
Deus, infinitamente perfeito e bem-aventurado em si mesmo, num desígnio de pura bondade, criou livremente o homem para o tornar participante da sua vida bem-aventurada. Na plenitude dos tempos, Deus Pai enviou o seu Filho, como Redentor e Salvador dos homens caídos no pecado, convocando-os à sua Igreja e tornando-os filhos adoptivos por obra do Espírito Santo e herdeiros da sua eterna bem-aventurança.
CAPÍTULO PRIMEIRO
O HOMEM É «CAPAZ» DE DEUS
30
«És grande, Senhor, e digno de todo o louvor [...]. Fizeste-nos para Ti e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em Ti» ( S. Agostinho ).
2. Porque é que no homem existe o desejo de Deus?
27-30
44-45
Ao criar o homem à sua imagem, o próprio Deus inscreveu no coração humano o desejo de O ver. Mesmo que, muitas vezes, tal desejo seja ignorado, Deus não cessa de atrair o homem a Si, para que viva e encontre n’Ele aquela plenitude de verdade e de felicidade, que ele procura sem descanso. Por natureza e por vocação, o homem é um ser religioso, capaz de entrar em comunhão com Deus. É este vínculo íntimo e vital com Deus que confere ao homem a sua dignidade fundamental.

3. Como é que se pode conhecer Deus apenas com a luz da razão?
31-36
46-47
A partir da criação, isto é, do mundo e da pessoa humana, o homem pode, só pela razão, conhecer com certeza a Deus como origem e fim do universo e como sumo bem, verdade e beleza infinita.

4. Basta porém a exclusiva luz da razão para conhecer Deus?
37-38
Ao conhecer Deus só com a luz da razão, o homem experimenta muitas dificuldades. Além disso, não pode entrar só pelas suas próprias forças na intimidade do mistério divino. Por isso é que Deus o quis iluminar com a sua Revelação não apenas sobre verdades que excedem o seu entendimento, mas também sobre verdades religiosas e morais que, apesar de serem por si acessíveis à razão, podem deste modo ser conhecidas por todos, sem dificuldade, com firme certeza e sem mistura de erro.

5. Como se pode falar de Deus?
39-43
48-49
É possível falar de Deus a todos e com todos, a partir das perfeições do homem e das outras criaturas, que são um reflexo, embora limitado, da infinita perfeição de Deus. É, porém, necessário purificar continuamente a nossa linguagem de tudo o que ela contém de imaginário e imperfeito, na consciência de que nunca será possível exprimir plenamente o infinito mistério de Deus.


sexta-feira, 17 de maio de 2013

COMPÊNDIO DA IGREJA CATÓLICA - inicio

Paz & Bem!

Amigos, como estamos vivendo o ANO DA FÉ, a partir de hoje publicarei diariamente aqui no blog o COMPÊNDIO DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, onde poderemos estudar e aprofundar mais a nossa Fé. 
Espero ser útil a todos.

Faça o seu comentário a respeito, se esta gostando ou não.


MOTU PROPRIO
 Para a aprovação e publicação
do Compêndio
do Catecismo da Igreja Católica
Aos Veneráveis Irmãos Cardeais, Patriarcas, Arcebispos, Bispos,
Presbíteros, Diáconos e a todos os Membros do Povo de Deus

Há já vinte anos que se iniciou a elaboração do Catecismo da Igreja Católica, pedido pela Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, por ocasião do vigésimo aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II.

Agradeço muito a Deus Nosso Senhor por ter dado à Igreja tal Catecismo, promulgado, em 1992, pelo meu venerado e amado Predecessor, o Papa João Paulo II.

A utilidade e preciosidade deste dom obteve confirmação, antes de mais, na positiva e larga recepção por parte do episcopado, ao qual primeiramente se dirigia, sendo aceite como texto de referência segura e autêntica em ordem ao ensino da doutrina católica e à elaboração dos catecismos locais. Foi também confirmado por todas as componentes do Povo de Deus que o puderam conhecer e apreciar nas mais de cinquenta línguas, em que até agora foi traduzido.

Agora com grande alegria aprovo e promulgo o Compêndio de tal Catecismo.

Ele tinha sido intensamente desejado pelos participantes no Congresso Internacional de Catequese de Outubro de 2002, que, deste modo, se fizeram intérpretes duma exigência muito difundida na Igreja. Para acolher este desejo, o meu saudoso Predecessor, em Fevereiro de 2003, decidiu a sua preparação, confiando a sua redacção a uma Comissão restrita de Cardeais, presidida por mim, apoiada pela colaboração de alguns especialistas. No decorrer dos trabalhos, um projecto do Compêndio foi submetido à apreciação de todos os Eminentíssimos Cardeais e dos Presidentes das Conferências Episcopais, que, na sua grande maioria, o acolheram e apreciaram positivamente.

Compêndio, que agora apresento à Igreja universal, é uma síntese fiel e segura do Catecismo da Igreja Católica. Ele contém, de maneira concisa, todos os elementos essenciais e fundamentais da fé da Igreja, de forma a constituir, como desejara o meu Predecessor, uma espécie devademecum, que permita às pessoas, aos crentes e não crentes, abraçar, numa visão de conjunto, todo o panorama da fé católica.

Ele espelha fielmente na estrutura, nos conteúdos e na linguagem o Catecismo da Igreja Católica, que encontrará nesta síntese uma ajuda e um estímulo para ser mais conhecido e aprofundado.

Em primeiro lugar, confio esperançoso este Compêndio a toda a Igreja e a cada cristão para que, graças a ele, se encontre, neste terceiro milénio, novo impulso no renovado empenhamento de evangelização e de educação na fé, que deve caracterizar cada comunidade eclesial e cada crente em Cristo, em qualquer idade e nação.

Mas este Compêndio, pela sua brevidade, clareza e integridade, dirige-se a todas as pessoas, que, num mundo caracterizado pela dispersão e pelas múltiplas mensagens, desejam conhecer o Caminho da Vida, a Verdade, confiada por Deus à Igreja do Seu Filho.

Lendo este instrumento autorizado que é o Compêndio, possa cada um, em especial graças à intercessão de Maria Santíssima, a Mãe de Cristo e da Igreja, reconhecer e acolher cada vez mais a beleza inexaurível, a unicidade e actualidade do Dom por excelência que Deus concedeu à humanidade: o Seu único Filho, Jesus Cristo, que é «o Caminho, a Verdade e a Vida» (Jo 14, 6).

Dado aos 28 de Junho de 2005, vigília da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, ano primeiro de Pontificado.
BENEDICTUS PP XVI



Evangelho (João 21,15-19) = 17/05/2013


Sexta-Feira, 17 de Maio de 2013
7a Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo … segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Jesus manifestou-se aos seus discípulos 15e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”.
16E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. 17Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. 18Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. 19Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Coroação de Nossa Aparecida

Foi realizado no dia 15 de maio a COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, jardim Igapó, apresentação belissima de nossos jovens, também tivemos a presença do Roney.
Vejam abaixo as fotos:

 PARA VOCÊ VER AS OUTRAS FOTOS É SÓ CLICAR EM MAIS INFORMAÇÕES

Evangelho (João 17,20-26) = 16/05/2013


Quinta-Feira, 16 de Maio de 2013
7a Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo:
20“Pai santo, eu não te rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela sua palavra; 21para que todos sejam um como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, e para que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste.
22Eu dei-lhes a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um:23eu neles e tu em mim, para que assim eles cheguem à unidade perfeita e o mundo reconheça que tu me enviaste e os amaste, como me amaste a mim. 24Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que eles contemplem a minha glória, glória que tu me deste porque me amaste antes da fundação do universo. 25Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes também conheceram que tu me enviaste.
26Eu lhes fiz conhecer o teu nome, e o tornarei conhecido ainda mais, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja neles”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Evangelho (João 17,11b-19) = 15/05/2013


Quarta-Feira, 15 de Maio de 2013
7a Semana da Páscoa



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos para o céu e rezou, dizendo: 11b“Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que me deste, para que eles sejam um assim como nós somos um. 12Quando eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que me deste. Eu os guardei e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição, para se cumprir a Escritura.
13Agora, eu vou para junto de ti, e digo estas coisas, estando ainda no mundo, para que eles tenham em si a minha alegria plenamente realizada. 14Eu lhes dei a tua palavra, mas o mundo os rejeitou, porque não são do mundo, como eu não sou do mundo. 15Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. 16Eles não são do mundo, como eu não sou do mundo.
17Consagra-os na verdade; a tua palavra é verdade. 18Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo. 19Eu me consagro por eles, a fim de que eles também sejam consagrados na verdade”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Nossa Senhora


Para transmitir o que provavelmente ocorreu no Paraíso Divino, tenho que lhes pedir a devida vênia, uma licença amiga e muito especial, porque esta descrição da chegada de MARIA DE NAZARÉ ao Céu, é resultado de um incomparável esforço de imaginação, fundamentado sobretudo em informações bíblicas e nas palavras dos Santos e Anjos do SENHOR, muito embora mesmo assim, ela se situa dentro de um contexto que sinceramente, ainda se nos afigura de extremamente modesto, em virtude da grandiosidade e do esplendor, que com certeza, deve ter revestido o acontecimento.
É tradição cristã que aos 72 anos de idade, MARIA despediu-se de sua vida terrestre. Dizemos despediu-se, porque no sentido teológico ela não morreu, teve um “sono transitório” e nele, foi “visitada” e venerada por todos os Apóstolos, presentes naquele bendito dia, e foi transportada aos Céus, em Corpo e Alma, por um sonoro e alegre cortejo de Anjos. (Dógma de Fé).
E assim, conduzida pelos Anjos de DEUS, ELA entrou no Paraíso Divino:
Uma música de indizível beleza formava uma atmosfera de arrebatamento e êxtase, que crescia com as vozes dos Anjos, Querubins, Serafins e toda família celeste, que entoavam maravilhosos acordes com harmonia e perfeição, expressando júbilo e contentamento, pela chegada ao Céu de MARIA DE NAZARÉ.
ELA habitualmente revestida de muita serenidade, via a tranquilidade fugir de seu Ser, ficando visivelmente perturbada, pelo calor e imenso esplendor daquela simpática recepção. E diante de tão majestosa e agradável surpresa, não conseguia dissimular, ou mais precisamente, não conseguia esconder a sua emoção e assim, enternecida e repleta de alegria, com singela humildade mostrava as suas lindas faces enrubescidas pelo fato inusitado. Acontecimento que realçava ainda mais a sua formosura, ao tempo em que caminhava suavemente pelos adros do Éden Divino, com passos tímidos, mas firmes e decididos, vencendo vagarosamente a distância que a separava do trono de DEUS.
De um lado e de outro do caminho, no meio de tantos olhares sorridentes, distinguia aqui e ali um rosto mais conhecido, uma fisionomia mais amada. No meio da multidão despontava o semblante de José, seu esposo virginal; Joaquim, seu pai; Ana, sua mãe; Sobé e Maria, as duas titias; Isabel, sua prima; Zacarias, João Batista, Nathan, Estêvão, Jacó e muitos outros.
Pétalas de lindas flores caíam de todos os lados, ornando-a com as cores do arco-íris, a medida que mais se aproximava do trono do Amor, da Vida e da Misericórdia.
Seu coração pulsava forte e todos os seus sentidos estavam concentrados, em suspense, na expectativa do encontro tão sublime e tão ansiosamente almejado.
De seus encantadores olhos reluziam um brilho intenso que traduzia deslumbramento e felicidade, reflexos de seu reconhecido agradecimento por tantas honrarias, distinções e por todas aquelas exaltações de carinho e afeto.
Por certo, aquelas manifestações de inconfundível apreço lhe trouxeram à mente os longos anos em que viveu na Terra, anelando pela chegada deste dia.
Lembrava-se de quantas vezes, sozinha em seu quarto, olhava para o Céu e perscrutava a imensidão do firmamento celeste, apreciando e admirando a invulgar beleza, toda ela, manifestação viva do Amor de DEUS. Não que quisesse sondar o espaço infinito e encontrar nele a solução de muitos segredos, ou uma luz que lhe revelasse o por que dos fatos, uma explicação para a vida e para o seu Mistério em particular. Ela não se preocupava com isto e nem sentia uma premente necessidade de conhecer e desvendar as verdades não conhecidas. O que MARIA realmente queria e procurava, eram outras maneiras, era descobrir um melhor caminho, inovar outro meio para cultivar ainda mais a pureza de seus desejos, uma criação sublime e carinhosa, que conduzisse com maior vigor os seus ilibados sentimentos a continuar evoluindo sempre, crescendo em ternura e em intensidade afetuosa, para melhor amar e agradar a DEUS.
Envolvida por tantas lembranças, a cada passo recordava também que meditando sobre os Mistérios de DEUS e de JESUS, seu querido e amado FILHO, involuntariamente ia compreendendo o seu próprio Mistério e a sua Vida no plano Divino.
E por tudo o que sentia e via, caminhava emocionada para o CRIADOR, meta única de sua vida, o seu objetivo final.
A esta indefinível alegria, somava um ardor a mais em seu coração, indicando que a sua expectativa estava crescendo, assim como aumentando o seu regozijo, porque também aproximava-se um momento de inolvidável prazer, ao reencontrar o seu Adorado FILHO JESUS, que agora, caminhava em sua direção.
Foi um longo abraço, repleto de ternura, para saciar uma saudade imensa, enquanto a multidão celeste acompanhando sensibilizada todos aqueles lances, se comovia e se agitava no meio de efusivos aplausos, de saudações espontâneas e cheias de afeto, e dos melodiosos acordes de uma linda canção.
JESUS segurando em seu braço, a conduziu a presença de DEUS.
MARIA DE NAZARÉ, num gesto de profundo respeito, prostrou-se com o rosto no chão e podemos ouvir em nosso coração as palavras que ELA pronunciou, expressando todo o seu incontido e dedicado amor:
"Meu SENHOR e meu DEUS, aqui estou para servi-LO por toda eternidade".
DEUS PAI encantado com SUA OBRA PRIMA, levantou-se do trono e afetuosamente fez com que a DIVINA MÃE se erguesse e se assentasse à sua esquerda.
A música aumentou, o coro tornou-se mais vibrante e belo, as saudações se multiplicaram com maior intensidade, era o prenúncio de um clímax esperado e sonhado por todos. Os Arcanjos Gabriel, Miguel e Rafael, sorridentes, prevenidos e preparados para aquele evento tão especial, trouxeram uma maravilhosa coroa de ouro com belíssimas pedras preciosas incrustadas e depositou-a nas mãos de DEUS, que segurando numa parte ofereceu o outro lado à JESUS e ambos coroaram MARIA SANTÍSSIMA, "Rainha do Céu e da Terra", ao mesmo tempo em que o ESPÍRITO SANTO, sob a forma de uma pequena pomba branca, deixava cair do alto em imensa profusão, uma esplendorosa luz que transluzia, que transparecia toda a sublimidade, toda a beleza e a infinita grandeza da Glória de DEUS.